Faculdades particulares capixabas conquistam posições de destaque no Ranking Universitário da Folha – RUF 2025; UFES figura entre as principais universidades públicas do país O Ranking Universitário da Folha de S.Paulo (RUF) 2025, divulgado neste domingo (9), trouxe resultados que reforçam o protagonismo das faculdades particulares capixabas em áreas de grande concorrência. A Universidade de Vila Velha (UVV) alcançou uma das melhores posições do país entre as instituições privadas na área de Medicina, enquanto a Faculdade de Direito de Vitória (FDV) ficou entre as cinco melhores particulares do Brasil no curso de Direito. O RUF é realizado desde 2012. O levantamento, que avalia 40 áreas do conhecimento em universidades públicas e privadas, considera critérios como qualidade de ensino, pesquisa, mercado, internacionalização e inovação. Os dados também apontam a Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) entre as principais instituições públicas do país no ranking geral. Medicina: UVV lidera entre as capixabas Na área de Medicina, a UVV foi a melhor colocada do Espírito Santo, ocupando o 45º lugar geral e o 11º entre as instituições particulares. A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de Misericórdia (Emescam) aparece logo atrás, em 48º lugar geral e 13º entre as privadas. Já o curso de Medicina da UFES figura na 69ª posição geral e no 44º lugar entre as públicas. Outras instituições capixabas também aparecem no ranking: a Multivix Vitória, em 187º lugar, a Multivix Cachoeiro de Itapemirim, entre 251ª e 300ª, e a UNESC (Colatina), entre 301ª e 350ª. Confira o ranking completo no site da Folha e veja informações sobre avaliações de outros cursos e faculdades.. Direito: FDV entre as cinco melhores particulares do país O desempenho capixaba em Direito também chamou atenção. A Faculdade de Direito de Vitória (FDV) conquistou a 5ª posição entre as particulares de todo o Brasil e o 29º lugar geral, reafirmando sua tradição acadêmica e relevância nacional. Por sua vez, no ranking geral, a UFES aparece como a melhor colocada do Estado, em 17º lugar. A Faculdade de Ensino Superior de Linhares (Faceli) teve bom desempenho, figurando em 65º lugar geral. Já a UVV ficou em 98º. Desempenho geral No ranking geral, que avalia todas as áreas de conhecimento das instituições, a UFES aparece em 23º lugar, consolidando-se entre as principais universidades públicas do país. A UVV ocupa a 99ª posição geral, mas quando consideradas apenas as universidades particulares, sobe para o 27º lugar nacional. Um retrato do ensino superior capixaba O Ranking Universitário da Folha é uma das principais referências da educação superior no Brasil, elaborado com base em dados públicos e em pesquisas de opinião com docentes e empregadores. Os resultados mostram um avanço consistente das instituições capixabas, com as particulares alcançando posições de destaque nacional em áreas de alta competitividade, e a UFES mantendo sólido desempenho entre as universidades públicas brasileiras.
Vila Velha vai ganhar virada da polenta inspirada na festa de Venda Nova
Vila Velha vai ganhar um novo marco de celebração cultural e gastronômica: a Primeira Virada da Polenta da Colunas do Atlântico nº 105. Inspirado na tradicional Festa da Polenta, o evento trará à cidade o famoso “tombo da polenta”, um dos símbolos mais expressivos da herança italiana que ajudou a moldar a identidade capixaba. A programação inclui apresentações de danças típicas italianas, pratos tradicionais e o show especial do cantor Rickson Maioli, em uma festa que promete unir gerações em torno de música, sabor e solidariedade. Mais do que uma celebração gastronômica, o evento busca resgatar a essência da cultura italiana no Espírito Santo, valorizando a história dos imigrantes e seu legado de trabalho, união e fartura. A polenta — símbolo de partilha e fraternidade — ganha nova vida em um cenário urbano e acolhedor. Além da gastronomia e das atrações culturais, a Virada da Polenta contará com uma Feira de Empreendedorismo, reunindo produtos e serviços de empreendedores locais e fortalecendo a economia criativa capixaba. Toda a renda obtida será destinada a ações sociais e filantrópicas, reforçando o compromisso da Loja Maçônica Colunas do Atlântico nº 105, que completa 10 anos de atuação em prol da fraternidade e do bem comum. A programação inclui ainda uma Área Kids com atividades recreativas e o sorteio de uma bicicleta elétrica, garantindo diversão e entusiasmo para toda a família. A Primeira Virada da Polenta inaugura uma nova tradição em Vila Velha, unindo cultura, sabor e solidariedade em um mesmo caldeirão. Serviço Evento: Primeira Virada da Polenta – Colunas do Atlântico nº 105 Data: 16 de novembro (domingo), a partir das 12h Local: SINDIPÃES – Rua Rosa Vermelha, 700, Novo México, Vila Velha/ES Ingresso: R$ 75 (crianças até 12 anos não pagam) Contato: (27) 99982-3765 Incluso no ingresso: Polenta com molho (bolonhesa ou linguiça) + queijo ralado + frango a passarinho + água e refrigerante Cardápio extra à venda no local: Churrasquinho, linguiça, polenta e batata frita, além de vinho, chopp, suco e cerveja sem álcool.
Lendário tecladista dos Paralamas lança livro e se apresenta em Vitória sexta (14)
João Fera, há quase quatro décadas nos Paralamas, é o convidado especial do cantor e guitarrista capixaba Saulo Simonassi no PUB 426. O público capixaba terá uma oportunidade única nesta sexta-feira (14) de unir música e história em uma mesma noite. No palco do PUB 426, na Praia do Canto, o tecladista João Fera — integrante dos Paralamas do Sucesso desde 1986 — se junta ao cantor e guitarrista Saulo Simonassi para um show gratuito, a partir das 21 horas. O evento marca também o lançamento do livro “João Fera, desde 1986”, que poderá ser adquirido com dedicatória e autógrafo do músico. A obra, escrita por seu filho Raphael Silva Gonçalves, revela bastidores de quase quatro décadas de estrada, do surgimento no Clube Social às grandes apresentações internacionais, como o Montreux Jazz Festival, passando por momentos emblemáticos da música brasileira. Em um tom de admiração e afeto, Raphael traça uma verdadeira cartografia da trajetória do pai — do Clube Ecologia ao Maracanã, mostrando o artista por trás dos teclados e o homem por trás da fama. Com uma carreira marcada por criatividade e presença de palco, João Fera consolidou-se como um dos grandes instrumentistas do país, contribuindo para a sonoridade que ajudou a definir o rock nacional. Serviço Evento: Lançamento do livro “João Fera, desde 1986” + show Saulo Simonassi convida João Fera Data: Sexta-feira, 14 de novembro Horário: 21h Local: PUB 426 – Praia do Canto, Vitória Entrada: Gratuita Livro (com dedicatória, autógrafo e foto): R$ 75
Comércio capixaba cresce quatro vezes mais que a média do Sudeste
Varejo do Espírito Santo avança 4% no ano e lidera o desempenho regional; setor de vestuário registra alta de 17,4% O comércio capixaba tem se destacado no cenário nacional. Entre janeiro e agosto de 2025, as vendas no Espírito Santo cresceram 4%, resultado quatro vezes superior à média do Sudeste (1,1%) e bem acima da média brasileira (1,6%). O estado liderou o desempenho na região, à frente de Minas Gerais (1,5%), São Paulo (0,8%) e Rio de Janeiro (-2%). O levantamento do Connect Fecomércio-ES, elaborado com base na Pesquisa Mensal do Comércio (PMC) do IBGE, mostra que o maior impulso veio do segmento de tecidos, vestuário e calçados, que apresentou um crescimento expressivo de 17,4% no período. De acordo com André Spalenza, coordenador do Observatório do Comércio do Connect Fecomércio-ES, o desempenho reflete a vitalidade do setor e o dinamismo das empresas locais. “O comércio capixaba tem mostrado consistência no crescimento, sustentado pela recuperação da renda das famílias, pela confiança do consumidor e pela modernização das estratégias de vendas”, afirmou. Setor mantém ritmo acima da média nacional Spalenza ressalta que o Espírito Santo vem mantendo resultados acima da média nacional há vários meses, o que demonstra uma estrutura empresarial sólida e resiliente. No ranking brasileiro, o estado aparece em 6º lugar no crescimento do volume de vendas do varejo. Além do setor de vestuário, outros segmentos também tiveram desempenho positivo: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos: +11,8% Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação: +5,1% Móveis e eletrodomésticos: +4,3% Hipermercados e supermercados: +2,5% Mesmo com uma leve retração em agosto (-1,2%), os números confirmam o vigor do setor e reforçam as expectativas de um fim de ano aquecido, com a Black Friday e o Natal impulsionando as vendas. Varejo ampliado também avança No varejo ampliado — que inclui veículos, motocicletas, material de construção e atacado de alimentos, bebidas e fumo — o Espírito Santo também apresentou resultado acima da média: +2,2% no acumulado do ano, frente a -0,4% no Brasil e -0,8% no Sudeste. O destaque foi o atacado de alimentos e bebidas, com crescimento de 23,4%, o melhor desempenho desde 2022. “O Espírito Santo tem conseguido conciliar expansão com sustentabilidade financeira, o que o posiciona como líder regional em competitividade varejista”, completou Spalenza. Inovação e proximidade com o cliente Para o empresário Édson Wander de Souza, sócio-diretor do Grupo Prenda Shop, a inovação tem sido decisiva para manter bons resultados. “Mesmo com um mercado mais estável, temos investido em marketing digital, treinamento e fidelização, com estratégias como o cashback, que estimula o cliente a voltar. Essa recompra contínua cria vínculo e diferencia o comércio físico da concorrência digital”, destacou. A prática do cashback tem se consolidado como tendência no varejo urbano, fortalecendo o relacionamento de longo prazo entre lojistas e consumidores. “Essa tendência mostra que, mesmo em um cenário desafiador, é possível estimular o consumo de forma estratégica. O cashback gera previsibilidade nas vendas e fortalece a fidelização”, avaliou Spalenza. A pesquisa completa pode ser consultada no site portaldocomercio-es.com.br. Sobre o Sistema Fecomércio-ES A Fecomércio-ES, integrante da Confederação Nacional do Comércio (CNC), representa mais de 405 mil empresas, responsáveis por 58% do ICMS arrecadado no estado e 652 mil empregos. Com mais de 30 unidades e presença em todos os municípios capixabas, a federação atua por meio do Sesc-ES, Senac-ES e Instituto Fecomércio. O projeto Connect é uma iniciativa da Fecomércio-ES em parceria com a Faesa, com apoio do Senac-ES, Secti-ES, Fapes e Mobilização Capixaba pela Inovação (MCI).
Ação pela Cidadania leva serviços e lazer a mais de 10 mil pessoas em Cariacica
Mais de 10 mil pessoas participaram, neste sábado (8), de mais uma edição do Circuito Cultural e Turístico Ação pela Cidadania – Estado Presente em Defesa da Vida, promovido pelo Governo do Estado no Parque O Cravo e a Rosa, em Cariacica. O evento reuniu cerca de 90 serviços gratuitos nas áreas de saúde, cidadania, assistência social, cultura, segurança pública e lazer, beneficiando moradores de todas as idades. O governador Renato Casagrande destacou o caráter social do programa: “A Ação pela Cidadania integra o Programa Estado Presente, que vai além da atuação policial. É também um esforço de inclusão e de oferta de serviços públicos essenciais. O Estado não é apenas polícia, é também saúde, infraestrutura e educação.” O circuito é uma parceria entre o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Casa Civil, e o ES Convention & Visitors Bureau, com apoio da Prefeitura de Cariacica. Mais de 600 profissionais participaram da mobilização. Segundo o secretário-chefe da Casa Civil, Júnior Abreu, essa foi “a maior ação da história do Espírito Santo”, unindo cultura, turismo e cidadania em um mesmo espaço. Entre os serviços oferecidos, houve vacinação contra diversas doenças, testes rápidos, consultas oftalmológicas, emissão de documentos civis e trabalhistas, atendimentos jurídicos gratuitos, orientações de saúde e inscrições em cursos do QualificarES. A estrutura contou ainda com Delegacia Móvel, carreta do Programa Pet Vida para castração e microchipagem de animais, corte de cabelo gratuito, renegociação de dívidas e substituição de lâmpadas por modelos de LED. O evento também teve apresentações culturais, exposições das forças de segurança e estrutura acessível com intérpretes de Libras, consolidando-se como um dia de cidadania, inclusão e lazer para a população capixaba.
João Gualberto – “Urupema”
Boa parte da ação de Urupema se passa na fazenda que pertence aos avós da menina que narra a história. Urupema é o nome de um extraordinário romance de Andréia Delmaschio, publicado recentemente, vencedor do prêmio Carolina Maria de Jesus, do Ministério da Cultura, para literatura produzida por mulheres de 2023. É mais um trabalho que atesta o argumento que venho sustentando em vários artigos publicados neste espaço, de que no Espírito Santo se produz uma literatura de alta qualidade. Basta ler Urupema para termos certeza disso. Entretanto, não me sinto confortável para realizar uma análise do conteúdo literário da obra, por isso me atenho às dimensões sociológicas do trabalho. Tenho tentado – os que seguem meus artigos são testemunhas disso – levantar, através da boa literatura que se faz no Espírito Santo, os fragmentos da construção do nosso imaginário social, no qual as dimensões do político são sempre muito importantes. Boa parte da ação de Urupema se passa na fazenda que pertence aos avós da menina que narra a história. A personagem, logo no início da trama, é apresentada assim: “Férias na fazenda já eram aventura de sobra para a criança cerceada que eu era, o ano inteiro gasto entre a pequena casa de tábuas, ao pé do mangue, e a escola periférica, no alto do morro mais pobre no bairro pobre.” Não se trata, portanto, de uma história que se passa no interior das classes capixabas mais ricas. É, antes, pelo contrário, um mergulho no mundo daqueles que abandonaram a vida no campo para viver o dia a dia das periferias da nossa região metropolitana. Em outros romances já apresentados aqui podemos ver o mundo rural capixaba, que tão bem conheço da minha infância nos anos 1950 e 1960, como em O Menino; ou então a dura vida da periferia da Grande Vitória, como nos contos reunidos em A última Noite ou no romance Aninhanha, todos do grande escritor Pedro J. Nunes. Em Urupema, o recurso narrativo utilizado por Andréia Delmaschio é muito original. Nele a periferia, suas feiuras a agruras estão muito próximas do mundo rural, visitado pela narradora em sua infância, mais exatamente no Patrimônio do Ouro e na Vila do Quinze, na região Norte do Espírito Santo. Assim, lá pelo auge da ditadura militar, vemos a coexistência desses dois mundos, embora o começo da história se passe justamente nos anos 1950 e 1960. Essa fusão e transição de dois mundos nos dão pistas importantes para entender como uma espécie de longa duração, na tradição historiográfica francesa, se deu entre o universo da roça e da cidade, na modernização industrial conservadora que tivemos na época. A total ausência de políticas públicas por parte das autoridades capixabas para acolher esses deserdados do campo explica muito das mazelas trazidas pela violência, pelo autoritarismo e pela continuidade das desigualdades vindas do campo. O livro não fantasia e nem romantiza o mundo rural, lá onde está fincada a colonização europeia do século XIX dos italianos, personagens da história, como os avós paternos da menina. Ali também se fundem a maldade, o preconceito e a discriminação, muitas vezes típicos desses personagens históricos. É muito bem construída a forma como a perversidade machista desse avô paterno se mostra a todo momento. Mau marido, mau pai, mau vizinho, nazifascista. O personagem não deixa que pensemos que tudo o que vem da roça é ingênuo e puro, como muitas vezes se constrói na fantasia urbana. A grande diferença entre os dois mundos vividos pela menina no romance é a coesão social: “É provável que a minha pequena família, já nessa época migrada para a cidade há uma década, fosse bem mais despossuída que aquelas outras, dos meus parentes, mesmo os mais pobres, porque eles viviam todos integrados a uma comunidade coesa, na qual grande parte dos serviços e bens era compartilhada e realizada conjuntamente. Antes de tudo, eles tinham uns aos outros.” Quanto à vida na cidade maior, é tudo muito mais duro: “Os festejos religiosos, único tópico em que nossos pais aparentavam plena concordância, formaram um capítulo especial no grosso livro dos constrangimentos públicos que nos eram impostos pela mais singela ignorância e farta insensibilidade do casal. A nossa assídua participação neles expunha com imodéstia uma espécie de triunfo dos desejos estéticos e de socialização daqueles dois caipiras suburbanizados.” Na família, que vive na periferia da Grande Vitória, onde parece que a paz e a felicidade estavam sempre ausentes, tem destaque a história de um menino particularmente perverso, ligado a toda uma simbologia de violências. Nada vou adiantar de sua participação na trama de Andréia Delmaschio, para não tirar do leitor o desejo de ler essa obra, que engrandece a nossa literatura e é mostra do vigor intelectual das mulheres que escrevem em nosso estado. *João Gualberto Vasconcellos é mestre e professor emérito da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Doutor em Sociologia pela Escola de Altos Estudos em Ciência Política de Paris, na França, Pós-doutorado em Gestão e Cultura. Foi secretário de Cultura no Espírito Santo entre 2015 e 2018. *A opinião do articulista é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a posição do portal News Espírito Santo
Semana na Grande Vitória: céu carregado nos primeiros dias e sol firme a partir de quarta
A região da Grande Vitória inicia esta segunda-feira sob um cenário de transição climática — com sol tímido e céu encoberto, as condições não prometem maior estabilidade até meados da semana. Os alertas meteorológicos permanecem ativos, exigindo atenção especial da população para possíveis quedas de temperatura e instabilidades pontuais. A partir de quarta-feira, a previsão aponta para mudança de padrão: o céu clareia, o sol ganha protagonismo e as máximas sobem, promovendo ambiente mais propício para atividades ao ar livre, passeios e programas fora de casa. Ainda assim, o fim de semana reserva possibilidade de pancadas de chuva — o que reforça a importância de acompanhar as atualizações meteorológicas. Detalhamento por dia Segunda-feira (10/11) Um pouco de sol pela manhã, evoluindo para céu predominantemente nublado ao longo do dia. A mínima estimada para a manhã é de 19 °C, com máxima próxima a 25 °C. Posiciona-se como dia de transição, exigindo atenção sobretudo quanto ao vestuário e possíveis áreas de instabilidade. Terça-feira (11/11) Céu com nuvens baixas se mantendo durante a maior parte do dia. A mínima prevista gira em torno de 17 °C, e a máxima chega próxima de 26 °C. Ainda se recomenda cautela com o declínio térmico nas primeiras horas do dia. Quarta-feira (12/11) O dia marca a virada: sol abundante, céu mais limpo e melhor condição para atividades externas. Mínima da manhã em torno de 18 °C e máxima aproximada de 27 °C. Uma janela mais favorável se abre para lazer e deslocamentos. Quinta-feira (13/11) Predominantemente ensolarado, com mínima estimada de 19 °C e máxima aproximada de 30 °C — a maior da semana até o momento. Dia ideal para programas ao ar livre ou aproveitar o clima mais estável. Sexta-feira (14/11) Ainda com sol em destaque, embora com aumento de nuvens. As temperaturas variam entre mínima de 21 °C e máxima de cerca de 29 °C. O fim da semana se aproxima com clima propício, porém com leve atenção ao céu que já antecipa variações. Sábado (15/11) Retorno de instabilidade: a previsão indica máxima na casa de 27 °C e mínima de 21 °C, com possibilidade de algumas pancadas de chuva. Para quem tem compromissos externos, convém planejar alternativa ou monitorar atualizações meteorológicas de última hora. Domingo (16/11) Máxima estimada em torno de 27 °C, mínima de aproximadamente 22 °C, com chance de uma pancada de chuva ao longo do dia. Um fim de semana com alerta para quem pretende atividades ao ar livre — melhor confirmar o tempo antes de sair.