O Espírito Santo ocupa a 4ª posição entre as unidades da federação mais prósperas do Brasil, segundo o INDEI 2026 – Índice de Ecossistemas de Impacto, estudo técnico desenvolvido pelo Impact Hub Brasil. No recorte municipal, a capital capixaba também se destaca: Vitória aparece como a 3ª cidade mais próspera do país no ranking nacional de prosperidade sistêmica.
O INDEI analisou 319 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, utilizando 63 indicadores organizados em três eixos: Econômico-Empresarial, Sociocultural e Ambiental. O objetivo é mensurar a maturidade dos ecossistemas de impacto e avaliar o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, capital social e resiliência ambiental.
De acordo com o relatório, o Espírito Santo se consolida como referência em consistência institucional, apresentando desempenho equilibrado entre seus municípios. O resultado indica que a prosperidade capixaba está associada a uma gestão pública orientada por evidências e a um setor privado engajado em impacto sistêmico.
Já Vitória se destaca nacionalmente pela integração harmônica entre os três eixos avaliados, com forte desempenho nos indicadores socioculturais e ambientais. Essa convergência posiciona a capital como um dos ecossistemas urbanos mais maduros do país na transição para a nova economia.
Apesar da posição de destaque, o estudo também aponta janelas estratégicas de avanço, como o fortalecimento da digitalização da economia de impacto no estado e o progresso na conectividade empresarial e na inovação aberta em Vitória.
Segundo a metodologia do INDEI, o ranking não deve ser interpretado como um retrato estático, mas como um instrumento de diagnóstico contínuo. A ferramenta foi concebida para apoiar gestores públicos e privados na formulação de políticas baseadas em dados, na atração de investimentos estratégicos e na consolidação de territórios mais competitivos, inclusivos e ambientalmente responsáveis.
Sobre o INDEI
O Índice de Ecossistemas de Impacto (INDEI) é um estudo idealizado pelo Impact Hub Brasil para mapear a prosperidade sistêmica dos territórios brasileiros. A iniciativa busca oferecer evidências técnicas para orientar decisões alinhadas ao desenvolvimento sustentável e à nova economia.
