Relatos de cooperados da Unimed Sul Capixaba relembram escolhas, experiências e encontros que marcaram suas trajetórias na medicina
Na medicina, algumas histórias começam em uma emergência e terminam com uma vida salva. Outras se constroem na escuta de uma queixa, no acompanhamento de um tratamento ou na presença de um profissional durante um momento difícil. Para marcar o Dia do Médico, a Unimed Sul Capixaba reuniu relatos de cooperados sobre experiências que ajudaram a dar sentido à profissão.
O dermatologista Jorge Luiz Amaral é cooperado da Unimed Sul Capixaba há mais de 30 anos. Sua relação com a medicina começou na infância, quando acompanhava o padrinho, também médico. Aos oito anos, já dizia que queria seguir a mesma carreira. Para ele, vestir o jaleco representa uma responsabilidade que vai além do conhecimento técnico.
“Quando eu visto um jaleco, eu sei que eu tenho que estar imbuído do conhecimento, da moral, da ética, para oferecer àquele paciente o melhor da minha especialidade, dos meus conhecimentos, da minha compaixão”, conta. Ao longo da carreira, Jorge também aprendeu que cada pessoa precisa de uma atenção própria. “Cada paciente é um universo em separado. Cada ser humano merece uma atenção, um olhar próprio, específico para ele”, afirma.
A clínica médica Zeila Cristina Pereira Pimenta, cooperada há mais de 20 anos, também guarda lembranças de décadas de atendimento. Depois de 40 anos de profissão, ela diz manter a motivação para ouvir os pacientes. “Porque quando eu me sento numa cadeira para escutar o paciente, para atender, eu estou feliz. A mesma motivação que eu tinha há 40 anos, quando entrei pela primeira vez no consultório para atender, essa motivação eu ainda mantenho”, relata.

O Hospital Unimed Sul
Histórias de emergência, encontros marcantes e anos de dedicação ao consultório têm em comum a relação entre quem procura ajuda e quem escolheu se preparar para oferecê-la. Atualmente, a Unimed Sul Capixaba reúne 468 médicos cooperados e atende mais de 103 mil clientes em 30 municípios do sul do Espírito Santo.
Para o diretor-presidente da cooperativa, Bruno Beber Machado, o modelo aproxima os médicos das decisões que orientam a organização.
“Quando uma cooperativa é formada por médicos, quem está diretamente ligado ao cuidado também participa das decisões e dos caminhos que construímos. Isso faz com que o olhar para a saúde seja compartilhado e esteja sempre próximo da realidade de quem cuida e de quem precisa ser cuidado”, afirma.
No Dia do Médico, relembrar essas trajetórias é reconhecer os anos de estudo, as escolhas e as responsabilidades que acompanham cada atendimento. Por trás de cada jaleco há uma história — e, em algumas delas, também a de uma vida que pôde continuar.
