A primeira edição do AutoFest, promovida pela Divisão Comércio do Grupo Águia Branca, começou nesta sexta-feira (22) no estacionamento do Shopping Vitória, reunindo pela primeira vez todas as marcas da operação em um único espaço. O feirão automotivo segue neste sábado (23) e domingo (24), com entrada gratuita, lançamentos, test drives e condições especiais para o público. O evento marca um novo movimento estratégico da companhia no mercado capixaba ao concentrar diferentes marcas e serviços em uma experiência integrada voltada à geração de negócios, relacionamento com clientes e apresentação de novidades do setor automotivo. Nesta sexta-feira, a programação acontece das 10h às 21h; neste sábado, das 10h às 22h; e no domingo, das 12h às 18h. Durante os três dias, todas as concessionárias participantes concentram suas atividades no Shopping Vitória, direcionando equipes comerciais, atendimento e experiências para o feirão. A proposta é transformar o espaço em um verdadeiro hub automotivo, reunindo diferentes perfis de marcas, serviços e soluções de mobilidade em um único ambiente. Participam do AutoFest as marcas Águia Branca Corretora de Seguros, Águia Branca Seminovos, Denza Vitória, godrive, Kurumá, Lexus Vitória, Vitória Motors BYD, Vitória Motors Jeep e Ram e Vitória Motors Mercedes-Benz. Cada operação conta com espaço próprio de exposição, pensado para destacar identidade, portfólio e experiência com o público. Entre os destaques apresentados no evento estão modelos recém-lançados, como Lexus RZ, Denza B5, BYD Atto 8, Dolphin SE, Toyota Yaris Cross e o Novo Renegade, além das novas versões Dakota Warlock e Dakota Laramie, da Ram. Ao todo, mais de 20 modelos estão disponíveis para test drive ao longo da programação. O evento também conta com espaço cultural e área kids. Para Marília Ribeiro, Head de Marketing e Inteligência de Mercado da Divisão Comércio do Grupo Águia Branca, o AutoFest representa um novo formato de relacionamento com o consumidor e um movimento importante para o setor automotivo e para a economia do Espírito Santo. “O objetivo do AutoFest é promover uma experiência integrada para o público e fomentar o mercado automotivo capixaba. O AutoFest movimenta não apenas o setor de veículos, mas também toda a cadeia de serviços e consumo envolvida em um evento desse porte. É um projeto estratégico para o grupo, especialmente em um ano simbólico, em que celebramos os 80 anos do Grupo Águia Branca”, afirma. Outro diferencial do feirão é a integração de soluções financeiras e serviços dentro da jornada de compra. Durante o evento, equipes de consórcio e seguradora estão disponíveis para atendimento ao público, oferecendo suporte especializado e condições comerciais diferenciadas. A expectativa é de que o AutoFest passe a integrar o calendário oficial da empresa e ganhe novas versões em outras regionais ainda este ano. O momento é considerado favorável para o setor automotivo no Espírito Santo. Em março de 2026, a Divisão Comércio do grupo registrou o melhor resultado de vendas de sua história, com 6.441 veículos comercializados. Dados do Sindicato dos Concessionários e Distribuidores de Veículos do Espírito Santo (Sincodives) apontam que as vendas de veículos novos no Estado cresceram 24,4% em abril deste ano, em comparação com o mesmo período de 2025. O crescimento acompanha a alta na procura por SUVs, picapes, modelos híbridos e elétricos, além da chegada de novas tecnologias ao mercado. Serviço AutoFest – Feirão Automotivo do Grupo Águia Branca e Divisão Comércio Data: 22, 23 e 24 de maio Horário: nesta sexta-feira (22), das 10h às 21h; neste sábado (23), das 10h às 22h; e domingo (24), das 12h às 18h Local: Shopping Vitória – Av. Américo Buaiz, 200, Enseada do Suá, Vitória Entrada gratuita
Gustavo Varella – “A procuração de oito anos que ninguém lê antes de assinar”
Existe uma categoria de documento que as pessoas assinam sem ler. O contrato de adesão de algum serviço de streaming, os termos e condições que ninguém aceita sem rolar até o fim, a ata de condomínio que aprova obras que ninguém pediu. A esses documentos de leitura voluntariamente dispensada, acrescentamos, a cada dois anos, um outro — menos comentado, muito mais consequente: o voto para senador. Uma procuração de oito anos, outorgada com a solenidade de um clique, em nome de um estado inteiro, a alguém que, em boa parte dos casos, mal conhecemos e sobre o qual, francamente, preferimos não nos deter. Essa displicência com o que assinamos não é, porém, um hábito isolado. É o reflexo de algo maior e mais antigo: a displicência com as palavras – e, por extensão, com o peso que elas carregam. A palavra – falada ou escrita, sussurrada ou vociferada – um dos recursos mais preciosos e prodigiosos da nossa condição humana, é hoje tratada com uma leveza que beira o escândalo. E o adágio popular, velho e sábio como costumam ser os adágios, estará de acordo: falar até papagaio fala – o que serve para lembrar que promessas e discursos vazios são manufaturados com uma facilidade que envergonharia qualquer artesão honesto, ao passo que as escolhas concretas, essas sim, custam atenção, coragem e, às vezes, a disposição de assumir que erramos na assinatura. Observem, por exemplo, o que fazemos com termos como “amor” e “amizade” – palavras que carregam, ou deveriam carregar, o peso de sentimentos sublimes: o vínculo de uma mãe com seu filho, o elo profundo que une duas pessoas ao longo de uma vida inteira. Essas mesmas palavras, no entanto, volta e meia as ouvimos empregadas para registrar o êxtase de alguém diante de um prato de batatas fritas, ou para nomear o vínculo entre um usuário de rede social e algum desconhecido que vive do outro lado do planeta e que, por razões que ninguém sabe ao certo, solicitou ingresso no rol de “amigos” – e foi aceito, naturalmente, porque rejeitar desconhecidos na internet exige uma firmeza de caráter que nem sempre temos, nem sempre queremos ter. Talvez por cultivar a palavra como instrumento máximo de comunicação, ou por venerá-la como vetor cultural de primeira grandeza, ou ainda por uma curiosidade etimológica que nunca me abandonou, sempre que posso reflito sobre o que falo, leio ou ouço – uma homenagem silenciosa e modesta, mas também um exercício de higiene intelectual, porque é preciso corrigir percepções, confirmar impressões e, quando possível, aprender alguma coisa antes que o dia acabe. “Senado” – e é ela a nossa palavra de hoje. Objetivamente, nos remete a uma das duas câmaras que compõem o Congresso Nacional, onde atuam oitenta e um senadores eleitos para mandatos de oito anos, representando os estados e o Distrito Federal, com a missão de criar e revisar leis, fiscalizar o governo e julgar autoridades, entre outras atribuições que a Constituição lhes conferiu com uma generosidade que, convenhamos, alguns trataram como carta branca. A etimologia nos leva mais longe: a palavra remonta ao latim senatus, que designava o conjunto de anciãos, os chefes do patriarcado que exerciam papel central nos tempos do Império Romano – homens de experiência, de gravidade, de uma solenidade que não era postura nem encenação, mas a expressão natural de quem carregava sobre os ombros o destino de um povo. Esse, de maneira singela, é o seu significado. Quando mudamos a lente, porém, e passamos a examinar a significância – e é aqui que a coisa fica séria, e também um pouco triste, e também, convenhamos, levemente cômica, como costumam ser as tragédias brasileiras – deparamo-nos com algo que deveria ser importante, grave, relevante e, sobretudo, solene. A senatoria é, na minha opinião, a maior distinção representativa, a maior honra eletiva que um cidadão pode ostentar neste país. A Presidência da República, os governos estaduais, as prefeituras são, sem dúvida, funções imensamente dignificantes –mas a escolha de um presidente ou de um prefeito admite, e todos sabemos disso ainda que poucos o admitam em voz alta, razões as mais variadas e algumas delas as mais tortuosas: a confiança na figura do candidato, a falta de opção melhor, o fato de ser o menos horroroso entre as alternativas disponíveis, a promessa de alguma recompensa – material, simbólica ou simplesmente o imperativo de um “vote com nóis” proferido por alguém com autoridade suficiente para que não fosse ignorado. Escolher um senador, porém, é – ou deveria ser – diferente. Ao menos pela solenidade que a função historicamente ostenta. E por solenidade não me refiro aos rapapés protocolares ou às liturgias do poder, mas à consciência de que se está elegendo alguém para representar um estado inteiro, com toda a sua complexidade humana, econômica e cultural, por oito longos anos durante os quais muita coisa pode acontecer – e geralmente acontece. Ajuda bastante, nesse ponto, recorrer a certas instituições consagradas pela experiência coletiva, como o casamento. Ninguém comparece a uma cerimônia de casamento – seja entre pessoas riquíssimas e famosas ou entre pessoas humildes e desconhecidas – de chinelo de dedo, sunga de praia e mastigando uma mexerica: seria, e é quando acontece, um desrespeito para com os noivos, suas famílias, os presentes e as autoridades que oficializam ou abençoam o enlace. Há ocasiões que exigem de nós uma postura à altura – não por vaidade, mas por respeito: pelo ato, pelos outros e por nós mesmos. Ocorre que – e cada dia nos oferece novos e mais eloquentes indicativos disso – nos tempos presentes, assistimos a uma banalização inquietante na composição do nosso Senado. Cenas mais próprias a ambientes circenses, a delegacias de polícia ou a brigas de vizinhos enciumados vêm tomando de assalto, subvertendo e personalizando – no pior sentido possível – não apenas a Instituição e seu papel fundamental, mas o próprio conceito de representação política que seus membros deveriam encarnar com alguma dignidade. São consequências, em parte, da ignorância que grassa no
Comédia que já levou mais de 4 milhões de pessoas ao teatro chega pela 1ª vez ao ES
Após quase três décadas em cartaz e consolidada como um dos maiores sucessos do teatro brasileiro, a comédia “Acredite, um Espírito Baixou em Mim” será apresentada pela primeira vez no Espírito Santo. O espetáculo acontece em sessão única no próximo dia 30 de maio, às 19h30, no Teatro do SESI, dentro do projeto SESI em Cena. Recordista de público em Minas Gerais, a peça já ultrapassou a marca de 4 milhões de espectadores ao longo de quase 28 anos de trajetória nos palcos. Com texto de Ronaldo Ciambroni e direção de Sandra Pêra, a montagem mistura humor popular, ritmo acelerado e situações inusitadas. A história acompanha um homem homossexual assumido que, inconformado com a própria morte, foge do céu em busca de novas experiências. A trama ganha novos rumos quando ele incorpora em um machista radical, provocando uma sequência de conflitos, confusões e cenas cômicas. Além do humor, o espetáculo também aborda temas ligados à diversidade, respeito, afeto e preconceito de maneira leve e acessível. Criada em 1998, a peça segue atual ao utilizar a comédia como ferramenta para aproximar diferentes públicos e estimular reflexões sem abrir mão do entretenimento. O elenco reúne Ilvio Amaral, Maurício Canguçu, Ana Cândida, Déavila Marques e Marino Canguçu. A produção é assinada pela Cangaral Produções Artísticas. Serviço SESI em Cena apresenta: “Acredite, um Espírito Baixou em Mim” Data: 30 de maio de 2026 Horário: 19h30 Local: Teatro do SESI Classificação: 12 anos Duração: 80 minutos Ingressos: Sympla – Acredite, um Espírito Baixou em Mim
Empresas já terão de adaptar sistemas fiscais com avanço da reforma tributária
A regulamentação da reforma tributária começou a avançar no Brasil e já exige mudanças práticas por parte das empresas. O Governo Federal publicou as regras da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), enquanto o Comitê Gestor do IBS divulgou os primeiros regulamentos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), tributos que irão substituir gradualmente PIS, Cofins, ICMS e ISS. Apesar de a implementação completa ocorrer de forma gradual, o cronograma da reforma já prevê obrigações práticas ainda neste ano. Nesta primeira etapa de transição, a CBS entra em fase de testes e, a partir de agosto, empresas fora do Simples Nacional deverão incluir informações do novo tributo nos documentos fiscais eletrônicos. O advogado tributarista Samir Nemer, mestre em Direito Tributário e sócio do escritório FurtadoNemer Advogados, alerta que irregularidades relacionadas às novas obrigações acessórias já poderão gerar autuações e multas. “A partir de agosto, empresas que cometerem algum tipo de irregularidade relacionada às obrigações acessórias do novo sistema tributário poderão começar a ser autuadas e multadas. Caso seja identificada alguma irregularidade, haverá prazo de 60 dias para regularização. Se isso não ocorrer, a multa poderá ser aplicada”, explica. Segundo o especialista, muitas empresas ainda enxergam a reforma tributária como um tema distante, apesar das mudanças operacionais já previstas para os próximos meses. Ele destaca que a adaptação começa antes da entrada em vigor definitiva dos novos tributos, exigindo revisão de sistemas, contratos, documentos fiscais e rotinas internas. Os regulamentos já publicados trazem definições sobre pontos considerados centrais no novo modelo tributário, como a padronização nacional dos documentos fiscais, centralização da apuração tributária e regras para aproveitamento e ressarcimento de créditos tributários. Outro ponto em debate é o chamado split payment, mecanismo que prevê o recolhimento automático do imposto no momento do pagamento das operações. Para Samir Nemer, embora o novo sistema tenha potencial para ampliar a transparência e reduzir parte da complexidade tributária atual, ainda existem pontos relevantes pendentes de regulamentação complementar. “Muitas regras ainda dependerão de atos posteriores da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS. Por isso, o cenário exige acompanhamento constante e planejamento desde já”, afirma. O cronograma da reforma prevê que a CBS siga em fase de testes neste ano, inicialmente com alíquota reduzida. Em 2027, PIS e Cofins serão extintos e o novo modelo começará efetivamente a substituir os atuais tributos sobre consumo. O especialista reforça que o momento exige atuação preventiva por parte das empresas. “A reforma tributária muda a forma de apuração e controle dos tributos sobre consumo no Brasil. Empresas que se anteciparem terão mais segurança para atravessar esse período de transição”, conclui.
Evento em casarão histórico propõe imersão criativa para empresários e gestores
O histórico Clube Saldanha da Gama será palco, no próximo dia 18 de junho, do Efervescência 2026, evento voltado a empresários e gestores com foco em criatividade, inovação e tendências globais de negócios. A proposta é promover uma experiência imersiva em um dos espaços mais tradicionais da Capital capixaba. As inscrições já estão abertas. Com programação composta por palestras internacionais, painéis e dinâmicas interativas, o encontro pretende estimular reflexões sobre o futuro do marketing, das marcas e das conexões humanas no ambiente corporativo. O evento também irá apresentar cases de sucesso que destacam a criatividade como ferramenta de transformação nos negócios. Idealizador do Efervescência 2026, Rafael Phoca afirma que, mesmo diante do avanço da tecnologia, o diferencial das marcas continua sendo a valorização das relações humanas. “Ao longo dos últimos dez anos, tive a oportunidade de colaborar com eventos internacionais e trocar experiências com líderes de diversos países. Essas vivências reforçam que o toque humano é o que impulsiona mudanças reais na sociedade e nos negócios. A criatividade é a base desse processo”, destacou. Apesar da proposta internacional, o evento também terá forte participação de empresas capixabas com atuação nacional e global, que irão compartilhar experiências e estratégias de mercado. “A proposta é equilibrar referências internacionais com exemplos locais, reunindo todos no mesmo palco. Isso evidencia que o Espírito Santo tem protagonismo e não fica atrás de outros polos ao redor do mundo”, afirmou Phoca. A escolha do Clube Saldanha da Gama como sede do evento faz parte da proposta da experiência. O casarão histórico localizado no Forte São João foi escolhido para simbolizar a relação entre tradição, identidade cultural e criatividade. “Queremos destacar a força dos rituais e mostrar que a criatividade de uma cidade nasce de suas raízes. O Saldanha, bem como o Forte São João, representam isso na Capital”, explicou o idealizador. O Efervescência é organizado pela Ativação, agência especializada em experiências de live marketing. O evento é gratuito e terá capacidade limitada para 150 participantes selecionados. Serviço Efervescência 2026 Data: 18 de junho Horário: 14h Local: Clube Saldanha da Gama Inscrições: Sympla – Efervescência 2026
Jorge Aragão, Durval Lelys e Raça Negra são atrações da festa de aniversário de Vila Velha
O Parque da Prainha, em Vila Velha, será palco da programação cultural em comemoração aos 491 anos da colonização do solo espírito-santense. O evento acontece nos dias 23 e 24 de maio, reunindo atrações nacionais, artistas capixabas e uma programação diversificada com samba, axé, reggae, forró e atividades infantis. A programação de sábado (23) começa ao meio-dia com apresentação do DJ Luciano Pankada. Ao longo da tarde, sobem ao palco Derengos, com samba rock, Xá da Índia em um especial de axé retrô e o grupo Samba Jr. A principal atração da noite será o grupo Raça Negra, com show previsto para as 19h30. Após a apresentação do grupo paulista, a programação segue com a bateria da Mocidade Unida da Glória, atual campeã do carnaval capixaba, e com o cantor Alemão do Forró. A Tenda Alternativa terá o projeto PIKE V.V, com atrações das 18h à meia-noite. No domingo (24), as atividades começam pela manhã com o grupo Estripolia, voltado ao público infantil. Durante a tarde e a noite, a programação terá apresentações do DJ Zappie, Andrea Nery, Jorge Aragão, da banda Macucos com o especial Timbamarley e do cantor Durval Lelys, responsável pelo encerramento da festa. A Tenda Alternativa também terá programação especial no domingo, com o “Forró da Vila”, reunindo Felipe Peó, Barbara Greco, Bem te Vi e DJ Fabricio Bravim, das 16h às 22h. As comemorações culturais acontecem após o desfile cívico-militar marcado para a manhã de sábado (23), na Orla de Itaparica. Neste ano, o desfile será realizado fora do Centro da cidade e contará com estudantes, bandas escolares e forças de segurança. O prefeito de Vila Velha, Arnaldinho Borgo, afirmou que a programação foi organizada para atender diferentes públicos. “Preparamos uma grande festa para a população, com atrações para todos os gostos e gerações. É um momento de celebrar a nossa história, fortalecer o orgulho de ser canela-verde e reunir as famílias em um dos lugares mais simbólicos de Vila Velha. Convido toda a população e os visitantes para viverem essa grande celebração na Prainha”, destacou. O secretário de Cultura de Vila Velha, Felipe Marques Fonseca, ressaltou a importância da ocupação cultural dos espaços públicos. “As comemorações dos 491 anos também fortalecem os vínculos da população com a memória cultural de Vila Velha. A programação reúne manifestações populares, artistas locais e nomes nacionais em diferentes linguagens musicais, ampliando o acesso da população às atividades culturais”, afirmou. Confira a programação completa Sábado (23) 12h – DJ Luciano Pankada 13h30 – Derengos (Samba Rock) 15h30 – Xá da Índia (especial Axé Retrô) 17h30 – Samba Jr. (Roda de Samba) 19h30 – Raça Negra 21h – Bateria da MUG 22h – Alemão do Forró Tenda Alternativa 18h às 00h – PIKE V.V Domingo (24) 09h às 12h – Estripolia (Infantil) 12h – DJ Zappie 15h – Andrea Nery 17h – Jorge Aragão 18h30 – Macucos especial Timbamarley 20h – Durval Lelys Tenda Alternativa 16h às 22h – Forró da Vila com Felipe Peó convida Barbara Greco, Bem te Vi e DJ Fabricio Bravim