Levantamento recente do Índice FipeZAP aponta reviravolta histórica no ranking imobiliário brasileiro, com forte valorização impulsionada pela escassez de terrenos e alta demanda na Grande Vitória. O cenário imobiliário brasileiro ganhou um novo epicentro de valorização. Dados divulgados pelo Índice FipeZAP — principal referência para monitorar o mercado de imóveis residenciais no país — revelam que Vitória conquistou a primeira colocação geral, tornando-se a cidade com o metro quadrado mais caro do Brasil. A capital capixaba protagonizou uma ultrapassagem histórica ao desbancar mercados tradicionalmente dominados por cidades catarinenses, como Itapema e Balneário Camboriú. Em julho, o preço médio do metro quadrado em Vitória atingiu a marca de R$ 15.448. Itapema apareceu logo em seguida (R$ 15.403/m²), seguida por Balneário Camboriú (R$ 15.295/m²). Mas o destaque capixaba não se restringe à capital. Vizinha e fortemente conectada ao dinamismo econômico de Vitória, Vila Velha também garantiu lugar de destaque ao assegurar a 9ª posição no ranking nacional, registrando um preço médio de R$ 11.341 por metro quadrado. O salto de Vila Velha e a liderança em valorização Enquanto Vitória lidera em preço absoluto, Vila Velha se destaca pelo ritmo acelerado de crescimento nos preços dos imóveis. No acumulado do ano, a cidade litorânea registrou uma valorização expressiva, despontando entre os maiores índices de alta do país monitorados pelo levantamento. Especialistas apontam que a proximidade geográfica — separada por apenas alguns minutos de carro da capital —, somada a grandes investimentos urbanísticos, infraestrutura de ponta e expansão de bairros litorâneos, transformou Vila Velha em um dos destinos mais cobiçados tanto para moradia quanto para investimentos rentáveis. Com isso, o município passou a registrar valores médios superiores aos de tradicionais capitais do Sudeste, como Belo Horizonte e o Rio de Janeiro. Os bairros mais nobres da capital O aquecimento em Vitória é puxado principalmente por bairros consolidados e de alto padrão voltados para o mar. O levantamento do FipeZAP destacou que duas regiões da capital figuram entre as mais caras de todo o território nacional: Praia do Canto: ocupa a 4ª posição geral no país, com média de R$ 18.603/m²; Enseada do Suá: logo atrás, na 5ª colocação, com preço médio de R$ 18.382/m². Outras áreas da capital, como Mata da Praia (R$ 16.420/m²), Aeroporto (R$ 14.889/m²), Barro Vermelho (R$ 14.360/m²) e Jardim Camburi (R$ 14.000/m²), também refletem a forte pressão de demanda. O que explica o fenômeno? Especialistas do mercado imobiliário apontam fatores estruturais por trás desse avanço expressivo no Espírito Santo. Entre eles, destaca-se a escassez de novos terrenos disponíveis para expansão urbana na ilha de Vitória, o que restringe a oferta de novos lançamentos frente a uma demanda crescente. Além disso, a alta nos custos da construção civil e a busca por qualidade de vida em regiões litorâneas bem estruturadas mantêm os preços pressionados acima da inflação oficial acumulada nos últimos 12 meses. Com Vitória no topo e Vila Velha consolidada no Top 10 nacional, o Espírito Santo firma definitivamente seu espaço na prateleira mais nobre — e valorizada — do mercado imobiliário brasileiro.
Fazenda estadual afirma que não há recursos públicos do ES investidos na Apex Partners
Secretaria da Fazenda diz que nem o Tesouro Estadual nem o Fundo Soberano possuem recursos aplicados na empresa capixaba do setor financeiro A Secretaria da Fazenda do Espírito Santo (Sefaz) informou, nesta sexta-feira (7), que não há recursos públicos do Estado investidos na Apex Partners. O esclarecimento foi divulgado diante das notícias recentes envolvendo a empresa capixaba do setor financeiro. De acordo com a Sefaz, não existem aplicações na Apex Partners nem de recursos do Tesouro Estadual nem do Fundo Soberano do Estado do Espírito Santo (Funses). A manifestação busca esclarecer eventuais dúvidas sobre uma possível exposição financeira do Governo do Estado à empresa. A secretaria explicou que os recursos do Tesouro Estadual, utilizados para pagamento das despesas públicas, manutenção dos serviços essenciais e execução das políticas públicas, são mantidos integralmente em instituições financeiras públicas. Atualmente, segundo a pasta, as disponibilidades estão alocadas exclusivamente no Banestes, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal. “Não há qualquer aplicação financeira do Tesouro Estadual na Apex Partners”, reforçou a Sefaz na nota oficial. Em relação ao Fundo Soberano do Espírito Santo, cuja secretaria executiva é exercida pela Sefaz por meio do Tesouro Estadual, a pasta informou que os recursos são geridos pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) e pelo Banestes, seguindo critérios técnicos, regras de governança e a legislação aplicável. A Secretaria da Fazenda afirmou ainda que os relatórios detalhados sobre a aplicação dos recursos do Tesouro Estadual e do Fundo Soberano estão disponíveis para consulta pública e reiterou “seu compromisso com a transparência, a responsabilidade na gestão dos recursos públicos e a prestação de informações claras à sociedade”. Íntegra da nota da Sefaz “Diante das notícias recentes envolvendo a Apex Partners, empresa capixaba do setor financeiro, a Secretaria da Fazenda (Sefaz) esclarece que não há recursos públicos do Estado do Espírito Santo investidos na empresa, seja por meio do Tesouro Estadual, seja por meio do Fundo Soberano do Estado (Funses). Os recursos do Tesouro Estadual, que constituem as disponibilidades financeiras utilizadas pelo Estado para o pagamento de despesas públicas, a manutenção dos serviços essenciais e a execução de políticas públicas, são integralmente mantidos em instituições financeiras públicas. Atualmente, esses recursos estão alocados exclusivamente no Banestes, no Banco do Brasil e na Caixa Econômica Federal, não havendo qualquer aplicação financeira do Tesouro Estadual na Apex Partners. Em relação ao Fundo Soberano do Estado do Espírito Santo (Funses), cuja secretaria executiva é exercida pela Sefaz, por meio do Tesouro Estadual, informamos que esses recursos são geridos pelo Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) e pelo Banestes, conforme critérios técnicos, normas de governança e a legislação aplicável. A Secretaria da Fazenda reafirma seu compromisso com a transparência, a responsabilidade na gestão dos recursos públicos e a prestação de informações claras à sociedade. Mais informações, incluindo os relatórios detalhados de aplicação dos recursos do Tesouro Estadual e do Fundo Soberano, podem ser consultadas nos sites da Sefaz e do Fundo Soberano.” ENTENDA O CASO A plataforma de investimentos capixaba Apex Partners enfrenta uma crise institucional após a identificação de “inconsistências financeiras” em apurações internas conduzidas pelo partnership da companhia. Afastamentos: O fundador e presidente da empresa, Fernando Antonio Kulnig Cinelli, e o diretor financeiro, Eduardo Siqueira, foram afastados de forma preventiva pelo conselho de administração. Gestão Interina: A presidência da instituição passou a ser exercida interinamente por Marcelo Murad, sócio sênior com mais de 25 anos de experiência no mercado. Próximos Passos: Uma auditoria externa foi contratada para aprofundar as investigações e dimensionar o impacto das falhas. Em nota oficial, a empresa declarou que adotará todas as medidas necessárias para garantir a solidez de suas operações, além de buscar a responsabilização cível e criminal dos envolvidos. O caso já movimenta repercussão nos mercados estadual e nacional.
Gran Cave recebe jantar harmonizado com vinhos de produção limitada da Serra Gaúcha
Noite em Vitória reuniu convidados e jornalistas em torno dos rótulos da Henrique Dal Castel, apresentados por pai e filho e acompanhados por menu especial A Gran Cave, na Mata da Praia, em Vitória, recebeu na noite desta quinta-feira (6) um jantar harmonizado que uniu gastronomia, vinhos brasileiros de produção limitada e uma história familiar construída na Serra Gaúcha. O encontro reuniu convidados e jornalistas para conhecer os rótulos da Henrique Dal Castel, apresentados pelos próprios produtores. A recepção foi conduzida por Francielly Ramos, sommelier da Gran Cave, que apresentou os convidados da noite e abriu espaço para que pai e filho contassem a trajetória da vinícola. O projeto nasceu de uma tradição familiar ligada à produção de vinhos e ganhou novos contornos a partir da união entre experiência, formação técnica e a decisão de apostar em pequenos lotes. A história da Henrique Dal Castel começou a tomar a forma atual em 2018, inicialmente como um projeto quase experimental, com apenas 100 litros de vinho. Aos poucos, a produção cresceu e a marca foi oficialmente registrada em 2023. Hoje, a vinícola elabora cerca de 10 mil garrafas por safra e funciona como uma agroindústria familiar, com produção essencialmente artesanal e capacidade limitada. Um dos diferenciais está justamente na escala. Pai e filho acompanham praticamente todo o processo, do trabalho no vinhedo à elaboração e finalização das garrafas. A propriedade mantém um pequeno vinhedo de aproximadamente meio hectare e também seleciona uvas de produtores da região da Serra Gaúcha. A relação com a Gran Cave também tem um significado especial para os produtores. Foi em Vitória, no fim de 2024, que a Henrique Dal Castel realizou sua primeira degustação fora da própria vinícola. A Gran Cave também esteve entre os primeiros pontos de venda dos rótulos fora do Rio Grande do Sul. Atualmente, segundo os produtores, cerca de 90% da produção ainda é comercializada diretamente na vinícola. Vinhos carregam homenagem aos filhos A própria identidade dos rótulos revela o caráter familiar do projeto. Os vinhos tintos levam o nome Henrique, enquanto o espumante e o vinho branco recebem o nome Aline, em homenagem aos filhos. Segundo o produtor, a escolha nasceu da ideia de associar os vinhos às pessoas mais importantes de sua vida. Durante a apresentação, o enólogo explicou que a proposta não é buscar uma produção padronizada em grande escala. Pelo contrário: as características de cada safra determinam quais vinhos serão produzidos. Alguns rótulos chegaram a ser elaborados somente uma ou duas vezes ao longo dos últimos anos, reforçando a proposta de exclusividade e respeito às condições de cada colheita. A experiência na Gran Cave começou com o Aline Dal Castel Espumante Riesling Nature 2024, elaborado pelo método tradicional e com produção bastante restrita. Na sequência, o jantar percorreu diferentes estilos da vinícola: Aline Dal Castel Chardonnay 2025, Henrique Dal Castel Merlot 2022, Henrique Dal Castel Cabernet Franc Encontro 2021, Henrique Dal Castel Rebo 2023 e Henrique Dal Castel Ripasso Merlot e Ancellotta 2023/2024. Cinco etapas de gastronomia e vinho Os rótulos foram apresentados em uma sequência de cinco etapas gastronômicas. O Chardonnay acompanhou ravioli aberto ao creme de queijo brie; o Merlot 2022 foi servido com arroz de pato; e o Cabernet Franc Encontro 2021 acompanhou mignon ao molho de cogumelos. Na quarta etapa, o Henrique Dal Castel Rebo 2023 foi harmonizado com ancho com aligot. Encerrando a experiência, o Ripasso Merlot e Ancellotta 2023/2024 acompanhou polenta com ragu de ossobuco. A proposta do jantar foi mostrar como os vinhos da Serra Gaúcha, especialmente aqueles de perfil mais gastronômico, podem ganhar diferentes expressões quando combinados aos pratos. Ao longo da noite, os produtores também falaram sobre as transformações observadas na vitivinicultura brasileira. Na avaliação deles, safras mais secas e quentes registradas nos últimos anos na Serra Gaúcha vêm criando novas possibilidades não apenas para os tradicionais espumantes da região, mas também para vinhos brancos e tintos com maior maturação e potencial de guarda.
Hábitos saudáveis ou medicação? Estratégias se complementam no controle do colesterol
No Dia Mundial de Prevenção e Combate ao Colesterol, celebrado em 8 de agosto, especialista esclarece mitos e verdades sobre um dos principais fatores de risco para infarto e AVC Mais de 40% dos adultos brasileiros convivem com níveis elevados de colesterol, condição associada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, como infarto e acidente vascular cerebral (AVC). Apesar da importância da prevenção, dúvidas sobre alimentação, atividade física e uso de medicamentos ainda podem dificultar o diagnóstico e o tratamento adequado. Uma das principais questões é se mudanças no estilo de vida são suficientes ou se o controle do colesterol depende necessariamente de medicamentos. Na prática, as duas estratégias podem se complementar. Hábitos saudáveis são fundamentais para todos, enquanto a necessidade de tratamento medicamentoso depende da avaliação do risco cardiovascular de cada pessoa. No Dia Mundial de Prevenção e Combate ao Colesterol, celebrado neste sábado (8), o cardiologista da MedSênior, Augusto Neno, esclarece alguns dos principais mitos e verdades relacionados ao tema. MITO – Colesterol alto não dá sintomas, então não é tão grave Justamente por geralmente não apresentar sintomas, o colesterol elevado pode permanecer desconhecido durante anos. O acúmulo de placas de gordura nas artérias ocorre de maneira progressiva e silenciosa, aumentando o risco de problemas cardiovasculares. Muitas pessoas descobrem a alteração apenas em exames de rotina ou após um evento como infarto ou AVC. MITO – Estatina faz mal ao fígado e não deve ser usada As estatinas, medicamentos utilizados principalmente para reduzir o LDL, conhecido como “colesterol ruim”, podem provocar alterações nos exames de função hepática em alguns pacientes. Isso, porém, pode ser acompanhado pelo médico durante o tratamento. Quando corretamente indicadas e monitoradas, as estatinas são consideradas seguras. Casos graves de comprometimento do fígado são raros e podem exigir ajuste, substituição ou suspensão do medicamento, sempre sob orientação profissional. MITO – Todo mundo com colesterol alto precisa tomar estatina O tratamento depende do perfil de cada paciente. Em alguns casos, especialmente entre pessoas mais jovens e sem outros fatores de risco, mudanças na alimentação, prática de exercícios e controle do peso podem ser suficientes inicialmente. A decisão sobre o uso de estatinas considera não apenas o resultado do exame de colesterol, mas fatores como idade, hipertensão, diabetes, tabagismo, histórico familiar e presença de doença cardiovascular. MITO – Quem toma estatina pode relaxar na alimentação O medicamento não substitui os cuidados com o estilo de vida. Mesmo para quem utiliza estatinas, alimentação equilibrada, atividade física regular, controle do peso e abandono do cigarro continuam sendo importantes para reduzir o risco cardiovascular. VERDADE – Estatinas ajudam a prevenir infarto e AVC Estudos científicos demonstram que as estatinas reduzem o risco de eventos cardiovasculares, especialmente entre pessoas que já tiveram infarto ou AVC ou apresentam risco elevado. Além de diminuir o LDL, esses medicamentos contribuem para estabilizar as placas de gordura presentes nas artérias. MITO – Estatinas sempre causam dor muscular A dor muscular é um possível efeito adverso, mas não ocorre em todos os pacientes. Quando o sintoma aparece, o médico pode avaliar sua intensidade, ajustar a dose, substituir o medicamento ou investigar outras possíveis causas. MITO – Colesterol alto é problema apenas de idosos Alterações no colesterol podem surgir ainda na juventude, principalmente quando existem fatores genéticos ou hábitos alimentares inadequados. Como os efeitos da exposição ao colesterol elevado se acumulam ao longo dos anos, a prevenção e o acompanhamento devem começar cedo. VERDADE – Colesterol alto pode ser hereditário Algumas pessoas apresentam níveis muito elevados de colesterol desde jovens devido a alterações genéticas, como ocorre na hipercolesterolemia familiar. Nesses casos, alimentação equilibrada e exercícios podem não ser suficientes para manter o LDL dentro das metas estabelecidas pelo médico. O histórico familiar também merece atenção. Casos de infarto ou AVC em parentes em idades jovens — antes dos 55 anos entre homens e dos 65 entre mulheres — devem ser informados ao profissional de saúde durante a avaliação. MITO – HDL alto protege contra qualquer nível de colesterol ruim Embora o HDL seja popularmente chamado de “colesterol bom”, níveis elevados não anulam os riscos associados a um LDL muito alto. O controle do LDL continua sendo uma das principais estratégias de prevenção cardiovascular, sobretudo entre pessoas com doença cardíaca, vascular ou diabetes. MITO – Se o colesterol normalizou, posso parar a estatina A normalização dos exames pode ser justamente resultado do tratamento. Interromper a medicação por conta própria pode fazer com que o LDL volte a subir e aumentar novamente o risco cardiovascular. Qualquer decisão de reduzir a dose, substituir ou suspender o medicamento deve ser tomada com acompanhamento médico. VERDADE – Mudanças de hábitos podem reduzir a necessidade de medicamentos Alimentação equilibrada, atividade física regular, controle do peso e não fumar contribuem para melhorar os níveis de colesterol e reduzir o risco cardiovascular. Dependendo do perfil do paciente, essas mudanças podem permitir o controle sem medicamentos ou retardar a necessidade de utilizá-los. Quando a medicação é indicada, porém, ela deve ser encarada como parte do tratamento, e não como substituta dos hábitos saudáveis. A prevenção cardiovascular é mais eficaz quando acompanhamento médico, estilo de vida e, quando necessário, tratamento medicamentoso caminham juntos.
Evento começa nesta sexta (07) em Vitória com programação gratuita sobre mobilidade elétrica
Evento reúne especialistas, empresas e poder público na Praça do Papa, com palestras, exposição de tecnologias, experiências e atrações musicais até domingo (9) Começa nesta sexta-feira (7), na Praça do Papa, em Vitória, a primeira edição do Electric Summit, evento dedicado à mobilidade elétrica, transição energética e cidades inteligentes. Com entrada gratuita, a programação segue até domingo (9) e reúne especialistas, empresas, instituições, representantes do poder público e consumidores. A abertura coincide com o Dia Estadual da Mobilidade Elétrica, celebrado em 7 de agosto, e reforça a proposta do encontro de ampliar o debate sobre inovação, sustentabilidade e soluções para uma mobilidade mais eficiente e de menor impacto ambiental. Durante os três dias, o público poderá conhecer veículos elétricos, sistemas de recarga, tecnologias para geração de energia renovável, soluções de eficiência energética e infraestrutura voltada às cidades inteligentes. Empresas, startups e instituições ligadas ao setor também estarão presentes, criando um ambiente para troca de experiências, networking e geração de negócios. Entre os participantes confirmados estão a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), a Fundação FUCAPE e o Projeto E-mobilidadES, iniciativa do Governo do Espírito Santo voltada à transição energética no serviço público. A FUCAPE levará ao evento, entre outros temas, uma discussão sobre a preparação do mercado de trabalho diante das transformações provocadas pela nova economia da mobilidade elétrica. Um dos destaques da exposição será um ônibus elétrico do Sistema Transcol, disponibilizado pela Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi). O veículo, que já integra a operação do transporte coletivo da Grande Vitória, poderá ser conhecido de perto pelos visitantes. A programação técnica contará com nomes como o presidente da ABVE, Ricardo Bastos; o secretário estadual de Mobilidade e Infraestrutura, Fábio Damasceno; o engenheiro Luiz Menezes, responsável pelo Projeto E-mobilidadES; o fundador e presidente da Fundação FUCAPE, Valcemiro Nossa; o professor Glauber Cabral; e Felipe Fera, referência nacional na área de mobilidade elétrica. Além das discussões sobre eletrificação, infraestrutura, energia limpa, inovação e desenvolvimento urbano, o Electric Summit terá uma programação voltada ao público em geral. O espaço contará com exposição de tecnologias e experiências ligadas à mobilidade elétrica, além de apresentações musicais de Memory Lane, Betto Luke e Picnic Dogs. Serviço Electric Summit 2026 Data: 7 a 9 de agosto Local: Praça do Papa, Vitória Entrada: gratuita Sexta-feira – 7 de agosto | 16h às 22h 16h – Abertura ao público 17h – Painel: “Veículos Elétricos em Condomínios: entre o direito de instalar e a responsabilidade de fazer certo” Painelistas: Altair Nunes, deputado estadual Fabrício Gandini, Maycon Laranja, Monaliza Castiglioni e tenente Ramyson do Nascimento 18h – Palestra: “O futuro já começou: infraestrutura, inovação e os desafios da mobilidade sustentável no Espírito Santo” Palestrante: Fábio Damasceno, secretário de Mobilidade e Infraestrutura 19h – Solenidade de abertura 20h – Show com Memory Lane Sábado – 8 de agosto | 13h às 22h 13h – Abertura 14h – Palestra: “Energia e Mobilidade Sustentável no Poder Executivo do Espírito Santo: resultados, inovação e perspectivas para a transição energética no setor público” Palestrante: Luiz Menezes, do Projeto E-mobilidadES 15h – Palestra: “Da Recarga à Receita: como transformar eletropostos em um negócio com a Fotus Charge” Palestrantes: Gustavo Gomes e Jaurio Neto 16h – Palestra: “A evolução da eletromobilidade no Brasil: crescimento acelerado e transformação do mercado automotivo” Palestrante: Ricardo Bastos, presidente da ABVE 17h – Palestra: “O mercado de trabalho está preparado para o futuro da mobilidade?” Palestrante: Valcemiro Nossa, fundador e presidente da Fundação FUCAPE 18h – Palestra: “A Nova Economia Elétrica” Palestrante: professor Glauber Cabral 19h – Talk show: “Experiências práticas de uma das maiores referências brasileiras em mobilidade elétrica” Participação de Felipe Fera, com mediação do professor Glauber Cabral e presença de executivos de concessionárias 20h – Show com Betto Luke Domingo – 9 de agosto | 11h às 18h 11h – Abertura 12h – Show com Picnic Dogs 18h – Encerramento