Maior exportador do país, Espírito Santo responde por quase 80% das vendas externas e ajuda a consolidar 2025 como o melhor ano da história do setor de rochas naturais brasileiro Vitória (ES), 12 de janeiro de 2026 – O setor brasileiro de rochas naturais encerrou 2025 com o melhor desempenho de sua história, alcançando US$ 1,48 bilhão em exportações, crescimento de 17,5% em faturamento em relação a 2024. O resultado supera o recorde anterior, registrado em 2021, e consolida um novo patamar para a indústria nacional. Maior exportador do país, o Espírito Santo respondeu por 78,5% das exportações brasileiras do setor, segundo dados da Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas). A atuação conjunta com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), por meio do projeto setorial It’s Natural – Brazilian Natural Stone, tem contribuído de forma consistente para esse desempenho. As ações envolvem inteligência comercial, promoção da imagem do produto brasileiro, aproximação com compradores internacionais e abertura de canais em mercados estratégicos de alto consumo. Além do crescimento em faturamento, o setor também avançou em volume físico exportado. Em 2025, as vendas externas totalizaram 2,11 milhões de toneladas, alta de 2,9% em relação ao ano anterior. O resultado reforça um movimento consistente de valorização das rochas naturais brasileiras, impulsionado principalmente pela elevação do preço médio de exportação, que ficou 14,2% acima do registrado em 2024. “Os números impressionam, especialmente por terem sido alcançados em um ano desafiador, marcado pelo tarifaço, que provocou quedas relevantes nas exportações de granitos, mármores e ardósia. Se esses materiais tivessem mantido o ritmo de vendas do primeiro semestre, o setor poderia ter alcançado um faturamento próximo de US$ 1,6 bilhão em 2025”, avalia Tales Machado, presidente da Centrorochas. Na análise do dirigente, pesam a queda de 8,7% no volume de granitos exportados em 2025 e a retração de 7,5% nas vendas de mármores no mesmo período. “Para as empresas focadas exclusivamente na extração de mármore e granito, o ano foi marcado por retração. Esse movimento, no entanto, acabou sendo compensado pelo avanço de outros materiais, como os quartzitos, que tiveram desempenho bastante positivo e ajudaram a sustentar o resultado geral do setor, nos surpreendendo com esse recorde histórico”, explica. Estados Unidos, China e Itália lideram compras Os Estados Unidos mantiveram-se como o principal destino das rochas naturais brasileiras em 2025, respondendo por 53,6% das exportações, com faturamento de US$ 795 milhões, crescimento de 11,8% em relação ao ano anterior. Na sequência aparecem China, com 17,5% de participação (US$ 260,1 milhões; +19,0%), e Itália, que alcançou US$ 117,7 milhões, registrando crescimento expressivo de 42,2%. México, Reino Unido e Espanha completam o ranking dos seis principais mercados, todos com desempenho positivo. O resultado reforça a diversificação geográfica das exportações brasileiras e a ampliação da presença do setor em mercados estratégicos. Estados que impulsionam o resultado nacional No recorte estadual, Espírito Santo, Minas Gerais e Ceará concentraram a maior contribuição para as exportações brasileiras de rochas naturais em 2025. O Espírito Santo manteve ampla liderança, respondendo por 78,5% das exportações nacionais e registrando crescimento de 12,2% em valor, reafirmando sua posição como principal polo exportador do país. Minas Gerais participou com 9,1% das exportações, enquanto o Ceará, com 7,4%, apresentou o crescimento mais acelerado entre os principais estados exportadores, com alta de 141,3% no ano. O avanço cearense está diretamente associado à consolidação do estado como importante polo produtor de quartzitos, material cuja demanda foi ampliada após o tarifaço, por estar enquadrado em código incluído na lista de exceções às tarifas adicionais, elevando a participação do estado no cenário nacional. Sobre o It’s Natural – Brazilian Natural Stone O It’s Natural – Brazilian Natural Stone é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O projeto tem como objetivo estimular e ampliar as exportações brasileiras de rochas naturais por meio de ações estratégicas de internacionalização, promoção comercial, fortalecimento da imagem do setor e desenvolvimento da indústria no mercado global. Sobre a Centrorochas A Associação Brasileira de Rochas Naturais atua de forma institucional para ampliar a competitividade do setor de rochas ornamentais. A entidade oferece suporte às empresas brasileiras em ações comerciais, operacionais e estratégicas, especialmente nos trâmites relacionados à presença no mercado internacional e à ampliação das exportações. Sobre a ApexBrasil A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua na promoção de produtos e serviços brasileiros no exterior e na atração de investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia nacional. A instituição desenvolve ações de promoção comercial, como missões empresariais, rodadas de negócios, apoio à participação em feiras internacionais e articulação com atores públicos e privados para fortalecer a marca Brasil e ampliar a competitividade das empresas brasileiras no mercado global.
OAB-ES inicia processo de avaliação das faculdades de Direito no ES
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Espírito Santo (OAB-ES) iniciou uma avaliação dos cursos de Direito em funcionamento no Estado. A iniciativa tem como foco o fortalecimento da qualidade do ensino jurídico, a partir da escuta das instituições, da identificação de desafios e da construção de contribuições que serão encaminhadas ao Conselho Federal da OAB (CFOAB), com reflexos na formação dos futuros profissionais da advocacia. As instituições participantes foram selecionadas com base em critérios técnicos, como o desempenho no Exame de Ordem Unificado de 2025 e dados públicos relacionados ao selo “OAB Recomenda”. A OAB-ES esclarece que os relatórios finais resultantes do processo serão encaminhados exclusivamente ao Conselho Federal da OAB, responsável pela interlocução institucional junto ao Ministério da Educação (MEC). O trabalho será desenvolvido em três etapas. Na primeira fase, as instituições serão convidadas a encaminhar informações e documentos relacionados a diferentes eixos de avaliação, como corpo docente, infraestrutura, Núcleos de Prática Jurídica e outros aspectos considerados fundamentais para a formação acadêmica dos estudantes de Direito. Na segunda etapa, o material será analisado pela Comissão de Ensino Jurídico, em conjunto com a diretoria da OAB-ES. Nessa fase, poderão ocorrer reuniões técnicas e visitas às instituições, previamente dialogadas, sempre com caráter institucional, técnico e colaborativo. A etapa final prevê a elaboração de um relatório individualizado para cada instituição avaliada. As faculdades terão a oportunidade de se manifestar sobre os apontamentos apresentados. As conclusões serão encaminhadas ao Conselho Federal da OAB, contribuindo para o debate nacional sobre o ensino jurídico em articulação com o Ministério da Educação e servindo como parâmetro para a reavaliação do selo OAB Recomenda. O presidente em exercício da OAB-ES e professor universitário, José Antônio Neffa Junior, destaca o caráter construtivo da iniciativa. “Vivemos diariamente a realidade das salas de aula e sabemos dos desafios enfrentados pelas instituições. Essa ação nasce com o propósito de somar, de contribuir com soluções e de fortalecer o ensino jurídico no Espírito Santo”, afirma. Para a presidente da OAB-ES, Érica Neves, a proposta reafirma o compromisso institucional da Ordem com a qualidade da formação acadêmica e com o futuro da advocacia. “A OAB tem o dever institucional de contribuir para o aprimoramento do ensino jurídico. Nosso objetivo é caminhar junto às faculdades, oferecendo apoio, escuta qualificada e colaboração, sempre pensando na formação ética e técnica dos futuros profissionais e no interesse da sociedade”, destaca. A presidente da Comissão de Ensino Jurídico da OAB-ES, Alessandra Lignani de Miranda Starling e Albuquerque, ressalta que a iniciativa surge como resposta ao crescimento acelerado dos cursos de Direito e à necessidade de fortalecer o ensino de qualidade no Estado. Segundo ela, a ação busca respeitar o trabalho desenvolvido pelas instituições capixabas e, ao mesmo tempo, apresentar à sociedade a realidade do ensino jurídico. “Essa iniciativa nasce com o propósito de somar, ouvir as instituições e contribuir para o fortalecimento do ensino jurídico no Espírito Santo, sempre em diálogo e cooperação, no intuito de melhorar cada vez mais a qualidade do ensino. A OAB-ES quer caminhar junto às faculdades contribuindo com soluções e melhorias para a formação dos futuros profissionais do Direito”, reforça.
Vila Velha define regras e prazos para autorização de blocos de carnaval
A Prefeitura de Vila Velha publicou no Diário Oficial do Município, na última terça-feira (6), a portaria que estabelece as regras para a realização de blocos de carnaval durante o período de pré-carnaval e o carnaval oficial de 2026. A normativa define prazos, critérios de funcionamento e procedimentos para solicitação de autorização, com o objetivo de organizar as atividades carnavalescas em espaços públicos da cidade. De acordo com a Portaria Conjunta nº 001/2026, o período de pré-carnaval está programado para ocorrer entre os dias 31 de janeiro e 13 de fevereiro. Já o carnaval oficial será realizado de 14 a 17 de fevereiro. Para atuar nesses períodos, os blocos interessados devem solicitar autorização com antecedência mínima de 30 dias em relação à data prevista para o desfile. O pedido deve ser feito junto à Comissão Municipal de Eventos (Comune), por meio do site oficial da Prefeitura de Vila Velha. A autorização está condicionada ao cumprimento de todos os critérios previstos na portaria, que também podem ser consultados no Diário Oficial do Município. Cada bloco está autorizado a desfilar por até um dia no período de pré-carnaval e por até dois dias durante o carnaval oficial. O tempo máximo permitido para cada saída é de seis horas, com encerramento das atividades até as 19 horas do mesmo dia. Após esse horário, os organizadores devem desligar a sonorização e promover a dispersão do público. A norma também estabelece limites territoriais para os desfiles. Blocos vinculados às regiões administrativas 1 e 2 ficam impedidos de realizar percursos com destino à avenida da orla. Além disso, o município autoriza a realização de até dois blocos por região, por dia, levando em consideração o porte do evento e o trajeto proposto. Os organizadores são responsáveis pela contratação de segurança privada e pela assinatura de um Termo de Compromisso com a Prefeitura, no qual assumem a responsabilidade pelo cumprimento de todas as condicionantes previstas. O uso de trio elétrico depende da apresentação da documentação de regularidade do veículo e da realização de vistoria técnica pelo setor competente do município. A Guarda Municipal participa da análise e aprovação dos percursos, especialmente nos casos de circuitos realizados em vias urbanas. A fiscalização dos eventos será feita por agentes das secretarias municipais, em conjunto com a Guarda Municipal e outros órgãos de segurança pública. A portaria também proíbe a realização de shows pirotécnicos com fogos de artifício em áreas públicas durante o período carnavalesco. Blocos que utilizarem equipamentos de som devem observar rigorosamente as normas ambientais e urbanas vigentes no município. Para o secretário municipal de Cultura, Roberto José Patrício Júnior, a definição prévia das regras contribui para equilibrar a valorização das manifestações culturais com a organização da cidade. Segundo ele, “o carnaval de rua integra práticas culturais que fortalecem a identidade local e ampliam a ocupação simbólica dos espaços urbanos. A regulamentação cria condições para que essas expressões aconteçam de forma estruturada, com impacto social positivo e valorização da cultura do município”. Foto: PMVV
Ações de modernização portuária colocam Vila Velha no centro logístico do país
Nos últimos anos, o Espírito Santo vem se consolidando como um dos principais corredores logísticos do Brasil, especialmente no escoamento de commodities. Nesse contexto, Vila Velha assume papel estratégico ao concentrar um complexo portuário multipropósito que ganha protagonismo à medida que o mapa da logística nacional redesenha suas rotas. O Complexo Portuário de Vila Velha tornou-se uma peça-chave na movimentação de cargas pesadas, reunindo operações com grãos, contêineres, combustíveis, aço e outras mercadorias em um ambiente que combina eficiência operacional, tecnologia e infraestrutura preparada para receber navios de grande porte. Administrado pela Vports, primeira e única autoridade portuária privada do país, o porto canela-verde passou por um processo contínuo de modernização, com impactos diretos na competitividade logística da região. Entre as principais intervenções realizadas estão a dragagem, a ampliação dos acessos marítimos, a modernização de armazéns, a expansão de retroáreas, a melhoria das conexões ferroviárias e a revisão de normas operacionais. Essas ações viabilizaram a operação de navios da classe Panamax, com até 245 metros de comprimento e 32,5 metros de largura, ampliando significativamente a capacidade do terminal. Como resultado desse conjunto de investimentos, o número de embarcações aptas a operar no complexo mais que dobrou, passando de 504 para 1.089 navios. O aumento da capacidade operacional contribui para a redução de custos logísticos e fortalece a posição de Vila Velha no cenário portuário nacional. Novo ciclo econômico Para o prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, o Terminal Portuário de Vila Velha (TVV) ultrapassa a função de infraestrutura pesada e se consolida como um ativo estratégico para o futuro do município. Segundo ele, o investimento em logística está diretamente associado à geração de competitividade, empregos e desenvolvimento sustentável. “Vila Velha está preparada para o novo ciclo da economia brasileira. Investir em logística é garantir competitividade, empregos e desenvolvimento sustentável. O terminal portuário é um ativo decisivo para posicionar a cidade no centro das grandes rotas do comércio exterior”, afirma. Diante desse cenário, o desafio do porto de Vila Velha passa a ser não apenas a ampliação da integração com a malha ferroviária, mas também o aumento da capacidade para receber navios de maior porte, que operam no transporte de longo curso, sem necessidade de transbordo, diferentemente da navegação de cabotagem. Os investimentos em logística também ganham relevância no contexto da implantação da Reforma Tributária, que altera o modelo de arrecadação ao priorizar o consumo em detrimento da produção. Nesse novo ambiente, a ampliação da capacidade do TVV ao longo dos últimos anos foi determinante para preparar o porto para atender às demandas atuais e futuras do mercado. Capacidade de armazenagem Sob gestão da Vports, o Complexo Portuário de Vila Velha registrou um crescimento expressivo em sua capacidade estática de armazenagem de granéis sólidos. Desde o início da concessão, o volume aumentou 270%, alcançando 191 mil toneladas. De acordo com a empresa, a dragagem e a melhoria dos acessos marítimos estão entre as principais prioridades. Recentemente, a Vports investiu mais de R$ 30 milhões em melhorias nos Portos de Vila Velha e Barra do Riacho, com foco na ampliação da capacidade operacional e na oferta de serviços com padrão elevado de qualidade. O porto de Vila Velha opera de forma multipropósito, movimentando contêineres, combustíveis, soda cáustica, gás liquefeito de petróleo (GLP), granéis sólidos minerais e vegetais, veículos, cargas gerais e atendendo também ao setor offshore. A diversidade de cargas reforça a relevância estratégica do terminal nos âmbitos estadual e nacional. Avanços em tecnologia A modernização do TVV também é sustentada por investimentos robustos em tecnologia. Um dos principais marcos desse avanço é a implantação do VTMIS (Vessel Traffic Management Information System), sistema pioneiro no Brasil que funciona como uma torre de controle marítimo, operando 24 horas por dia no monitoramento das manobras, entradas e saídas de embarcações. Outras melhorias incluem a balança ferroviária de Capuaba, o uso de balanças rodoviárias automatizadas, novos softwares de modelagem matemática e a incorporação de equipamentos de grande porte. Também foi ampliada a retroárea do porto, com mais de 70 mil metros quadrados, além da previsão de investimentos de R$ 35 milhões destinados à movimentação de contêineres, granito, fertilizantes e produtos siderúrgicos. Infraestrutura e visão estratégica Para o secretário de Desenvolvimento Econômico de Vila Velha (em exercício), Luiz Eduardo Dalfior, o momento atual reflete um alinhamento entre infraestrutura e visão estratégica de desenvolvimento. “A reforma tributária muda a lógica do desenvolvimento, que passa a ser orientado pelo consumo. Ter um porto moderno, conectado por ferrovia e rodovias, coloca Vila Velha em vantagem competitiva real para atrair investimentos e consolidar novas rotas logísticas”, avalia. A retomada das operações ferroviárias, integrando Vila Velha à Estrada de Ferro Vitória a Minas e à Ferrovia Centro-Atlântica, completa esse arranjo logístico. A combinação entre trilhos, cais e tecnologia reforça a posição do município dentro do sistema logístico nacional, ampliando sua capacidade de atendimento às demandas do comércio exterior e da economia brasileira.
Semana começa com sol e calor, mas há chance de chuva isolada na Grande Vitória
A semana na Grande Vitória começa com tempo firme, sol e temperaturas elevadas típicas do verão. Segundo as previsões meteorológicas atualizadas por serviços como Climatempo e bases de meteorologia consultadas, a tendência é de variação entre dias ensolarados e possibilidade de chuva isolada ao longo dos próximos dias, reflexo da atuação de um sistema de alta pressão e umidade relativa do ar típica da estação. Segunda-feira (12/01) O dia amanhece com céu com poucas nuvens na Grande Vitória, sem previsão de chuva significativa, de acordo com dados meteorológicos regionais. As temperaturas variam entre 22 °C e 34 °C, com vento fraco a moderado soprando do litoral. Terça-feira (13/01) A terça-feira segue com sol e aumento de nuvens ao longo do dia. As máximas devem se manter elevadas, na casa dos 30 °C, e há previsão de possíveis pancadas de chuva fraca no fim da tarde. Quarta-feira (14/01) Na metade da semana, a tendência é de tempo parcialmente nublado, com chance fraca de chuvas isoladas e temperaturas entre 29 °C e 30 °C. O clima segue típico de verão, com sensação de calor em grande parte do dia. Quinta-feira (15/01) A quinta deve apresentar nuvens dispersas e tempo firme. A probabilidade de chuva diminui e as temperaturas máximas ficam próximas a 29 °C a 30 °C. Sexta-feira (16/01) As condições permanecem estáveis com céu parcialmente nublado e calor diário. Não há previsão de chuva expressiva para a região metropolitana. Sábado (17/01) No sábado, a previsão indica sol com algumas nuvens e possibilidade de chuva fraca isolada, sem registro de eventos significativos. As máximas devem ficar por volta dos 28 °C a 30 °C. Domingo (18/01) No fim de semana, há maior chance de chuvas isoladas no período da tarde ou noite, com termômetros marcando cerca de 31 °C de máxima.