O Grupo 3 corações, uma das maiores e mais influentes empresas de venda de café no Brasil, expandiu a sua Linha Gourmet, no 2º semestre de 2025, com um produto que celebra a excelência da cafeicultura capixaba. O café Montanhas do Espírito Santo chegou ao mercado como uma homenagem a uma das regiões mais tradicionais do país, oferecendo uma experiência sensorial de altíssima qualidade com grãos 100% arábica. Origem com Selo de Qualidade O grande diferencial desta linha é a sua procedência. O café é cultivado na região das Montanhas do Espírito Santo, área que detém o selo de Indicação Geográfica (IG) na categoria de Denominação de Origem (DO). Este reconhecimento certifica que o café possui características únicas que só podem ser encontradas naquele território específico, fruto da combinação entre o saber-fazer local e as condições naturais da região. Cultivado em altitudes que atingem até 1.400 metros e sob temperaturas médias que variam entre 18 e 22°C, o café carrega a herança do trabalho artesanal e da agricultura familiar capixaba. O Espírito Santo é consolidado como o segundo maior estado produtor de café do Brasil. Portfólio de Origens Premiadas Com a chegada do novo rótulo, a 3 Corações reafirma o sucesso de sua linha de cafés de origem. O Espírito Santo Gourmet passa a integrar o portfólio que já conta com outras regiões icônicas da cafeicultura brasileira, como: • Cerrado Mineiro: Conhecido por seu corpo marcante e notas achocolatadas. • Mogiana Paulista: Tradicional região paulista que entrega cafés equilibrados e com doçura característica. Essa diversidade permite ao consumidor explorar diferentes terroirs brasileiros sem sair de casa, todos mantendo o padrão de grãos 100% arábica. Perfil Sensorial Detalhado Para os apreciadores de cafés especiais, o rótulo da 3 Corações revela um perfil de bebida complexo e equilibrado para a edição capixaba, resultado de uma torra clara: • Aroma: Intenso e floral. • Sabor: Notas de frutas amarelas, caramelo e mel. • Acidez: Média e frutada. • Doçura: Intensa. • Corpo: Médio. Compromisso com a Origem A linha 3 Corações Gourmet tem como objetivo proporcionar ao consumidor uma “viagem” pelas principais regiões cafeeiras do Brasil. Com a inclusão das Montanhas do Espírito Santo ao lado dos cafés do Cerrado Mineiro e da Mogiana Paulista, a marca reforça o seu compromisso em valorizar a diversidade do solo brasileiro, garantindo rastreabilidade e qualidade desde a lavoura até a xícara do consumidor.
Sebrae/ES supera 1 milhão de atendimentos em 2025 e ultrapassa resultado de 2024
O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Espírito Santo (Sebrae/ES) encerrou 2025 com mais de 1 milhão de atendimentos realizados a empreendedores capixabas, superando novamente o desempenho registrado no ano anterior. Até o dia 12 de dezembro, a instituição contabilizou 1.054.399 atendimentos, número superior aos 1.039.000 atendimentos registrados em 2024, quando o marco já havia sido alcançado. O volume inclui atendimentos presenciais, on-line, por telefone e também aqueles realizados nas Salas do Empreendedor, espaços mantidos pelas prefeituras municipais em parceria com o Sebrae. Essa atuação conjunta garante a presença da instituição nos 78 municípios do Espírito Santo, ampliando o acesso aos serviços mesmo em localidades que não contam com unidades físicas do Sebrae. Para o superintendente do Sebrae/ES, Pedro Rigo, o resultado reflete o esforço da instituição em manter proximidade com os empreendedores e ampliar o alcance das ações. “Ultrapassar 1 milhão de atendimentos pelo segundo ano consecutivo mostra que o Sebrae está cumprindo seu papel de apoiar o empreendedor em todas as fases do negócio. Nossa presença nos municípios, especialmente por meio das Salas do Empreendedor, é fundamental para garantir orientação, informação e apoio a quem quer empreender ou a quem necessita de ajuda”, afirma. Além da atuação nos municípios, o Sebrae/ES também oferece atendimento gratuito por meio da Central de Relacionamento Sebrae, pelo telefone 0800 570 0800, que conecta empreendedores a soluções de gestão, consultorias e orientações especializadas. As iniciativas têm como foco contribuir para a melhoria da gestão dos pequenos negócios, oferecendo suporte tanto por meio de atendimentos presenciais quanto a distância, de acordo com a necessidade de cada empreendedor.
João Gualberto – “O tráfico de drogas no Brasil”
Acredito que a sociedade brasileira esteja banalizando muito a discussão sobre a questão das drogas, sobretudo o combate ao seu comércio, obviamente ilegal. Há alguns anos chegou a ser discutida a possibilidade da legalização das chamadas drogas leves, mas com o crescimento da extrema direita o que temos visto é a perda de densidade desse tipo de pauta, com o surgimento de uma perspectiva quase que exclusivamente policial ao seu combate. Aliás, temos assistindo a um recuo perigoso das nossas pautas de inclusão social, de uma forma geral, nos últimos anos. A luta agora é para não deixar essas questões regredirem demais no tempo, já que a pauta reacionária voltou com toda força. A matança realizada recentemente pela polícia militar do Rio de Janeiro e o apoio manifestado por grande parte da opinião pública brasileira mostra esse olhar policialesco do qual estou falando. Parece mesmo que ações desse calibre são esperadas pela maioria, diante da gravidade do que vem acontecendo, sobretudo entre os jovens mais pobres. Lembro-me sempre das reflexões fortes e bem construídas do sociólogo Michel Misse, capixaba de Cachoeiro recentemente falecido, acerca da territorialidade do combate ao comércio das drogas. Nessa guerra só morrem jovens pobres, em grande parte pretos, de bairros periféricos, como se os consumidores não estivessem na classe média alta, onde a polícia não está presente de forma ostensiva. A hipocrisia brasileira determina que esse mercado só tem vendedores — todos imersos na pobreza — mas não tem compradores, até porque não se organiza a busca de drogas onde muitos sabem que estão sendo consumidas. No Brasil só os pobres pagam a conta, e mais cedo ou mais tarde ela vem em forma de tiros, dos rivais ou da própria polícia. Muita coisa não chega claramente para essa discussão, hoje restrita ao tráfico, que alimenta fortemente a economia da miséria no Brasil, de forma perversa e preconceituosa. Os príncipes das famílias ricas, consumidores de todo tipo de drogas, parece que nada têm a ver com tudo isso. São parte da bolha inatingível da sociedade. Para trazer um novo elemento à nossa análise, o conceituado jornalista Elio Gaspari, em sua coluna nos jornais O Globo e Folha de São Paulo do último dia 7 de dezembro, informa que o mercado americano lucra vendendo armas ao crime e ajudando muito na lavagem de dinheiro, e que, apesar de toda a ação espetacular de seu governo, Trump não quer se meter nisso. Só por esse relato dá para notar que não é matando pessoas na periferia que se vai acabar com o tráfico. Ele tem enraizamentos muito mais densos no nosso tecido social, envolve mesmo dimensões do mercado internacional de armas. Estimulado por meu amigo, o jornalista José Caldas, li uma pesquisa do instituto Data Favela, chamada Raio X da Vida Real, em que foram entrevistados 4.000 traficantes em favelas e comunidades de 23 estados brasileiros. O estudo apontou que 6 a cada 10 deles dizem que sairiam do crime se tivessem uma oportunidade, sendo que abrir o próprio negócio foi a opção mais citada de alternativa ao crime. Metade afirma ser a questão financeira o principal impedimento para deixar a atividade criminal. Entretanto, o que mais chamou a minha atenção foi o fato de que 42% têm outra atividade profissional, sobretudo os chamados bicos. Isso me leva afirma que é excessivo o tratamento como bandidos simplesmente a esses trabalhadores do tráfico, como o discurso conservador gosta de afirmar. Não quero com isso afirmar dizer que não devemos ter repressão policial, o que não podemos é imaginar que esse é o caminho, no fundo, ele é muito mais complexo. Como eles exercem outras profissões, nos cruzamos com eles em nosso cotidiano, convivemos cordialmente com boa parte deles, portanto, não são pessoas perigosas a ponto de não poder circular, elas estão envolvidas no ilícito. Outro elemento importante é que o tráfico é fonte importante de renda nas favelas e periferias brasileiras. É um meio para enfrentar a fome e a miséria, que poderiam ser bem maiores sem ele. Portanto, não se trata de uma questão simples de ser combatida. O tráfico de drogas é uma fonte de fatos horrorosos, mas temos de reconhecer que ao mesmo tempo é uma alternativa de sobrevivência que faz parte do cotidiano deste país desigual chamado Brasil. A importância social do consumo de drogas – no alto e na base da pirâmide – é muito grande. Combater tudo isso exige muito mais do que ações teatrais de quem quer fazer populismo policial às custas dos que menos podem fazer para se defender. Exige que discutamos a abrangência desse fenômeno de sociedade, sem uma lenda de culpa e penalização. *João Gualberto Vasconcellos é mestre e professor emérito da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), Doutor em Sociologia pela Escola de Altos Estudos em Ciência Política de Paris, na França, Pós-doutorado em Gestão e Cultura. Foi secretário de Cultura no Espírito Santo entre 2015 e 2018. *A opinião do articulista é de total responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a posição do portal News Espírito Santo
Semana começa com tempo fechado e chuva frequente na Grande Vitória
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou nesta semana alertas de tempo instável para grande parte do Espírito Santo, indicando que a população deve permanecer atenta às condições do clima, com chuvas frequentes, nebulosidade persistente e possibilidade de temporais localizados. Os boletins do Inmet colocam o Espírito Santo em situação de atenção para risco de chuvas intensas e instabilidade atmosférica, com destaque para: Alerta de acumulado de chuva com nível de perigo e perigo potencial para diversas regiões do estado, incluindo trechos do litoral e da Grande Vitória, conforme divulgado em boletins meteorológicos oficiais estaduais que registram avisos do órgão meteorológico. Esses alertas indicam possibilidade de chuvas significativas, tempestades e ventos mais fortes em áreas específicas até períodos determinados pelos avisos. Em algumas datas recentes, o Inmet registrou risco de chuvas intensas, ventos e instabilidade generalizada, com avisos classificando as condições como perigo ou perigo potencial, especialmente entre manhã e tarde de determinados dias, o que reforça o padrão de tempo mais fechado e chuvoso observado. O que isso significa para a Grande Vitória Segundo os alertas meteorológicos, a Grande Vitória — que inclui municípios como Vitória, Vila Velha, Cariacica e Serra — está em uma área com probabilidade de chuva e nebulosidade persistente nos próximos dias. Isso se alinha com o que os moradores já vêm percebendo no aplicativo de clima: céu encoberto, garoa e pancadas de chuva intermitentes. Os avisos do Inmet apontam que a instabilidade é causada por sistemas meteorológicos que mantêm umidade elevada e favorecem a formação de nuvens carregadas, o que explica os episódios de chuva que podem ocorrer tanto de manhã quanto à tarde ou à noite. Panorama geral do tempo Embora o alerta não seja necessariamente de condição extrema em todos os dias, o padrão climático desta semana indica que a população deve se preparar para: Céu predominantemente encoberto e tempo fechado na maior parte da semana. Chuvas frequentes, com possibilidade de pancadas moderadas a fortes em vários momentos do dia. Períodos em que o sol pode aparecer de forma esparsa, mas com nebulosidade ainda presente. Os prognósticos de chuva constantes observados nos aplicativos de tempo e a manutenção dos alertas do Inmet confirmam que a semana será típica de tempo úmido e instável na região metropolitana da Grande Vitória.
Salário mínimo de R$ 1.621 já começou a valer em todo o país
O novo salário mínimo, no valor de R$ 1.621, passou a valer nesta quinta-feira (1º). O reajuste, de 6,79% ou R$ 103, foi confirmado pelo Ministério do Planejamento e Orçamento no último dia 10. O salário mínimo anterior era de R$ 1.518. O novo valor foi informado após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado no cálculo do reajuste anual do salário mínimo. O indicador registrou 0,03% em novembro e acumula 4,18% em 12 meses. Pela estimativa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o novo salário mínimo injetará R$ 81,7 bilhões na economia. O cálculo considera os efeitos sobre a renda, o consumo e a arrecadação, ainda que em um cenário de restrições fiscais mais rígidas. Entenda A regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de dois anos. No dia 4 de dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) de 2024, confirmando expansão em 3,4%. No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%. Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%. Fonte: ABr
Entenda mudanças na aposentadoria que entram em vigor em 2026
Reforma da Previdência estabelece regras automáticas de transição Quem está prestes a se aposentar precisa estar atento. A reforma da Previdência, promulgada em 2019, estabeleceu regras automáticas de transição, que mudam a concessão de benefícios a cada ano. A pontuação para a aposentadoria por tempo de contribuição e por idade sofreu alterações. Confira abaixo as mudanças que começam a vigorar neste ano. Aposentadoria por tempo de contribuição A reforma da Previdência estabeleceu quatro regras de transição, das quais duas previram modificações na virada de 2025 para 2026. Na primeira regra, que estabelece um cronograma de transição para a regra 86/96, a pontuação composta pela soma da idade e dos anos de contribuição subiu em janeiro: para 93 pontos (mulheres) e 103 pontos (homens). Os servidores públicos estão submetidos à mesma regra de pontuação, com a diferença de que é necessário ter 62 anos de idade e 35 anos de contribuição (homens), 57 anos de idade e 30 anos (mulheres). Para ambos os sexos, é necessário ter 20 anos no serviço público e cinco anos no cargo. Na segunda regra, que prevê idade mínima mais baixa para quem tem longo tempo de contribuição, a idade mínima para requerer o benefício passou para 59 anos e meio (mulheres) e 64 anos e meio (homens). A reforma da Previdência acrescenta seis meses às idades mínimas a cada ano até atingirem 62 anos (mulheres) e 65 anos (homens) em 2031. Nos dois casos, o tempo mínimo de contribuição exigido é de 30 anos para as mulheres e 35 anos para homens. Professores Em relação aos professores, que obedecem a uma regra de transição com base no tempo de contribuição na função de magistério combinada com a idade mínima, as mulheres passam a se aposentar aos 54 anos e meio, e os homens, aos 59 anos e meio. A idade é acrescida seis meses a cada ano até atingir o limite de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, em 2031. O tempo de contribuição mínimo para obter a aposentadoria como professor corresponde a 25 anos para as mulheres e a 30 anos para os homens. A regra vale para os professores da iniciativa privada, das instituições federais de ensino e de pequenos municípios. Os professores estaduais e de grandes municípios obedecem às regras dos regimes próprios de previdência. Aposentadoria por idade Desde 2023, está plenamente em vigor a regra para a aposentadoria por idade, destinada a trabalhadores de baixa renda que contribuíram pouco para a Previdência Social e se aposentariam por idade na regra antiga. Para homens, a idade mínima está fixada em 65 anos desde 2019. Para as mulheres, a idade de transição está em 62 anos desde 2023. Para ambos os sexos, o tempo mínimo de contribuição exigido para se aposentar por idade está em 15 anos. Na promulgação da reforma da Previdência, em novembro de 2019, a idade mínima para as mulheres estava em 60 anos, passando a aumentar seis meses por ano nos quatro anos seguintes. Subiu para 60 anos e meio em janeiro de 2020, para 61 anos em janeiro de 2021, 61 anos e meio em 2022 e 62 anos em 2023. Simulações O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) permite simulações da aposentadoria no computador e no celular. Simulação no computador Entre no site meu.inss.gov.br e digite seu CPF e senha. Caso não tenha senha, cadastre uma; Vá em “Serviços” e clique em “Simular Aposentadoria”; Confira as informações que aparecerão na tela. O site vai mostrar sua idade, sexo e tempo de contribuição, além de quanto tempo falta para aposentadoria, segundo cada uma das regras em vigor. Simulação no celular Baixe o aplicativo Meu INSS (disponível para Android e iOS); Se necessário, clique no botão “Entrar com gov.br” e digite seu CPF e senha. Caso não tenha senha, cadastre uma; Abra o menu lateral (na parte superior esquerda) e clique em “Simular Aposentadoria”; Cheque as informações que aparecerão na tela. O site vai mostrar sua idade, sexo e tempo de contribuição, além de quanto tempo falta para a aposentadoria, conforme as regras em vigor; Caso precise corrigir algum dado pessoal basta clicar no ícone de lápis (à direita). O segurado pode salvar o documento com todos os dados das simulações. Basta clicar em “Baixar PDF”. Regras de transição já cumpridas Por já ter sido cumprida, a regra do pedágio de 100% sobre o tempo de contribuição não mudará no setor privado. Quem tem mais de 57 anos de idade e 30 anos de contribuição (mulheres) ou 60 anos de idade e 35 anos de contribuição (homens) pode se aposentar. A regra estabelecia que o segurado tinha de cumprir o dobro do período que faltava para se aposentar na promulgação da reforma, em 2019. No serviço público, o pedágio também foi cumprido. Além da idade e do tempo de contribuição mínimos exigidos dos trabalhadores da iniciativa privada, é necessário ter 20 anos de serviço público e cinco anos no cargo. A reforma tinha outra regra de pedágio, desta vez para o setor privado. Quem estava a até dois anos da aposentadoria em 2019 tinha de cumprir 50% a mais em relação ao tempo que faltava para se aposentar. No entanto, essa regra de transição foi integralmente cumprida e não beneficiará mais ninguém em 2026. No cenário mais abrangente, quem trabalharia por mais dois anos em 2019 teve de trabalhar um ano extra, totalizando três anos. No fim de 2022, todos os que estavam enquadrados na regra do pedágio de 50% já se aposentaram. Fonte: ABr
Médica orienta sobre cuidados com a saúde durante o verão
Com a chegada do verão e das altas temperaturas, alguns cuidados se tornam essenciais para manter a saúde em dia. A médica Carla Puppim Mello, da Unidade de Saúde do Ibes, alerta que o período, apesar de propício ao lazer e às atividades ao ar livre, exige atenção redobrada para evitar problemas como desidratação, queimaduras solares e mal-estar provocado pelo calor. A hidratação é um dos principais pontos de atenção, especialmente entre os idosos, que costumam sentir menos sede. Segundo a médica, o consumo regular de água ao longo do dia é fundamental para a regulação da temperatura corporal, o bom funcionamento do organismo e a saúde da pele. A alimentação também deve ser mais leve durante o verão. Frutas ricas em água, como melancia, melão e abacaxi, além de saladas, sucos naturais e carnes magras, como peixe, ajudam a manter o corpo hidratado e favorecem a sensação de bem-estar. A prática de atividades físicas continua recomendada, desde que alguns cuidados sejam adotados. Roupas leves, hidratação constante e a escolha de horários com menor incidência solar — no início da manhã ou no fim da tarde — contribuem para evitar o superaquecimento do corpo. Sobre a exposição ao sol, a médica reforça a importância do uso de protetor solar com FPS 30 ou superior, aplicado 30 minutos antes da exposição e reaplicado a cada duas horas. A orientação é evitar o sol entre 10h e 16h e utilizar acessórios como chapéus, óculos escuros e roupas adequadas para ampliar a proteção. Informações e foto: PMVV
Arena de Verão 2026 começa com Flavinha Mendonça e É O Tchan na Orla de Camburi
A Arena de Verão 2026 foi oficialmente aberta na noite desta sexta-feira (2), na Orla de Camburi, em Vitória, reunindo mais de 90 mil pessoas no primeiro dia de programação. Com o tema “Arena Capixaba”, o evento retorna pelo quarto ano consecutivo como um dos principais destaques do calendário de verão da capital. O prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, participou da abertura e destacou a importância da Arena como espaço de convivência, lazer e valorização do turismo, do esporte e do empreendedorismo local. A programação musical teve início com Flavinha Mendonça, que animou o público com um show marcado por axé e interação. A cantora agradeceu à Prefeitura de Vitória pela confiança e ressaltou a preparação especial para a abertura da temporada. Na sequência, o grupo É O Tchan levou o público ao delírio com sucessos que marcaram gerações, transformando a Arena em uma grande pista de dança à beira-mar. Moradores e turistas destacaram a estrutura do evento, a segurança e o clima de nostalgia proporcionado pelo show. Além dos shows, a Arena de Verão conta com um amplo complexo esportivo, cultural e gastronômico, incluindo a tenda de empreendedorismo, que reúne produtores locais de gastronomia e artesanato. Expositores ressaltaram a organização do evento e a oportunidade de visibilidade para pequenos negócios. A abertura contou ainda com a presença surpresa do cantor Alemão do Forró, que prestigiou os artistas e destacou a energia do público. A Arena de Verão segue com programação gratuita ao longo da temporada, consolidando Vitória como destino de esporte, cultura e lazer durante o verão. Foto: PMV
Os nomes femininos e masculinos mais registrados no Espírito Santo em 2025
Os nomes Helena, Ravi e Cecília lideraram o ranking dos mais registrados no Espírito Santo em 2025, segundo dados dos Cartórios de Registro Civil. Ao todo, 838 crianças foram registradas com o nome Helena no estado, garantindo ao nome feminino a primeira colocação geral. Na sequência aparecem Ravi e Cecília, ambos com 695 registros, evidenciando a preferência das famílias capixabas por nomes curtos, clássicos e de fácil pronúncia. O levantamento revela um equilíbrio entre nomes tradicionais e tendências contemporâneas, com forte presença de nomes femininos entre os mais escolhidos ao longo do ano. Além dos três primeiros colocados, figuram entre os nomes mais registrados no estado Maitê (677), Miguel (631), Arthur (583), Theo (579), Laura (568), Aurora (510) e Gael (509). Os dados fazem parte da base do Portal da Transparência do Registro Civil, administrado pela Arpen-Brasil, entidade que reúne informações sobre nascimentos, casamentos e óbitos registrados em todo o território nacional. A plataforma permite consultas por nomes simples ou compostos, com recortes por estados e municípios, oferecendo um panorama detalhado das tendências regionais. Entre os nomes masculinos, os mais registrados no Espírito Santo em 2025 foram Ravi, Miguel, Arthur, Theo, Gael, Heitor, Noah, Davi, Bernardo e Anthony. Já no ranking dos nomes femininos, lideram Helena, Cecília, Maitê, Laura, Aurora, Alice, Ísis, Liz, Antonella e Maria Cecília, reforçando a presença de nomes clássicos e contemporâneos entre as preferências das famílias. Para a vice-presidente do Sinoreg/ES, Fabiana Aurich, a escolha dos nomes vai além de uma decisão individual. “Os nomes escolhidos pelas famílias revelam transformações culturais, sociais e comportamentais da sociedade brasileira. Ao registrar esses momentos, os Cartórios de Registro Civil exercem a missão de preservar a memória e a identidade do país, garantindo que essas escolhas permaneçam como parte da história de cada cidadão, do início ao fim da vida”, afirma.
Vila Velha reforça regras para visitação das ilhas Itatiaia e Pituã no verão
Com a chegada do verão e o aumento do fluxo de visitantes no litoral, a Prefeitura de Vila Velha reforça as orientações para a visitação das ilhas Itatiaia e Pituã, localizadas nas praias de Itapuã e Itaparica. A medida busca garantir a preservação ambiental e o uso responsável desses espaços naturais. O acesso às ilhas é feito exclusivamente por barqueiros capacitados, que passaram por reunião de alinhamento com a Prefeitura no início de dezembro para atuação durante a alta temporada. Além do transporte, esses profissionais orientam os visitantes sobre as regras ambientais e os períodos de restrição. As ilhas contam com placas informativas que indicam normas de uso, alertas ambientais e práticas proibidas, como acender fogo, acampar e descartar lixo, além de informar os períodos de defeso das aves marinhas. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente destaca que o respeito às orientações é essencial para a proteção da fauna e da vegetação. Entre as principais proibições estão acender fogo, danificar a vegetação, acampar, deixar lixo, introduzir espécies exóticas, levar animais domésticos e perturbar a fauna, conforme estabelece resolução do Conselho Estadual de Meio Ambiente.