Morar Construtora completa 45 anos com mais de 12 mil imóveis entregues e registra R$ 153 milhões em Volume Geral de Vendas apenas nos seis primeiros meses de 2026 A Morar Construtora, que completa 45 anos de atuação neste mês de junho, encerrou o primeiro semestre de 2026 com 444 unidades comercializadas e mais de R$ 153 milhões em Volume Geral de Vendas (VGV). A expectativa da empresa é superar a marca de R$ 350 milhões em VGV até o fim do ano, reforçando a trajetória de crescimento construída ao longo de mais de quatro décadas no mercado imobiliário capixaba. Os resultados se somam ao histórico da construtora, que já entregou mais de 12 mil imóveis distribuídos em 77 empreendimentos, com atuação concentrada nos municípios de Vitória, Vila Velha e Serra. Somente nos últimos cinco anos, a empresa acumulou R$ 1,2 bilhão em VGV e já prevê a realização de dois novos lançamentos em 2027. O desempenho da Morar acompanha um momento positivo para o mercado habitacional brasileiro. As alterações promovidas pelo Governo Federal em abril ampliaram os limites de renda do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e facilitaram o acesso ao crédito imobiliário para famílias que antes não se enquadravam nas regras de financiamento. No Espírito Santo, os reflexos dessa mudança já são percebidos no portfólio da construtora. “As mudanças ampliaram o acesso ao crédito e criaram oportunidades para um público maior, contribuindo para manter a demanda aquecida no mercado imobiliário capixaba”, destaca o diretor comercial e de Marketing da Morar, Felippe Vieira. Atualmente, a empresa possui quatro empreendimentos enquadrados no Minha Casa, Minha Vida: Vista dos Araçás e Colina das Amoras, em Vila Velha, além do Vista Tropical e Vista do Arvoredo, na Serra. Dos 77 empreendimentos já entregues pela construtora, 19 foram destinados ao programa habitacional e 58 ao segmento de médio e alto padrão. O ritmo de expansão deverá continuar no segundo semestre com o lançamento do Vista dos Colibris, no bairro Vale Encantado, em Vila Velha. O empreendimento contará com 512 unidades e VGV estimado em R$ 167 milhões. Os apartamentos terão opções de dois quartos, dois quartos com suíte e três quartos, além de unidades com varanda ou quintal privativo. Outro lançamento recente da empresa foi o Morada Vitória (foto acima), no bairro de Fátima, na Serra, próximo à infraestrutura de serviços de Jardim Camburi. O empreendimento marca o retorno da Morar ao segmento de médio e alto padrão, oferecendo apartamentos de dois e três quartos com suíte. Ao longo de seus 45 anos de história, a construtora também contribuiu para a geração de mais de 10,3 mil postos de trabalho, reforçando sua participação no desenvolvimento econômico e social do Espírito Santo. Qualidade e reconhecimento A solidez da Morar também é refletida na qualidade dos empreendimentos e na pontualidade das entregas. A empresa é a única construtora capixaba a integrar o Ranking INTEC das 100 Maiores Construtoras do Brasil e a conquistar o Nível de Desempenho Técnico (NDT) da Caixa Econômica Federal. Desde 1998, a construtora mantém a certificação ISO 9001, norma internacional voltada à gestão da qualidade de produtos, serviços e processos, sendo a primeira empresa do setor no Espírito Santo a obter esse reconhecimento. Feirão de aniversário Como parte das comemorações pelos 45 anos, a Morar promoverá, no dia 18 de julho, o Feirão de Aniversário 45 Anos Morar. A ação oferecerá apartamentos em Vila Velha e na Serra com condições especiais de financiamento e oportunidades diferenciadas para os clientes.
Sob nova direção, Federação de Bodyboarding planeja Circuito Capixaba 2026 com 3 etapas
A Federação de Bodyboarding do Espírito Santo (Febbes) inicia um novo ciclo administrativo com a posse de Flávio Aquino na presidência para o mandato 2026-2030. A nova gestão assume justamente no ano em que a entidade completa 30 anos de atuação no desenvolvimento da modalidade no Estado. Entre as principais metas está a realização de três etapas do Circuito Capixaba de Bodyboarding, reunindo atletas em 11 categorias. A abertura da temporada está marcada para os dias 1º e 2 de agosto, na Praia do Morro, em Guarapari. As outras duas etapas estão previstas para outubro e novembro, ambas em Vila Velha. Além das competições, a nova diretoria pretende investir na formação e reciclagem de árbitros, modernizar a gestão da federação, ampliar a oferta de produtos ligados à modalidade e promover novos eventos voltados ao fortalecimento do bodyboarding capixaba. Empresário de 45 anos, Flávio Aquino é idealizador e sócio-proprietário da marca Fruteria Brasil e pratica surf há 33 anos. Também atua na área de tecnologia aplicada ao esporte, sendo responsável pelo desenvolvimento e operação de sistemas de notas utilizados em competições de surf e bodyboarding. Sua experiência técnica inclui participação na organização de eventos estaduais, nacionais e internacionais. A diretoria da Febbes é composta ainda por André Majevski (vice-presidente), Christian Rosa (1º secretário), Luana Pessoa de Aquino (2ª secretária), Cassio Moraes de Souza (1º tesoureiro), Thiago Abul (2º tesoureiro), Celio di Cavalcanti (diretor administrativo), Frank Bernardo (diretor técnico) e Oswaldo Bissoli (diretor de comunicação), além dos integrantes do Conselho Fiscal.
Jogo do Brasil na Copa não garante folga; especialista explica regras para trabalhadores
A partida da Seleção Brasileira na próxima segunda-feira (29), às 14 horas, volta a levantar uma dúvida entre trabalhadores e empregadores: haverá liberação do expediente durante o jogo? Segundo o advogado trabalhista Yghor Dalvi, do escritório Ferreira Borges Advogados, a resposta é não. Pela legislação, não existe obrigação de conceder folga ou reduzir a jornada em dias de jogos da Copa do Mundo. De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), os dias de partidas da seleção não são considerados feriados nacionais. Assim, a jornada de trabalho deve ser cumprida normalmente, salvo se houver decisão do empregador, acordo individual ou previsão em convenção coletiva. “Não existe previsão legal que obrigue a empresa a dispensar o empregado em dias de jogos da seleção. O dia de jogo é um dia normal de trabalho. O que pode ocorrer é uma liberalidade do empregador ou um ajuste prévio com compensação de horas”, explica o advogado. Nos casos em que a partida acontece durante o horário comercial, como o confronto das 14 horas, as empresas podem adotar diferentes alternativas para organizar a jornada. Entre elas estão manter o expediente normalmente, liberar os funcionários sem necessidade de compensação, antecipar ou adiar o horário de trabalho, utilizar banco de horas ou firmar acordos individuais ou coletivos para compensação da carga horária. Para os trabalhadores, a principal orientação é não deixar o trabalho sem autorização. Segundo Dalvi, a ausência ou saída antecipada sem acordo prévio pode ser considerada falta injustificada, com possibilidade de desconto salarial e aplicação de medidas disciplinares. “Se não houver acordo prévio com a empresa, o trabalhador deve cumprir a jornada normalmente. Caso queira assistir ao jogo, o ideal é verificar com antecedência se há política interna, compensação de horas ou possibilidade de flexibilização”, orienta. Embora a legislação não imponha a liberação dos empregados, é comum que empresas adotem medidas para flexibilizar o expediente em eventos esportivos de grande interesse nacional. No entanto, qualquer alteração deve respeitar as regras trabalhistas, especialmente em relação ao controle e à compensação da jornada. Na Grande Vitória, alguns supermercados e estabelecimentos comerciais já anunciaram que encerrarão as atividades mais cedo nos dias de jogos da Seleção. Já as agências bancárias funcionarão até as 12 horas na próxima segunda-feira, conforme orientação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), permitindo que funcionários e clientes acompanhem a partida.
Novo piso dos professores: aposentados também têm direito ao reajuste? Especialista esclarece
A sanção do novo piso salarial nacional dos professores da educação básica, fixado em R$ 5.130,63 para jornada de 40 horas semanais, trouxe uma conquista importante para a categoria. No entanto, o reajuste também reacendeu uma dúvida entre milhares de educadores que já se aposentaram: afinal, o novo piso também gera reflexos nos benefícios de quem deixou a sala de aula? De acordo com o advogado especialista em Direito do Magistério, Amarildo Santos, a resposta depende da situação de cada servidor e das regras pelas quais ocorreu a aposentadoria. “Muitos professores acreditam que qualquer reajuste concedido à categoria automaticamente alcança os aposentados. Na prática, é necessário analisar a situação individual de cada servidor e verificar se existe direito à paridade com os profissionais da ativa”, explica. A paridade é uma garantia prevista para determinados servidores públicos que ingressaram no serviço antes das reformas previdenciárias e se aposentaram por regras específicas. Nesses casos, aposentados e pensionistas podem acompanhar reajustes e vantagens concedidos aos profissionais que permanecem em atividade. Segundo Amarildo, é justamente nesse ponto que surgem as maiores dúvidas. “Quando o professor possui direito à paridade, existe a possibilidade de que alterações na remuneração da carreira gerem reflexos em seus proventos. Já os aposentados que não possuem essa garantia normalmente seguem as regras de reajuste aplicáveis aos benefícios previdenciários, sem vinculação direta aos aumentos concedidos aos servidores da ativa”, afirma. O advogado ressalta que a análise não deve se limitar ao novo piso nacional. Também é necessário observar a legislação do estado ou do município, o plano de carreira da rede de ensino e a forma como a remuneração dos professores está estruturada. “Há situações em que o reajuste do piso produz reflexos para aposentados e outras em que isso não ocorre. Cada caso exige uma avaliação cuidadosa da legislação local e do ato de aposentadoria. Por isso, é importante que o professor busque orientação antes de concluir que possui ou não esse direito”, acrescenta. A discussão ganhou ainda mais relevância porque muitos professores aposentados acompanham as medidas de valorização do magistério e esperam que os avanços conquistados pela categoria também beneficiem quem dedicou décadas à educação pública. Para Amarildo Santos, este é um momento oportuno para que aposentados e pensionistas revisem sua situação funcional e verifiquem se há direitos que eventualmente não estejam sendo observados. “O professor aposentado não deve partir da premissa de que o reajuste será automaticamente incorporado aos seus proventos, mas também não deve presumir que não possui nenhum direito. A análise jurídica é o caminho mais seguro para esclarecer essa questão”, alerta. O que o professor aposentado deve verificar • Qual foi a regra utilizada em sua aposentadoria. • Se possui direito à paridade com os servidores da ativa. • Como está estruturada a carreira do magistério em seu estado ou município. • Se a legislação local vinculou o reajuste ao piso nacional. • Se há decisões administrativas ou judiciais aplicáveis ao caso.