Empresa atua nos segmentos de festas, confeitaria e decoração e anuncia clube de vantagens para consumidores O Grupo Colibri completa nove anos de atuação com sete lojas físicas no Espírito Santo e um portfólio de mais de 40 mil itens. A empresa, que trabalha nos segmentos de festas, confeitaria e decoração, também mantém operação de comércio eletrônico com atendimento para todo o Brasil. A primeira loja foi inaugurada em 5 de outubro de 2017, em Campo Grande, Cariacica, onde permanece em funcionamento. Atualmente, o grupo também está presente em Vitória, Vila Velha, Serra, Cachoeiro de Itapemirim, Marataízes e Guarapari. Segundo o proprietário, Rodolfo Schowambach, o projeto começou a ser desenvolvido em 2015, a partir da análise de modelos de negócios existentes no Rio de Janeiro e em São Paulo. A estruturação da empresa envolveu pesquisas e visitas a cerca de oito estados para conhecer diferentes formatos de atuação no setor. “Desde o início, a nossa intenção era olhar para o mercado de uma forma diferente, entender o que já existia, pesquisar outros lugares e buscar possibilidades que pudessem transformar a experiência de quem compra para uma festa, trabalha com confeitaria ou atua com decoração. Chegar aos nove anos com uma operação presente em diferentes cidades e com três frentes de atuação é um marco importante para a nossa história”, afirma Schowambach. Hoje, o grupo está dividido em três operações. A Colibri Festas atende o varejo, enquanto a CacauMix é direcionada ao mercado de confeitaria profissional e a BalãoMix atua com decoração e balões. As duas últimas trabalham no modelo B2B, com vendas destinadas a empresas. Festas e confeitaria representam, respectivamente, cerca de 35% e 30% do faturamento da Colibri. Para marcar os nove anos, a Colibri Festas lançou o Clube Colibri, programa gratuito de relacionamento com os consumidores. O cadastro pode ser feito pelo site ou aplicativo, e os clientes passam a ter acesso, por meio do CPF, a ofertas específicas, cashback e outros benefícios. Segundo a empresa, mais de 300 produtos integram atualmente as ofertas do programa, atualizadas semanalmente. COLIBRI FESTAS Vila Velha: Av. Carlos Lindemberg, 1340, Glória Cariacica: Av. Expedito García, 639, Campo Grande Vitória: Av. Nossa Senhora da Penha, 1853, Reta da Penha Serra: Av. Central, 716, Parque Residencial Laranjeiras Guarapari: Av. Ewerson de Abreu Sodré, 651 Cachoeiro de Itapemirim: Rua Capitão Deslandes, 29 Marataízes: Av. Simões Soares, 679
Moda: Ivan Aguilar apresenta prévia da coleção “Shinto” em Vitória
Encontro no Espaço Patrick Ribeiro antecipa conceitos do desfile marcado para dezembro, com referências orientais e elementos da alfaiataria contemporânea O estilista Ivan Aguilar reúne na próxima segunda-feira, 28 de setembro, às 19h30, no Espaço Patrick Ribeiro, em Vitória, os embaixadores de seu desfile anual para o Warm Up da nova coleção. O encontro apresentará uma prévia de “Shinto — Entre a Sombra e a Luz”, que chegará à passarela no dia 2 de dezembro. Participam do encontro Juliana Drago, Lu Soares, Grazziela Freire, Catarina Riva, Raquel Queiroz, André Pimenta, Marlon Vianna, Wesley Sathler, Hermínio Passamani, Joelma Peterle, Flávia Fardim, Andressa Hirle, Raigna Vasconcelos, Karina Melo Junqueira, Renato Junqueira, Douglas Luz, Amanda Luz, Roberta Barboza, Shirley Santos, Kleverson Passos, Luan Giuberti e Amanda Rossoni Ribeiro, entre outros convidados. A coleção “Shinto — Entre a Sombra e a Luz” reúne referências do minimalismo japonês, da natureza e da arquitetura, combinadas a elementos da identidade brasileira. Ao todo, serão apresentadas 50 criações autorais, sendo 38 masculinas e 12 femininas, com diferentes interpretações da alfaiataria. “Shinto remete a esse universo oriental fascinante, que transita entre a sombra e a luz. Não é a primeira vez que incluo a moda feminina em meus desfiles; já vivi essa experiência em Nova York e, agora, trago 12 looks para elas e 38 masculinos. O ponto alto da coleção está nas referências orientais expressas em quimonos contemporâneos, plissados, dobraduras e no rigor estético dos origamis traduzidos para a alta costura”, explica Ivan Aguilar. A influência oriental também aparece na cartela de cores. Vinho, vermelho, azul-safira e verde se combinam a tonalidades inspiradas nas carpas e no pôr do sol, além de laranja queimado, terracota, carvão e marfim. “Buscamos uma paleta viva e expressiva: o azul da safira oriental, o verde dos juncos que marcam a paisagem do Japão e da China, as cores orgânicas das carpas e o calor do sol poente”, afirma o estilista. Entre os materiais utilizados estão seda pura, lãs frias, jacquards, linho e tramas tecnológicas. Nas peças femininas, a proposta inclui blazers desconstruídos e vestidos drapeados. Já a linha masculina trabalha cortes estruturados e peças concebidas para ampliar a liberdade de movimento. SERVIÇO Warm Up da coleção “Shinto — Entre a Sombra e a Luz” Data: 28 de setembro, às 19h30 Local: Espaço Patrick Ribeiro Av. Roza Helena Schorling Albuquerque, s/nº — Goiabeiras, Vitória (ES)
Brasil fecha Wahine com título, três vices e presença em todos os pódios
Namika Yamashita vence etapa na Serra e confirma título mundial; capixabas Luna Hardman e Maylla Venturin terminam como vice-campeãs do Mundial e da etapa, respectivamente O ArcelorMittal Wahine Bodyboarding Pro 2026 terminou com forte presença brasileira nos pódios neste sábado (19), na Praia do Solemar, em Jacaraípe, na Serra. A japonesa Namika Yamashita venceu a categoria Pro e confirmou uma temporada em que também conquistou o título mundial. Entre as brasileiras, os destaques foram a capixaba Maylla Venturin, vice-campeã da etapa, Luna Hardman, vice-campeã mundial, Soraia Rocha, campeã da Master, e Melissa Souza, segunda colocada na Júnior. Na decisão da Pro, Namika derrotou Maylla por 11,50 a 8,75. A japonesa já havia assegurado antecipadamente o título do Circuito Mundial ao avançar às semifinais. Maylla chegou à final após superar a portuguesa Alice Teotonio por 12,75 a 9,50 e encerrou a competição em segundo lugar. Mesmo eliminada nas quartas de final da etapa, Luna Hardman terminou a temporada como vice-campeã mundial da categoria Pro, com 7.100 pontos. A portuguesa Filipa Broeiro ficou em terceiro no ranking. Além de Luna, outras três capixabas terminaram o ano entre as dez melhores do mundo: Maylla Venturin, em quinto; Neymara Carvalho, em sexto; e Maíra Viana, em oitavo. Na Master, Soraia Rocha conquistou aos 53 anos seu primeiro título da categoria no Wahine, 25 anos depois de sua última vitória em uma etapa mundial. Bicampeã mundial da Pro em 2000 e 2001, ela superou a portuguesa Marta Leitão por 10,75 a 10,25 em uma final decidida nos segundos finais. Joselani Amorim e a capixaba Elizangela Fragoso dividiram a terceira colocação. A categoria Júnior teve vitória da portuguesa Luana Dourado, que conquistou seu primeiro título ao superar a brasileira Melissa Souza por 12,50 a 8,75. Melissa ficou com o vice e completou a presença brasileira nos pódios das três categorias disputadas na etapa da Serra. Em sua quinta edição, o Wahine reuniu 79 atletas de oito países — Brasil, Chile, Portugal, Argentina, Costa Rica, França, Peru e Japão — e distribuiu US$ 45 mil, apontados pela organização como a maior premiação já oferecida em uma etapa do Circuito Mundial Feminino. Além das categorias Pro, Júnior e Master, a programação contou com disputas inclusivas para pessoas com deficiência e a categoria Mães & Filhas. Fora da água, o evento promoveu atividades gratuitas de lazer, saúde, cidadania e educação ambiental, além de ações de inclusão e iniciativas voltadas à comunidade. A programação terá ainda um desdobramento no próximo sábado (26), quando a Praia de Carapebus recebe, a partir das 8 horas, um aulão social de bodyboarding do Instituto Neymara Carvalho para cerca de 200 crianças e adolescentes.
TRE-ES suspende pesquisas eleitorais do Instituto Veritá divulgadas por Pazolini
Levantamentos para governador e senador tiveram divulgação suspensa após decisão apontar 52 inconsistências territoriais; Justiça Eleitoral também determinou apresentação de documentos sobre o autofinanciamento O Tribunal Regional Eleitoral do Espírito Santo (TRE-ES) determinou a suspensão imediata de duas pesquisas eleitorais do Instituto Veritá para governador e senador, divulgadas há quatro dias pelo perfil do candidato ao governo Lorenzo Pazolini nas redes sociais. Os levantamentos ES-01361/2026 e ES-00353/2026 foram alvo de representação da coligação Agora é o Futuro e tiveram a divulgação suspensa por decisão da desembargadora Eliana Junqueira Munhos Ferreira, juíza auxiliar do TRE-ES. Na publicação, o perfil de Pazolini utilizou os dois levantamentos para destacar o crescimento de sua candidatura ao governo. O material mostra o candidato passando de 38,6% na primeira pesquisa para 40,5% na segunda. Os demais concorrentes aparecem identificados no card apenas como “candidato 2” e “candidato 3”. A postagem afirma que Pazolini estaria na liderança da disputa e apresenta os números como demonstração de avanço de sua candidatura. A decisão do TRE-ES, no entanto, aponta 52 inconsistências territoriais nos arquivos apresentados pelo instituto à Justiça Eleitoral, sendo 20 na pesquisa ES-01361/2026 e 32 na ES-00353/2026. Entre os casos relacionados estão Praia da Costa atribuída a Cariacica, Jardim Camburi a Vila Velha, Itapuã a Vitória e Jardim da Penha a Cachoeiro de Itapemirim. Há ainda registros como “Caixa Postal” no campo destinado a bairro em Guarapari, “Corpo de Bombeiros” em Nova Venécia e o próprio nome “Vila Velha” lançado como bairro do município. Ao analisar o pedido de urgência, a magistrada considerou que as informações apresentadas não oferecem, neste momento, segurança suficiente para afirmar que os dados territoriais registrados correspondem aos locais onde as entrevistas efetivamente ocorreram. Segundo a decisão, a identificação correta de municípios e bairros é necessária para fiscalizar a distribuição geográfica da amostra e verificar se a execução do levantamento corresponde ao plano registrado na Justiça Eleitoral. O Instituto Veritá contestou os questionamentos. Sustentou que as divergências decorreriam da metodologia de coleta por ligações automatizadas, com perguntas abertas e autodeclaração dos entrevistados, além de situações de conurbação e possíveis ruídos de transcrição automatizada. O instituto argumentou ainda que as ocorrências representariam 1,64% e 2,70% das entrevistas de cada levantamento. Para a magistrada, essas circunstâncias podem explicar a origem de eventuais erros, mas não afastam a obrigação de conferir e classificar corretamente as informações antes de apresentá-las à Justiça Eleitoral. Retirada de publicações Com a liminar, o Veritá deverá retirar, em até 24 horas, publicações com resultados, recortes, cards, vídeos, rankings, análises ou chamadas referentes às duas pesquisas de seus sites, redes sociais e demais canais sob sua administração. Também fica impedido de republicar, compartilhar, impulsionar ou encaminhar os resultados a veículos de comunicação enquanto a suspensão estiver em vigor. Foi estabelecida multa de R$ 10 mil por ato de descumprimento. A representação também questiona a capacidade econômico-financeira do Veritá para custear com recursos próprios o volume de pesquisas registrado em 2026. Segundo os dados apresentados pela coligação e reproduzidos na decisão, o demonstrativo de 2025 registra receita bruta de R$ 3,98 milhões e lucro líquido de R$ 927 mil. Entre 12 de março e 10 de setembro de 2026, porém, o instituto teria registrado 306 pesquisas declaradas como autofinanciadas, que somariam R$ 38,37 milhões em valores informados. Em sua defesa, o Veritá argumentou que a soma desses valores não corresponde necessariamente a desembolso efetivo, integral e simultâneo. O instituto apresentou documentação referente a 2026 segundo a qual teria registrado, no primeiro semestre, receita bruta de R$ 1,5 milhão, lucro líquido de R$ 748,5 mil, disponibilidades de R$ 2,19 milhões, patrimônio líquido de R$ 3,86 milhões e ativo total de R$ 6,72 milhões, além de uma nota fiscal de aproximadamente R$ 1 milhão emitida em setembro. A desembargadora entendeu que os elementos disponíveis ainda não permitem uma conclusão definitiva sobre a regularidade do autofinanciamento, mas considerou que permanecem indícios suficientes de possível descompasso entre o volume econômico das pesquisas declaradas como custeadas com recursos próprios e a capacidade financeira demonstrada. Por isso, determinou que o instituto apresente, entre outros documentos, extratos bancários, registros contábeis, comprovantes de pagamentos e informações sobre eventuais contratos ou relações com terceiros. O Veritá também terá de fornecer as bases das 1.220 entrevistas realizadas em cada pesquisa, com a identificação do município e do bairro informados, preservada a identidade dos entrevistados. A decisão ressalta que a questão financeira não fundamentou a suspensão dos levantamentos. A medida foi determinada exclusivamente em razão das inconsistências territoriais. A decisão é liminar e provisória. O instituto terá prazo de dois dias para apresentar defesa e os documentos determinados pela Justiça Eleitoral. Depois, o processo seguirá para manifestação da Procuradoria Regional Eleitoral, e a suspensão poderá ser reavaliada.