Aos 16 anos, Lívia Tavares Martini Quintas passa a integrar a lista dos 40 melhores atletas capixabas de 2025 O Iate Clube do Espírito Santo (ICES) reafirma sua tradição na formação de talentos do esporte náutico com o reconhecimento da jovem velejadora Lívia Tavares Martini Quintas. Aos 16 anos, a atleta foi eleita Melhor Atleta Capixaba de Vela 2025 e passou a integrar a lista dos 40 melhores atletas do Espírito Santo no ano. Iniciada na vela aos 7 anos de idade, no próprio ICES, Lívia construiu uma trajetória marcada por dedicação, disciplina e vínculo com o esporte. O reconhecimento veio durante a cerimônia do Prêmio Melhores do Esporte Capixaba 2025, realizada nesta quinta-feira (18) e promovida pelo Governo do Estado, que homenageou atletas de diferentes modalidades. A premiação foi entregue pelo governador Renato Casagrande ao pai da atleta, Péricles Martini Quintas, já que Lívia está no Rio de Janeiro, onde cumpre uma intensa rotina de treinamentos. Atualmente, após se destacar na classe Optimist, a velejadora compete na classe ILCA (Laser), uma das mais técnicas e respeitadas do cenário olímpico. Nos próximos meses, Lívia se prepara para disputar o Campeonato Brasileiro de Laser, a Copa da Juventude e o Campeonato Sul-Americano, entre janeiro e março, com foco nas classes ILCA 4 e ILCA 6 — esta última considerada a porta de entrada para o ciclo olímpico feminino. Para o comodoro do Iate Clube do Espírito Santo, Fabiano Pereira, a trajetória da atleta reflete a missão do clube. “A Lívia representa tudo aquilo em que o Iate Clube acredita: formação desde a base, disciplina, paixão pelo esporte e apoio contínuo aos nossos atletas. Ver uma jovem que começou aqui, ainda criança, alcançar esse reconhecimento estadual reforça nossa missão como formadores de talentos que levam o nome do Espírito Santo para o Brasil e para o mundo”, afirma. A conquista também destaca o apoio familiar ao longo da carreira da atleta. Para a mãe, Elizabeth Tavares Ferreira, o reconhecimento é resultado de um trabalho coletivo. “Essa vitória é fruto de muito trabalho, do apoio dos técnicos e, acima de tudo, do amor da Lívia pela vela. Seguimos com humildade e vontade de aprender sempre”, diz. A própria atleta resume o momento com simplicidade: “Mamãe, eu não sou isso tudo que você pensa.” O resultado reforça o papel do Iate Clube do Espírito Santo na formação de atletas e no fortalecimento da vela capixaba.
Geovani manda recado ao Vasco e diz que está na torcida pelo título da Copa do Brasil
Ídolo do Vasco da Gama, da Seleção Brasileira e um dos maiores nomes da história do futebol capixaba, Geovani Silva usou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para enviar uma mensagem de apoio ao clube cruzmaltino na reta final da Copa do Brasil. O ex-jogador publicou um vídeo no Instagram demonstrando confiança na equipe antes do segundo jogo da final contra o Corinthians, no Maracanã. Capixaba, revelado pelo futebol do Espírito Santo e eternizado na história do Vasco, Geovani relembrou um momento marcante de sua vida recente ao aparecer vestindo uma camisa recebida dos jogadores durante o período em que enfrentou um grave problema de saúde. “Estou com a camisa que eu ganhei dos jogadores quando eu tive aqueles problemas de saúde, mas agora eu estou aqui para agradecer a camisa, agradecer e torcer muito para que o Vasco consiga nessa Copa do Brasil ser campeão”, afirmou. Na sequência, o ídolo cruzmaltino reforçou sua ligação com o clube e o sentimento de torcida para a decisão. “Eu não tenho dúvida que eu vou estar torcendo, vibrando e frente para frente, Vasco!”, declarou. A manifestação de Geovani repercutiu entre torcedores e admiradores, que reconhecem sua trajetória vitoriosa, marcada por títulos, convocações para a Seleção Brasileira e uma relação histórica com o Vasco da Gama. Mesmo fora dos gramados, o ex-meia segue como uma das vozes mais respeitadas do futebol brasileiro e um dos maiores símbolos do esporte capixaba.
Guilherme Henrique Pereira – “Sua majestade a energia”
Desde a primeira revolução industrial (século 18) o consumo de energia elétrica experimentou uma expansão fantástica tornando-se, sem dúvidas, um dos bens mais importantes para o mundo da produção e para a sobrevivência humana. O noticiário recente, ao apresentar depoimentos das pessoas que foram afetadas pela falta de energia elétrica na região metropolitana de São Paulo, apenas por poucos dias, evidenciou com eloquência o impacto econômico e emocional que foi provocado. Mobilizou governador, prefeitos e Governo Federal clamando por solução rápida e com certa garantia por estabilidade para que desastre não ocorra mais, pelo menos como aconteceu nos últimos anos. O crescimento da demanda, ao longo dos dois últimos séculos até a essencialidade atual deste “insumo”, exigiu o desenvolvimento de uma indústria extremamente complexa e portadoras de muitas incertezas que exigiram, e ainda exigem, desenvolvimento tecnológico, bem como a evolução de nova especialidade nas instâncias públicas, que é capacidade para regulação. No Brasil, desde o Código de Águas de 1934 (Getúlio Vargas), regulando inclusive a concessão para geração de energia, passando pelos investimentos em grandes usinas hidroelétricas (nas décadas de 1960 a 1980, principalmente), o processo de privatização, desverticalização, abertura de mercado e implantação das estruturas de regulação que se tornaram mais necessárias são marcos importantes da evolução da economia da energia. Inicialmente o segmento era composto por empresas públicas que, grosso modo, eram além de monopólios naturais regionais verticalizados, que operavam em toda a cadeia da produção até a distribuição, da qual predomina até hoje a geração hidroelétrica. As reformas introduzidas no setor estabeleceram segmentação de funções e muitos novos atores: geradoras, transmissão de longa distância, distribuição, ANEEL (agência reguladora), ONS (Operador Nacional do Sistema), CCEE (Câmara de comercialização de energia) que opera a nova possibilidade introduzida de livre contratação de energia para consumidores de maior porte. Sem dúvida, foi modernizada a organização industrial do setor com vista a maior concorrência, bem como expectativas de dinamizar os investimentos requeridos para novos e crescentes padrões de consumo. De outro lado, na sociedade iniciava uma nova revolução tecnológica com base nas tecnologias de comunicação (TIC) com profundas transformações em todas as dimensões da produção e da vida humana. O uso intenso dos computadores, com todas as suas demandas de suporte e de segurança cibernética, amplificou ainda mais a demanda por energia elétrica, além de consagrar sua essencialidade para a vida contemporânea. Em paralelo, as ameaças climáticas exigiam novas fontes de geração de energia mais limpa, promovendo avanços significativos na tecnologia de geração trazendo novas alternativas: solar, eólica, biomassa, etc. Semana passada a consultoria Inventta divulgou o seu estudo Panorama do Setor Elétrico – Macromovimentos e Tendências mostrando que o setor está vivenciando, sobre muitos aspectos, “um período dos mais desafiadores de sua história”. As fontes alternativas de renováveis, que já representam 88% da matriz elétrica nacional, são bem-vindas, porém, sua expansão já com mais de 3 milhões de micro e mini usinas solares conectadas à rede, que somadas às unidades eólicas já representam 1/3 da matriz energética nacional. Ocorre que estas fontes são intermitentes, posto que dependentes do sol e do vento. Gerenciar esta característica nos sistemas de transmissão, de distribuição e a relação com a geração hidráulica, não é tarefa trivial. De fato, impõe enormes desafios para a regulação, bem como de avanços tecnológicos. Chamou atenção no estudo a informação sobre o peso espetacular das demandas de energia dos datacenters instalados e dos novos projetos na pauta. Um novo negócio que vem da revolução tecnológica das TIC, conforme já comentamos. Enfim, para nós consumidores fica claro que se não houver planejamento, público e privado sério nos próximos anos, investimentos, desenvolvimento de tecnologia, avanços em capacidade de regulação para lidar com estes principais agentes de transformação estaremos sob risco de crises frequentes de abastecimento. Vale resumir o que o estudo aponta como agentes de transformação: a geração distribuída (sua intermitência), o mercado livre (estímulo à concorrência, supostamente na expectativa de maior eficiência empresarial), os data centers e a digitalização da rede, não caminham sozinhos. Eles exigem reequilíbrio regulatório, modernização da infraestrutura e novas competências organizacionais. *Guilherme Henrique Pereira é doutor em Ciências Econômicas, autor do livro Economia, Governos e Suas Políticas e diretor executivo do Instituto Gestão e Desenvolvimento Sustentável – IGEDS ARANDU.
Bluzz leva modelo de cuidado integrado a Linhares e amplia presença no ES
A operadora de saúde Bluzz anuncia a expansão de suas operações no Espírito Santo com a chegada a Linhares, levando ao Norte do Estado o mesmo modelo de cuidado integrado que já caracteriza suas unidades na Grande Vitória, em Vitória e na Serra. A nova clínica adota o padrão de atendimento multiprofissional da operadora, reunindo tecnologia, acolhimento e acompanhamento contínuo. A proposta é oferecer uma experiência completa em saúde, com consultórios modernos, equipe qualificada e foco na prevenção, na resolutividade e na qualidade do cuidado prestado aos pacientes. De acordo com o CEO da Bluzz, Dr. Márcio Almeida, a implantação da unidade em Linhares representa um movimento estratégico dentro do plano de crescimento da operadora. “Nosso compromisso é oferecer um atendimento próximo, resolutivo e humano. Assim como nas unidades da Grande Vitória, Linhares contará com uma estrutura pensada para promover bem-estar e qualidade de vida, com foco na prevenção e no cuidado contínuo”, afirma. Inspiração nas Zonas Azuis O nome Bluzz tem origem no conceito das chamadas “Zonas Azuis”, regiões do mundo reconhecidas pelos altos índices de longevidade e baixa incidência de doenças crônicas. Locais como Okinawa, no Japão, e Sardenha, na Itália, compartilham hábitos associados a uma vida mais longa e saudável, como alimentação equilibrada, rotina ativa, fortes conexões sociais e acesso eficiente aos cuidados de saúde. Inspirada nesses territórios, a Bluzz aplica esse conceito à saúde suplementar por meio de um modelo de cuidado integrado, que prioriza a prevenção, o acompanhamento contínuo e a promoção do bem-estar. A operadora parte do entendimento de que viver mais não é suficiente: é preciso viver com qualidade. Nesse sentido, a Bluzz investe em um atendimento próximo e resolutivo, oferecendo suporte para que seus beneficiários adotem hábitos mais saudáveis e mantenham uma vida equilibrada. Assim como ocorre nas Zonas Azuis, onde a longevidade é resultado de escolhas diárias e de um ambiente favorável ao bem-estar, a operadora busca transformar a experiência em saúde, contribuindo para uma vida mais longa e plena.
Imóvel dentro de resort em Pedra Azul se destaca no mercado de alto padrão
O Espírito Santo passa a integrar, de forma definitiva, a rota brasileira dos destinos imobiliários de alto padrão com o Vive Le Vin, empreendimento da Invite Inc., localizado em Pedra Azul, nas montanhas capixabas. Reconhecida por suas paisagens emblemáticas e pelo turismo de experiência, a região consolida agora um novo perfil de ocupação: imóveis sofisticados voltados à natureza, à privacidade e ao bem-estar. A tendência é nacional. Estudos e análises do setor imobiliário indicam que destinos de montanha — como Campos do Jordão, Gramado e Monte Verde — vêm superando áreas litorâneas em valorização. Clima ameno, altitude, exclusividade e menor densidade urbana redefiniram o conceito de luxo no país. Pedra Azul acompanha esse movimento, com um diferencial estratégico: preservação ambiental aliada a projetos de alta curadoria. É nesse contexto que o Vive Le Vin se posiciona como um marco. Inspirado no universo do vinho e na linguagem da arte contemporânea, o empreendimento combina arquitetura autoral, integração com a paisagem e experiências enogastronômicas a uma proposta inédita no Espírito Santo: adquirir um imóvel inserido na estrutura de um resort, com serviços, experiências e gestão integrados. A proposta vai além da entrega de unidades residenciais e traduz uma filosofia de vida em que o tempo assume o papel central do luxo. “O Vive Le Vin nasce para representar um novo modelo de viver com mais essência. Não é apenas um imóvel nas montanhas, é um estilo de vida. Aqui, o morador troca o excesso pelo essencial, o movimento pela contemplação. Todo o projeto foi pensado para oferecer a raridade do tempo bem vivido, com momentos únicos, dentro de uma infraestrutura de alto padrão cercada de natureza, bem-estar e experiências”, afirma Lucas Peixoto, diretor da Invite Inc. A localização reforça o caráter exclusivo do empreendimento. Aos pés da Pedra Azul — região que reúne o melhor da gastronomia, do agroturismo e do turismo de charme no Espírito Santo — o Vive Le Vin se apresenta como o primeiro projeto do Estado alinhado ao novo conceito de segunda residência de luxo, baseado em experiência, curadoria e pertencimento. Enquanto destinos serranos consolidados enfrentam desafios como superlotação, trânsito e verticalização, Pedra Azul preserva sua escala, protege a paisagem e atrai um público que valoriza autenticidade e sofisticação natural. O Vive Le Vin materializa esse momento e posiciona o Espírito Santo no circuito nacional dos refúgios de alto padrão. Vinho, arte e paisagem como essência do projeto O conceito do Vive Le Vin foi desenvolvido a partir de estudos de tendências internacionais, como os da WGSN, que apontam para uma redefinição do luxo: menos acúmulo e mais experiências significativas. Em Pedra Azul, isso se traduz em desaceleração, conexão com a natureza e valorização dos momentos. Com unidades limitadas e arquitetura integrada ao entorno, o empreendimento conta com mais de 2 mil metros quadrados destinados à gastronomia, lazer e wellness. A estrutura inclui espaços de degustação, spa, áreas de convivência, pomar, mirante e ambientes preparados para experiências ao ar livre. Os apartamentos possuem 1, 2 e opção de 3 quartos, permitindo ao proprietário ter um imóvel dentro de um resort em Pedra Azul — um conceito inédito no Espírito Santo. A proposta dialoga tanto com quem busca uma segunda residência de alto padrão quanto com investidores que enxergam o imóvel como um ativo associado a uso inteligente e experiência qualificada.
Findes projeta crescimento de 1,9% da economia do Espírito Santo em 2026
A economia do Espírito Santo deve manter trajetória de crescimento nos próximos anos. De acordo com o Indicador de Atividade Econômica (IAE-FINDES), elaborado pelo Observatório FINDES, a projeção é de alta de 3,9% em 2025 e de 1,9% em 2026. Caso as estimativas se confirmem, o Estado registrará o quarto ano consecutivo de expansão do Produto Interno Bruto (PIB). As projeções indicam desempenho acima da média nacional nos dois anos. Para 2025, a expectativa para o Brasil é de crescimento de 2,3%, enquanto para 2026 a projeção é de 1,8%, segundo o Boletim Focus do Banco Central. Os dados e análises foram apresentados em coletiva de imprensa realizada nesta quinta-feira (18), na sede da Federação das Indústrias do Espírito Santo (FINDES). O presidente da FINDES, Paulo Baraona, destacou que 2025 foi marcado por desafios significativos para o setor produtivo. “Começamos este ano já com um cenário de elevadas taxas de juros, que se mantiveram. Ao longo de 2025, nos deparamos ainda com a taxação dos EUA sobre as exportações brasileiras para o país norte-americano, situação que afetou diretamente o Espírito Santo. Lembrando que quase um terço das exportações capixabas são destinadas aos Estados Unidos”, afirmou. Apesar do cenário adverso, Baraona ressaltou que o período também foi de busca por novas oportunidades. Em dezembro, a FINDES assinou um Memorando de Entendimento (MoU) com a Decom Mission para ampliar a cooperação entre empresas capixabas e europeias no segmento de descomissionamento de plataformas de petróleo e gás. “Nosso objetivo para 2026 é aprofundar essas conexões e ampliar as possibilidades de colaboração, fortalecendo cadeias estratégicas como logística, metalmecânica, economia circular e ambiental”, destacou. Desempenho de 2025 No acumulado de janeiro a setembro de 2025, a economia capixaba cresceu 2,5% em comparação com o mesmo período de 2024, resultado superior ao do PIB brasileiro, que avançou 2,4%. Todos os setores econômicos apresentaram crescimento no período, com destaque para a agropecuária (16%), a indústria (3,7%) e os serviços (0,6%). A economista-chefe da FINDES e gerente executiva do Observatório FINDES, Marília Silva, explicou que, mesmo com o aperto monetário ao longo do ano, a atividade econômica manteve expansão. Segundo ela, o desempenho esteve concentrado em setores menos sensíveis à taxa de juros, como a agropecuária e a indústria extrativa. “Já setores mais dependentes do ciclo monetário, como os serviços, só evitaram uma desaceleração mais intensa devido ao dinamismo do mercado de trabalho”, avaliou. Indústria A indústria extrativa apresentou crescimento expressivo de 12,2% entre janeiro e setembro de 2025. A pelotização do minério de ferro avançou 7,8%, enquanto a produção de petróleo e gás natural cresceu 14,9%. De acordo com o gerente de Ambiente de Negócios do Observatório FINDES, Nathan Diirr, dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o Espírito Santo registrou produção média de 186,6 mil barris de petróleo por dia no período, alta de 14,1% na comparação anual. A produção offshore, responsável por 96,5% do total, cresceu 15,6%. Já a produção de gás natural alcançou média de 4,8 milhões de metros cúbicos por dia, aumento de 20,4%. Outro segmento industrial com crescimento foi o de energia e saneamento, que avançou 0,6%, impulsionado pelo aumento do consumo de energia elétrica no Estado. Em contrapartida, a indústria de transformação recuou 0,9%, refletindo a queda na produção de minerais não metálicos e de produtos alimentícios. A indústria da construção também apresentou retração de 1,5%, impactada pelo atual patamar da taxa Selic, em 15% ao ano. Serviços, comércio e transportes O setor de serviços cresceu 0,6% no acumulado do ano até setembro, com avanço em todas as atividades. O destaque foi o segmento de transportes, que cresceu 1,3%, impulsionado pelo aumento da demanda por transporte de cargas. O comércio avançou 0,9%, beneficiado pela elevação da renda das famílias e pelo bom desempenho de hipermercados, supermercados, vestuário, produtos farmacêuticos e atacado alimentício. Segundo Marília Silva, a queda consistente da taxa de desemprego ao longo de 2025, que atingiu mínimas históricas no terceiro trimestre, contribuiu para sustentar o consumo das famílias, mesmo diante da inflação elevada e dos juros altos. Agropecuária A agropecuária foi o setor com maior crescimento percentual no período, com alta de 16%. A agricultura avançou 15,9%, impulsionada principalmente pela safra do café, além de culturas como cana-de-açúcar, milho, arroz, tomate, laranja e coco-da-baía. A pecuária cresceu 2%, com bom desempenho na produção de bovinos, leite, suínos, aves e ovos. Nathan Diirr explicou que o crescimento da produção de café conilon, responsável por 81% da produção estadual, compensou os efeitos da bienalidade negativa do café arábica. Segundo ele, condições climáticas mais favoráveis após o El Niño de 2024 contribuíram para o resultado, com chuvas bem distribuídas e melhores condições hídricas.