Competições acontecem neste sábado (7) e domingo (8), com premiação dos melhores atletas e clubes da temporada 2026 Mais de 630 atletas vão participar, neste fim de semana, do encerramento do Circuito Estadual de Judô 2026, em Vitória. Organizados pela Federação Espírito-santense de Judô (FEJ), os eventos acontecem no Ginásio Paulo Pimenta, em Bento Ferreira, e vão reunir judocas de diferentes categorias, além de técnicos, dirigentes e familiares. A programação começa neste sábado (7), com a última etapa do circuito estadual, que vai definir os destaques da temporada. No domingo (8), será realizada a Judolândia, competição que marca o encerramento do calendário da modalidade no Espírito Santo. Durante os dois dias, também serão premiados os melhores atletas de 2026 e os clubes campeões do circuito, com a entrega de medalhas e troféus. A iniciativa reconhece o desempenho dos judocas ao longo do ano e valoriza o trabalho desenvolvido pelas equipes capixabas. Além das disputas por medalhas, o evento destaca a importância do judô na formação esportiva de crianças e adolescentes e no fortalecimento das categorias de base no estado. A expectativa é de grande participação das famílias, que acompanham de perto a trajetória dos atletas. As competições serão realizadas no Ginásio Paulo Pimenta, da Secretaria de Estado de Esportes e Lazer (Sesport), localizado na Rua Coronel Schwab Filho, em Bento Ferreira, Vitória. A programação está prevista para começar às 8h nos dois dias.
Começar a investir cedo pode reduzir esforço para garantir faculdade dos filhos, aponta especialista
Especialista da XP explica como famílias podem transformar a data em oportunidade para iniciar a educação financeira e planejar objetivos de longo prazo A preocupação com o futuro dos filhos leva muitas famílias a buscar formas de construir uma reserva financeira desde cedo. Quando o objetivo é custear uma etapa importante e de alto investimento, como a faculdade, começar a investir na infância pode fazer a diferença no planejamento e reduzir o esforço financeiro ao longo dos anos. Uma revisão de mais de 100 estudos conduzida por pesquisadores da Universidade de Cambridge aponta que hábitos e atitudes relacionados ao dinheiro começam a se formar por volta dos sete anos. No Brasil, dados do PISA 2022 mostram que apenas 2% dos estudantes avaliados alcançaram o nível mais alto de proficiência em educação financeira, enquanto a média entre os países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) participantes foi de 11%. Para Cecília Perini, líder da XP no Espírito Santo, a educação financeira pode começar com situações simples do cotidiano, antes mesmo de falar diretamente sobre investimentos. “O mais importante é que a criança comece a entender, de acordo com a sua idade, que o dinheiro está relacionado a escolhas, planejamento e objetivos. Quando os pais transformam esses conceitos em situações do dia a dia, fica mais natural desenvolver uma relação responsável com o dinheiro ao longo do tempo”, explica. Da mesada ao planejamento da faculdade* A educação financeira pode acompanhar diferentes momentos da infância. Entre 3 e 6 anos, por exemplo, a ideia é apresentar conceitos básicos, como a diferença entre necessidade e desejo e a importância de esperar para conquistar algo. Um cofrinho transparente pode ser uma ferramenta simples para mostrar que pequenas quantias guardadas podem se transformar em um objetivo. Dos 7 aos 12 anos, a mesada pode funcionar como um primeiro exercício de responsabilidade financeira. Uma alternativa é dividir o dinheiro entre diferentes objetivos: uma parte para gastar, outra para guardar e, eventualmente, uma terceira para ajudar outras pessoas. Se uma criança deseja comprar um brinquedo de R$ 100 e consegue guardar R$ 10 por mês, por exemplo, ela passa a visualizar na prática a relação entre planejamento, tempo e conquista. Na adolescência, o aprendizado pode avançar para decisões mais complexas, como o uso responsável de uma conta bancária e, posteriormente, os primeiros investimentos, sempre com a participação e a supervisão do responsável legal, conforme as regras da instituição financeira. “Não existe uma idade única ou uma fórmula pronta. O planejamento precisa considerar a realidade de cada família e, principalmente, o objetivo que se quer alcançar. Para uma criança, o grande diferencial é o horizonte de tempo, que pode ser muito maior do que o de um adulto”, afirma Cecília. Primeira conta A XP disponibiliza a Conta Menor, solução que permite aos responsáveis introduzir crianças e adolescentes à rotina de gestão financeira, com autonomia adequada à idade e acompanhamento dos pais. A conta oferece acesso a recursos como Pix, pagamentos e cartão de débito digital, além da possibilidade de acessar o ecossistema de investimentos da XP. O objetivo é que os jovens tenham uma experiência prática com a organização financeira, enquanto os responsáveis mantêm ferramentas de controle e acompanhamento para uma autonomia supervisionada, como aplicativo vinculado ao do responsável legal até a maioridade e gestão de limites para operações financeiras. Quanto mais cedo começar, menor pode ser o esforço mensal O tempo é um dos principais aliados quando o objetivo é construir uma reserva de longo prazo. Isso acontece porque os rendimentos acumulados podem contribuir para o crescimento do patrimônio ao longo dos anos, reduzindo a necessidade de aportes mensais maiores. Uma simulação baseada em uma rentabilidade real hipotética de 6% ao ano mostra essa diferença. Para formar uma reserva estimada em R$ 40,1 mil para um curso presencial padrão, por exemplo, o aporte mensal seria de aproximadamente R$ 140 ao longo de 15 anos, contra R$ 577 mensais durante cinco anos. Para cursos de maior custo, a diferença também se torna significativa. Na mesma simulação, considerando um período de 15 anos, seriam necessários aproximadamente R$ 202 por mês para uma graduação em Engenharia, enquanto o valor para uma reserva equivalente a uma graduação em Medicina chegaria a cerca de R$ 2.861 mensais. Os cálculos são apenas referências de planejamento e consideram retorno real hipotético de 6% ao ano, aportes realizados ao fim de cada mês e valores brutos. Os custos dos cursos são baseados em medianas nacionais de mensalidades e não consideram bolsas, impostos, taxas ou reajustes diferentes da inflação. “Quando uma família começa a se organizar com antecedência, ela ganha tempo para ajustar os aportes, rever os objetivos e lidar com diferentes momentos da vida financeira. O planejamento não precisa começar com grandes valores: a regularidade e o horizonte de longo prazo são pontos importantes nessa construção”, destaca Cecília. Onde investir para objetivos de longo prazo? Para quem pretende construir uma reserva para a faculdade dos filhos, existem diferentes alternativas de investimento, que devem ser avaliadas de acordo com o prazo, o perfil da família e o objetivo definido. Uma das possibilidades é o Tesouro Educa+, título desenvolvido para objetivos educacionais. Ele combina a variação do IPCA com uma taxa de juros contratada no momento da compra e, a partir da data de conversão escolhida, transforma o valor acumulado em 60 pagamentos mensais durante cinco anos. Também podem ser avaliadas alternativas como Tesouro IPCA+, previdência privada e outros produtos, considerando características como prazo, custos, tributação, liquidez e riscos envolvidos. Mais do que escolher um investimento, o primeiro passo é definir para que o dinheiro está sendo guardado e quando ele será utilizado. Para uma criança, esse horizonte pode ser de 10, 15 anos ou mais, o que permite que a família construa o planejamento de maneira gradual. “O investimento é uma ferramenta para realizar um objetivo. Antes de escolher um produto, é importante que a família tenha clareza sobre o que quer construir para aquela criança e em quanto tempo. A partir daí,
Hartung comemora vitória dos democratas nos EUA e vê esperança para a democracia
Ex-governador do Espírito Santo avalia que resultado das eleições de meio de mandato pode fortalecer o diálogo e a cooperação internacional O ex-governador do Espírito Santo Paulo Hartung (PSD) comemorou, nesta quarta-feira (4), o desempenho do Partido Democrata nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos. Em publicação na rede social X, Hartung avaliou que os resultados representam um sinal de esperança diante das tensões políticas, econômicas e diplomáticas enfrentadas pelo mundo. “O mundo amanheceu um pouco melhor!”, escreveu o ex-governador. Na publicação, Hartung relacionou o avanço dos democratas ao cenário internacional marcado por guerras, protecionismo, crise energética, desafios climáticos e enfraquecimento das instituições. “Em meio a guerras, protecionismo, crise energética, desafios climáticos e enfraquecimento das instituições, a vitória dos democratas nos EUA renova nossa esperança”, afirmou. O ex-governador também manifestou a expectativa de que os resultados eleitorais contribuam para uma mudança na condução da política norte-americana e nas relações internacionais. “Que essa mudança fortaleça a democracia, o diálogo e a cooperação internacional, ajudando a construir um mundo mais pacífico e sustentável”, declarou Hartung. A manifestação ocorre após uma eleição marcada por importantes derrotas do Partido Republicano, do presidente Donald Trump. Segundo projeções eleitorais divulgadas nesta quarta-feira (4), os democratas conquistaram o controle das duas casas do Congresso americano, alterando o equilíbrio de forças para os dois últimos anos do mandato presidencial. Na atualização da apuração divulgada na manhã desta quarta-feira, os democratas e independentes alinhados ao partido haviam garantido 54 cadeiras no Senado, contra 44 dos republicanos, com duas disputas ainda indefinidas. Na Câmara dos Representantes, os democratas também haviam assegurado a maioria necessária para controlar a Casa, embora algumas disputas ainda estivessem em apuração. Entre os resultados de maior repercussão estão as vitórias democratas em estados tradicionalmente republicanos, como Texas e Kansas. No Texas, James Talarico derrotou Ken Paxton, enquanto Adam Hamilton venceu o republicano Roger Marshall no Kansas. O desempenho democrata ocorreu em meio à insatisfação de parte do eleitorado com o custo de vida, a inflação e a guerra com o Irã. Com a mudança no equilíbrio de forças no Congresso, o governo Trump deverá enfrentar maior resistência à aprovação de propostas e maior fiscalização parlamentar. As eleições de meio de mandato, realizadas na terça-feira (3), renovaram todas as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes e parte do Senado americano. Os resultados ainda dependem da conclusão da apuração em algumas disputas.