O secretário de Estado da Fazenda, Benicio Costa, defendeu que a confiança mútua entre governo e contribuintes será um fator crucial para o sucesso da reforma tributária. A afirmação marcou o tom do encontro promovido pelo Ribeiro Fialho Advogados, em Vitória, que reuniu empresários, tributaristas e representantes do setor público para discutir os próximos passos da transição para o novo sistema. Benicio destacou que a implementação do modelo exigirá diálogo permanente e segurança jurídica, sobretudo na etapa de regulamentação do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), atualmente em elaboração pelos grupos temáticos do Comitê Gestor nacional — colegiado do qual o Espírito Santo participa. Ele observou que estados exportadores e com regimes consolidados enfrentarão desafios específicos, mas enfatizou que a reforma representa um avanço raro no país ao ter sido construída acima de interesses políticos, empresariais e federativos. O anfitrião do evento, o advogado tributarista Marco Túlio Ribeiro Fialho, chamou atenção para pontos sensíveis do texto aprovado, como a definição de créditos e o risco de restrições que possam gerar insegurança no setor produtivo. Para ele, o detalhamento das regras será fundamental para garantir previsibilidade às empresas. João Ricardo Fahrion Nüske, representante do CARF, contribuiu com uma análise sobre governança e contencioso, destacando que o novo sistema busca decisões mais rápidas, técnicas e previsíveis. Já o tributarista Kaiser Motta reforçou a necessidade de o país abandonar a cultura da desconfiança generalizada, alertando que complexidade e incerteza continuam sendo obstáculos à boa-fé do contribuinte. O consenso formado no encontro aponta para uma conclusão central: a reforma tributária vai além do desenho do imposto. Seu êxito dependerá de relações mais cooperativas — entre estados e municípios, entre setor público e setor produtivo, entre sistema e contribuinte. “Sem confiança, não há modelo que funcione”, resumiu Benicio Costa, defendendo um ambiente fiscal mais simples, moderno e capaz de destravar investimentos e estimular o crescimento do país.
Nova lei permite atualizar valores de imóveis, veículos e bens com tributos reduzidos no Imposto de Renda
Regra também libera regularização patrimonial de origem lícita. Especialista destaca oportunidade inédita, sendo uma forma de diminuir impostos na hora da venda Atualizar o valor de imóveis e veículos pagando um Imposto de Renda (IR) até cinco vezes menor — e ainda reduzir o tributo devido na hora da venda — virou realidade no Brasil. Com a nova Lei nº 15.265/2025, contribuintes podem corrigir o valor dos seus bens para o preço real de mercado pagando 4% de IR no caso de pessoas físicas, em vez dos tradicionais 15% a 22,5% aplicados fora do programa. Já pessoas jurídicas poderão pagar 4,8% mais 3,2% de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). A proposta representa uma oportunidade inédita para organizar o patrimônio, reduzir futuros impostos e evitar dores de cabeça com a Receita Federal. A lei, publicada em 21 de novembro, instituiu o Regime Especial de Atualização e Regularização Patrimonial (Rearp), permitindo que pessoas físicas e jurídicas regularizem bens omitidos a custos reduzidos e em condições facilitadas. Pela nova regra, os contribuintes podem atualizar o valor de mercado de bens adquiridos até 31 de dezembro de 2024, pagando um percentual muito menor do que o exigido fora do programa. A adesão poderá ser feita em até 90 dias, com possibilidade de parcelamento em até 36 vezes. O advogado tributarista e empresarial Samir Nemer, sócio do FurtadoNemer Advogados, destaca que o programa representa uma “janela rara” de regularização patrimonial com forte redução de carga fiscal. “É uma oportunidade inédita. Pela via tradicional, atualizar um imóvel ou regularizar um bem omitido pode gerar tributação entre 15% e 22,5% de ganho de capital, além de multas que chegam a 75% ou até 150% em casos mais graves. Com o Rearp, o contribuinte paga apenas 4% e ainda pode parcelar. Do ponto de vista jurídico e financeiro, é um cenário excepcionalmente vantajoso”, afirma Nemer, que é mestre em Direito Tributário. Para o governo federal, a proposta antecipa a arrecadação de um imposto que só incidiria sobre uma venda futura — uma forma de gerar fluxo de caixa imediato. Além da atualização de bens, o Rearp também prevê a regularização de ativos como aplicações financeiras, participações societárias, veículos e imóveis declarados incorretamente ou não declarados, mediante o pagamento de 15% de Imposto de Renda acrescido de multa equivalente. Nemer explica ainda que, fora do Rearp, não há previsão legal para uma simples “reavaliação” voluntária de imóveis ou bens na declaração. “Se o contribuinte tentar atualizar valores por conta própria fora do programa, a Receita pode interpretar a diferença como ganho de capital omitido, aplicando IR de 15% a 22,5%, multa de 75% — que é a alíquota padrão —, multa de até 150% em caso de fraude e juros pela Selic acumulados desde o fato gerador. Já no Rearp, o contribuinte regulariza ou atualiza seus bens pagando 4%, no caso de pessoa física, percentual cerca de cinco vezes menor que o regime ordinário, sem incidência de multas ou juros.” Atualização sem risco fiscal O programa também oferece segurança jurídica para quem possui bens com valores defasados na declaração, especialmente imóveis adquiridos há muitos anos. A adesão evita riscos de inconsistências fiscais, autuações e discussões sobre suposta omissão de patrimônio. “Para quem pretende vender um imóvel, organizar o patrimônio ou abrir um planejamento sucessório nos próximos anos, essa é uma chance de corrigir tudo com custo reduzido e tranquilidade jurídica. É raro o legislador abrir uma porta tão clara e tão acessível”, comenta Nemer. A Receita Federal ainda regulamentará os procedimentos, mas o prazo de adesão já está definido: 90 dias a partir de 21 de novembro. Especialistas recomendam que os contribuintes iniciem desde já o levantamento de documentos e a avaliação dos bens para evitar correria no fim do prazo. Para optar pelo Rearp, o contribuinte deve apresentar uma declaração à Receita Federal contendo seus dados pessoais; a identificação do bem e seus valores; o que constava na última declaração de IR ou na escrituração contábil; e o valor atualizado. O pagamento poderá ser feito integralmente ou parcelado, sendo necessário quitar pelo menos a primeira parcela no momento da declaração.
Canetas emagrecedoras funcionam, mas abandono do tratamento favorece volta do peso, indica estudo
Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos reforça a eficácia das chamadas canetas emagrecedoras na perda de peso, mas alerta para a necessidade de acompanhamento profissional para manter os resultados. O levantamento analisou 1,2 milhão de adultos que usaram medicamentos à base de GLP-1 entre 2010 e 2024 e identificou que mais da metade dos pacientes recupera parte do peso perdido quando interrompe o tratamento sem orientação contínua. Entre os participantes, 18.228 suspenderam o uso após reduzir pelo menos 5% do peso corporal. Para a médica nutróloga Mariana Comério, os dados mostram que, embora esses medicamentos ofereçam resultados rápidos e expressivos, eles devem ser associados a acompanhamento médico, orientação nutricional e prática regular de atividade física. “Com o devido acompanhamento, as canetas emagrecedoras podem trazer benefícios muito significativos. Essa combinação é essencial para evitar o efeito rebote, preservar a massa muscular e garantir resultados duradouros. É um tratamento revolucionário, que ajuda inclusive na mudança do estilo de vida e no combate a transtornos alimentares, como compulsões”, afirma. A médica destaca ainda que o uso dessas medicações precisa integrar um plano completo, com suporte multidisciplinar, para reduzir as chances de reganho de peso. “Quando o tratamento é interrompido sem orientação, o corpo tende a retornar ao padrão anterior — o que explica os resultados observados no estudo americano”, completa.
Autopropelido não é bicicleta: arquiteto alerta sobre o uso irregular e o impacto desses veículos o ES
O crescimento dos chamados “veículos elétricos individuais” é uma realidade nas cidades brasileiras – e Vitória não é exceção. Estima-se que já circulam cerca de nove mil autopropelidos na região metropolitana, ocupando calçadas, ciclovias e ruas, muitas vezes como se fossem bicicletas comuns. No entanto, de acordo com o Conselho Nacional de Trânsito (Contran), uma bicicleta elétrica não pode ter acelerador. Quando possui esse dispositivo, mesmo com pedais, o veículo é classificado como equipamento de mobilidade individual autopropelido — ou, como define o arquiteto e urbanista Murillo Paoli, “uma espécie de moto elétrica disfarçada de bicicleta”. De acordo com Murillo, os dados mostram o tamanho da transformação. Em 2016, o Brasil tinha pouco mais de sete mil bicicletas elétricas. Em 2025, já são cerca de 300 mil veículos elétricos em circulação, segundo dados da Associação Brasileira do Setor de Bicicletas (Aliança Bike) — e grande parte deles são justamente os autopropelidos, erroneamente chamados de “bikes elétricas”. “O problema não está no veículo em si, mas na forma como a cidade ainda não se preparou para recebê-lo. Continuamos repetindo o erro de sempre: dar mais espaço ao motor e menos às pessoas”, afirma Paoli. Apesar do aumento expressivo desses veículos, a infraestrutura urbana segue praticamente a mesma — pensada para os carros. As ciclovias ainda são desconectadas, muitas calçadas estão degradadas ou reduzidas, e a disputa por espaço tem gerado um novo tipo de trânsito: motorizado, veloz e desorganizado. “Em Vitória, deveríamos estar cumprindo o que o próprio Plano Diretor prevê: incentivar o transporte público e o não motorizado, garantindo acessibilidade e priorizando deslocamentos a pé ou de bicicleta. Mas o que vemos é o contrário — mais vagas para carros e menos espaço para pedestres e ciclistas”, ressalta o arquiteto. Recentemente, a Câmara Municipal de Vitória aprovou uma lei que estabelece uso obrigatório de capacete, limite de velocidade e registro para motos elétricas e autopropelidos. Mas, segundo Murillo, sem fiscalização, a norma se torna apenas um lembrete do que deveria funcionar. “Esses veículos têm ganhado popularidade, mas também trazem riscos. Muitos atingem velocidades próximas às de uma motocicleta, e em várias situações são conduzidos por menores de idade. Isso é uma bomba-relógio no trânsito urbano”, alerta. Murillo também chama atenção para o impacto simbólico do fenômeno. Segundo ele, a imagem positiva da bicicleta — associada à sustentabilidade, à saúde e ao convívio — está sendo confundida com um modal que não compartilha os mesmos princípios. “Um carro elétrico da BYD não deixa de ser carro só por ser elétrico. Da mesma forma, um autopropelido não é bicicleta só porque tem pedal”, ressalta. Enquanto continuarmos chamando esses veículos de ‘bikes elétricas’, estaremos mascarando um problema maior: o da perda do espaço público para formas de mobilidade individualistas e motorizadas”, pontua. Para o arquiteto, o caminho está na educação, fiscalização e planejamento urbano. Ele defende calçadas seguras, ciclovias conectadas e políticas que incentivem a mobilidade ativa, aquela que depende das pessoas, não dos motores. “Precisamos pensar cidades para as pessoas — não para as máquinas. Os novos veículos elétricos podem coexistir, sim, mas dentro de um planejamento que respeite o espaço coletivo e garanta segurança para todos”, conclui.
Fenômeno do YouTube, Enaldinho leva o espetáculo “A Origem de Happy & Angry” a Vitória
O youtuber, com mais de 44 milhões de inscritos, traz diversão, emoção e interatividade ao palco do Espaço Patrick Ribeiro em apresentação única na capital capixaba Um dos maiores nomes do YouTube Brasil, Enaldinho chega a Vitória para apresentar um dos espetáculos mais aguardados pelos fãs da cidade. Intitulada “A Origem de Happy & Angry”, a peça promete encantar toda a família ao misturar humor, ação, música, interatividade e efeitos especiais em uma experiência única. A apresentação acontece *no sábado (29), no Espaço Patrick Ribeiro*, no novo Aeroporto de Vitória, com abertura às 16h e início às 18h. Na história, o público vai conhecer Enaldinho, um garoto sonhador que deseja se tornar YouTuber, mas que precisa enfrentar o Rei, personagem que carrega dentro de si duas personalidades opostas. Happy representa seu lado confiante e otimista e Angry simboliza seus medos e inseguranças. Inspirado em sua própria trajetória, o espetáculo transmite mensagens sobre superação, autoestima e empatia, indo muito além da diversão. Com um cenário vibrante, performances cheias de energia e momentos de interação com a plateia, Enaldinho leva ao palco uma mensagem antibullying apresentada de forma leve e cativante. O público é convidado a mergulhar em uma experiência imersiva, marcada por painéis de LED, coreografias dinâmicas e cenas de grande emoção, ideais para todas as idades. Com mais de 44 milhões de inscritos no YouTube, Enaldinho consolida sua força como um dos maiores criadores de conteúdo do país, levando sua criatividade e carisma também aos palcos. Serviço A Origem de Happy & Angry – Vitória Data: 29 de novembro (sábado) Abertura: 16h | Início da peça: 18h Local: Espaço Patrick Ribeiro – Novo Aeroporto de Vitória (ES) Ingressos: disponíveis no Blueticket
Flávia Klemz, de Águia Branca, é coroada Miss Universe Espírito Santo 2026
O Miss Universe Espírito Santo 2026 chegou ao fim na noite de domingo (23) com a coroação de Flávia Klemz, de Águia Branca, como a nova representante capixaba no Miss Universo Brasil. O concurso reuniu 33 candidatas municipais e se destacou pela estrutura e pela participação de caravanas de todas as regiões do estado. As últimas etapas começaram no Confinamento Final, realizado de 17 a 21 de novembro no Hotel Transamérica Fit Reta da Penha, em Vitória. No período, as candidatas participaram de ensaios, entrevistas individuais e compromissos com patrocinadores. As noites de premiação ocorreram nos dias 22 e 23 de novembro, no Espaço Patrick Ribeiro, com programação dividida entre o evento preliminar e a grande final. Evento preliminar O evento do sábado (22) apresentou as 33 representantes municipais em desfiles de moda e cultura. A novidade desta edição foi o Desfile de Trajes Típicos, que trouxe manifestações culturais de cada um dos 33 municípios — a primeira vez em que o formato foi adotado na etapa estadual. Também houve desfile de moda praia da Eva Batalha, moda casual da My Place e moda fitness da Ative. Grande Final A final de domingo (23) contou com transmissão ao vivo e tapete vermelho apresentado por Nicole Guedes Lobo. A condução do espetáculo ficou a cargo da jornalista e apresentadora Cris Barth. O Desfile de Gala, com trajes assinados pela estilista Mari Ferrari, marcou o ponto alto da noite. O Top 3 foi formado por: Lara Marina (Miss Afonso Cláudio) Flávia Klemz (Miss Águia Branca) Stefani Oliveira (Miss Guarapari) Flávia Klemz, de 21 anos, foi anunciada vencedora e recebeu a coroa que a habilita a representar o Espírito Santo no Miss Universo Brasil 2026. Toda a votação foi auditada online em tempo real pela Miss Universe Brasil Organization. A coordenação do concurso destacou o ineditismo do desfile de Trajes Típicos e a participação das 33 cidades. “O Miss Universo Espírito Santo 2026 foi o momento histórico que planejamos. Conseguimos reunir 33 cidades em uma celebração inédita da cultura capixaba e entregamos um espetáculo de alto nível”, afirmou a organização. Organização Coordenação geral: Charles Souza Direção artística: Claude Coimbra Realização: Céos Eventos
Autora capixaba lança novo livro com reflexões irônicas e olhar crítico sobre o cotidiano
A jornalista e escritora capixaba Sílvia Rachel Chiabai lança, nesta quarta-feira, 26 de novembro, em Vitória, o livro Papéis picados 2: novas reflexões, palpites e outras irreverências irrelevantes. A obra dá continuidade ao projeto iniciado em Papéis picados, publicado em 2021 pela Editora Maré. O evento acontece na Kaffa Cafeteria, a partir das 17 horas. Assim como no primeiro volume, Papéis picados 2 reúne fragmentos, ideias, notas e observações organizadas em textos curtos. São colagens de lembranças, reflexões ácidas, citações e registros do cotidiano que dialogam com referências de rádio, TV e redes sociais. O livro propõe uma leitura dinâmica, marcada pela escrita livre e pelo humor característico da autora. Sílvia define o novo trabalho como “uma miscelânea criativa em estado de formação”, composta por “diários, listas díspares, esboços e pré-textos” que funcionam como um repertório de inspirações. Com ironia, comentou o propósito do livro: “É pra quem não gosta de ler, pois minha esperança é que ele abra portas para drogas mais pesadas como os clássicos da literatura universal”. A proposta é alcançar tanto leitores habituais quanto quem busca uma leitura leve, com reflexões rápidas e carregadas de crítica e irreverência. Sobre a autora Sílvia Rachel Chiabai é jornalista, escritora e professora universitária. Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, desenvolve trabalhos nas áreas de docência, produção editorial e crítica cultural. Além de Papéis picados e Papéis picados 2, publicou crônicas, ensaios e artigos em diferentes veículos e coletâneas. Serviço Data: 27 de novembro (quinta-feira) Horário: 17h às 20h Local: Kaffa Cafeteria – Av. Anísio Fernandes Coelho, 1850, Jardim da Penha, Vitória Valor: R$ 37,00 Pagamento (Pix): 65255704768
Congresso debate processo legislativo e práticas da advocacia no ES
O auditório do Tribunal de Contas do Estado do Espírito Santo (TCE-ES) recebe, nesta quinta (27) e sexta-feira (28), o Congresso de Processo Legislativo e Práticas da Advocacia, promovido pela Escola Superior da Advocacia da OAB-ES (ESA) em parceria com as comissões de Estudos Constitucionais e de Procuradores Legislativos da Ordem. O evento reunirá representantes de órgãos públicos, especialistas, procuradores e professores para dois dias de debates sobre governança, constitucionalidade, representação institucional e inovações no processo legislativo. A programação inclui conferências, painéis temáticos, diálogos e apresentações no formato Ted Alike, abrangendo temas como a relação entre Executivo e Legislativo, emendas impositivas, advocacia pública, inovação normativa orientada a resultados, novas tecnologias e o papel institucional do procurador legislativo. O congresso acontecerá no TCE-ES, localizado na Enseada do Suá, em Vitória. Os participantes terão direito a certificado de 13 horas de atividades. Para fazer a inscrição, acesse o link aqui. Programa – 27 de novembro 12h30 – Credenciamento 13h00 – Mesa de Abertura Participam Domingos Taufner (Presidente do TCEES), Rodrigo Chamoun (Conselheiro Diretor da Escola de Contas), Erica Neves (Presidente da OAB-ES), Francisco Martínez Berdeal (Procurador-Geral de Justiça do MPES), Marcelo Santos (Presidente da ALES), Juscelino Brzesky (Superintendente Executivo da Ascamves) e Thiago Siqueira (Diretor-Geral da ESA OAB-ES). 14h00 – Conferência de Abertura Tema: A Advocacia e o Processo Legislativo Conferencista: Ricardo Bennetti (Subprocurador-Geral da ALES) 14h30 – Diálogos Tema: Constituição, ODS e Parlamentos: inovação normativa orientada a resultados Debatedoras: Elda Bussinguer (Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Direito da FDV) e Luciana Andrade (Subprocuradora-Geral do MPES) 15h00 – Coffee Break 15h30 – Ted Alike Tema: O Procurador Legislativo como agente político dotado de independência funcional Apresentadora: Patrícia Monteiro Leite (Presidente da Comissão de Procuradores Legislativos da OAB-ES) 16h00 – Painel Temático Tema: Governabilidade: as estruturas do ordenamento jurídico do relacionamento institucional entre os Poderes Executivo e Legislativo Palestrante: Helio Maldonado (Diretor de Relações Institucionais da ESA OAB/ES) Debatedores: João Gualberto (Professor Emérito da UFES) e Giuliano Nader (Diretor de Relações Institucionais da ALES) Programa – 28 de novembro 08h30 – Credenciamento 09h00 – Conferência de Abertura Tema: Justiça Multiportas e Controle de Constitucionalidade de Leis Locais Conferencista: Alexandre Coura (Coordenador do Núcleo de Autocomposição do MPES) 09h30 – Diálogos Tema: Emendas Impositivas no Orçamento do Poder Executivo Debatedores: José Arimathea (Procurador Adjunto da ALES), Maria Clara Perim (Promotora de Justiça do MPES) e Aridelmo Teixeira (Fundador da Fucape Business School) 10h00 – Painel Temático Tema: A Jurisdição Constitucional e o Processo Legislativo Palestrante: Dalton Morais (Procurador Federal da AGU) Debatedores: Vinícius Oliveira (Subprocurador-Geral Legislativo da ALES) e Maurício Xavier (Procurador da Câmara de Aracruz) 13h00 – Retorno 13h30 – Diálogos Tema: Advocacia de Interesses, Lobby e Representação Institucional Debatedores: Rafael Teixeira de Freitas (Presidente da Comissão de Estudos Constitucionais da OAB-ES) e Thomaz Tommasi (Cientista Político) 14h00 – Painel Temático Tema: O Julgamento das Contas de Governo e de Gestão do Chefe do Executivo e Legislativo e a Competência do Tribunal de Contas Palestrante: Domingos Taufner (Presidente do TCEES) Debatedores: Mariana Beliqui (Presidente da Comissão de Licitações e Contratos da OAB-ES) e Márcia Bortoloti (Procuradora da Câmara de Rio Novo do Sul) 15h00 – Coffee Break 15h30 – Palestra Tema: A contratação de advogado pelo Poder Público: visão do STF e do TCEES Palestrante: Murilo Moreira (Auditor de Controle Externo do TCEES) 16h00 – Painel Temático Tema: Governança no Processo Legislativo e as Novas Tecnologias Palestrante: Leandro Piquet (Delegado e ex-Presidente da Câmara de Vitória) Debatedoras: Daniela Garcia (Procuradora-Geral da Câmara de São Gabriel da Palha) e Daniela Braga (Procuradora da Câmara de Nova Venécia)
Ciclone pode provocar temporais no ES; Grande Vitória está em alerta até esta quarta (26)
A Grande Vitória está sob alerta laranja do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) devido à possibilidade de temporais, ventos intensos e queda de granizo entre esta terça-feira (25) e a manhã de quarta (26). A instabilidade está associada à formação de um ciclone no oceano, que deve intensificar as chuvas e os ventos em parte do Sudeste, incluindo o Espírito Santo. De acordo com o Inmet, o aviso vale para Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica e Guarapari, além de outros municípios do litoral e de áreas serranas. A previsão indica chuva entre 30 e 60 mm por hora, podendo chegar a 100 mm ao longo do dia, com rajadas de vento variando de 60 a 100 km/h. Desde as primeiras horas da manhã desta terça-feira, o tempo se mantém nublado na Grande Vitória, com registros de pancadas isoladas e possibilidade de chuvas mais intensas ao longo do dia. Já na quarta-feira, o padrão meteorológico tende a melhorar, com períodos de sol entre nuvens, embora ainda haja chance de instabilidade. Fontes do Incaper também apontam para um dia de maior risco nesta terça, enquanto a quarta apresenta tendência de redução da força dos ventos e diminuição das áreas de chuva. A quarta-feira deve ser mais seca na maior parte do litoral, com temperaturas que variam entre 19 °C e 29 °C. O fenômeno atmosférico responsável pela mudança no tempo é um sistema de baixa pressão que se organiza sobre o oceano e atua como um ciclone extratropical, gerando instabilidade, sobretudo no litoral capixaba. Segundo a Climatempo, este tipo de sistema costuma intensificar a circulação dos ventos nas áreas costeiras e potencializar nuvens de tempestade, especialmente no fim da primavera, quando o contraste térmico sobre o oceano é mais acentuado. A Defesa Civil orienta que, em caso de rajadas de vento, a população evite se abrigar sob árvores e não estacione veículos próximos a placas e estruturas metálicas. Em situações de emergência, os telefones 199 (Defesa Civil) e 193 (Corpo de Bombeiros) estão disponíveis para atendimento. Os órgãos meteorológicos devem atualizar os boletins ao longo do dia conforme o avanço do sistema pelo litoral capixaba.
Seis radares voltam a operar em Vila Velha a partir de 1º de dezembro
Os seis novos radares instalados pela Prefeitura de Vila Velha voltam a operar de forma plena a partir de 1º de dezembro. Desde a instalação, os equipamentos funcionavam apenas em caráter educativo, sem emissão de multas. Cinco radares terão limite de 60 km/h, e um permanece com limite de 40 km/h. Segundo o município, os radares foram posicionados em vias de grande fluxo e alto índice de acidentes, com base em estudos técnicos. A proposta é reforçar a educação no trânsito e aumentar a segurança viária. A Guarda Municipal também realiza blitzes educativas e distribui folhetos informativos sobre o funcionamento dos equipamentos. Queda de acidentes nos pontos monitorados Os radares haviam operado anteriormente entre 10 de setembro e 21 de outubro deste ano. Nesse período, não houve registro de acidentes com vítimas nos locais monitorados — antes da instalação, a média era de um acidente por dia. Nos últimos dois anos, quase mil ocorrências foram registradas nesses trechos. Nos 40 dias de funcionamento, mais de 3,6 milhões de veículos passaram pelos equipamentos. Apenas 0,4% dos condutores foram autuados, totalizando pouco mais de 16 mil infrações, principalmente por excesso de velocidade e avanço de sinal. De acordo com o comandante da Guarda Municipal, Landa Marques, os equipamentos estão inseridos em um conjunto de ações voltadas à redução de acidentes. “Em 2024, foram 980 vítimas fatais no Espírito Santo, número maior que o de homicídios registrados. É fundamental adotar medidas que disciplinem o trânsito e preservem vidas”, afirmou. Onde estão os radares Rua Luciano das Neves x Av. Saturnino Rangel Mauro (Itaparica) — 60 km/h Rua Luciano das Neves x Av. Santa Leopoldina (Coqueiral de Itaparica) — 60 km/h Rua Luciano das Neves x Rua Europa (Divino Espírito Santo) — 60 km/h (antes era 50 km/h) Rua Castelo Branco x Rua Antônio Ataíde (Centro) — 60 km/h (antes era 40 km/h) Rua Antônio Ataíde x Rua Carioca (Divino Espírito Santo) — 60 km/h (antes era 40 km/h) Av. Estudante José Júlio de Souza x Rua Deolindo Perim (Itapuã) — 40 km/h (único que mantém o limite anterior) Infrações e penalidades Excesso de velocidade: Até 20% acima do limite — infração média, 4 pontos, multa de R$ 130,16 De 20% a 50% — infração grave, 5 pontos, multa de R$ 195,23 Acima de 50% — infração gravíssima (x3), 7 pontos, multa de R$ 880,41 e suspensão da CNH Avanço de sinal vermelho: Infração gravíssima, 7 pontos, multa de R$ 293,47 Parada sobre faixa de pedestres: Infração média, 4 pontos, multa de R$ 130,16 Foto: PMV