Reajuste anual define teto de preços e varia conforme nível de concorrência
Os preços dos medicamentos no Brasil podem ter reajuste a partir desta terça-feira (1º), com aumentos que podem chegar a até 3,81%, conforme definição da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).
O percentual não é único para todos os produtos e varia de acordo com o nível de concorrência no mercado. Medicamentos com maior competitividade podem ter reajuste maior, enquanto os de menor concorrência tendem a sofrer aumentos mais baixos.
Na prática, o reajuste estabelece um teto máximo de preço, ou seja, as farmacêuticas não são obrigadas a aplicar o aumento integral. Além disso, o impacto para o consumidor pode ser gradual, já que farmácias e fabricantes adotam estratégias comerciais próprias.
O cálculo do reajuste leva em conta fatores como inflação, custos da indústria, produtividade e concorrência no setor.
Para os consumidores, o impacto tende a ser mais percebido por quem utiliza medicamentos de uso contínuo. Especialistas recomendam pesquisa de preços entre farmácias e atenção a alternativas como medicamentos genéricos.
