IVOX participa do Fórum IEL de Gestão 2026 e mostra como a integração entre tecnologia e atendimento humano pode reduzir custos e melhorar a experiência dos consumidores A utilização da inteligência artificial para tornar o atendimento ao cliente mais eficiente, sem abrir mão do contato humano, será um dos temas apresentados no Fórum IEL de Gestão 2026, que acontece em Vitória. A empresa capixaba IVOX Contact Center & Tecnologia vai compartilhar sua experiência na integração de profissionais, canais digitais e ferramentas de automação para melhorar o relacionamento entre empresas e consumidores. A apresentação será realizada nesta quinta-feira (29), às 10h50, durante a masterclass “IA que Atende, Entende e Escala: Case IVOX LeCard”. Os sócios Carlos Alessandro Silva e Kelly Völz vão demonstrar como a tecnologia é aplicada na operação desenvolvida para a LeCard, combinando inteligência artificial, processos de atendimento e atuação de equipes especializadas. “O ponto de partida é entender o que o cliente precisa resolver. A partir disso, organizamos o atendimento e definimos como as pessoas e a tecnologia podem contribuir em cada etapa. A inteligência artificial precisa fazer sentido para quem procura a empresa e para quem trabalha no atendimento”, afirma Kelly Völz, sócia e CTO da IVOX. No modelo adotado pela empresa, a inteligência artificial responde às demandas mais frequentes, enquanto os casos que exigem análises específicas são direcionados aos atendentes. A proposta é evitar que o consumidor precise repetir informações a cada novo contato, garantindo continuidade ao atendimento, independentemente do canal utilizado. A operação utiliza o Omniflex, plataforma desenvolvida pela própria IVOX que reúne diferentes canais de comunicação, automação e inteligência artificial. Segundo a empresa, 74% das demandas são resolvidas, em média, pela IA, sem necessidade de transferência para um profissional humano nas operações de seus clientes. “Quando reduzimos retrabalho e contatos repetidos, criamos condições para diminuir o custo da operação. Ao mesmo tempo, um atendimento que entende a necessidade do cliente pode ajudar a reter contratos e identificar oportunidades de venda. Nosso trabalho é conectar essas possibilidades aos objetivos de cada empresa e acompanhar os resultados”, afirma Carlos Alessandro Silva, sócio e CSO da IVOX. Outro aspecto da tecnologia é a possibilidade de utilizar as informações geradas durante os atendimentos para identificar dificuldades recorrentes, corrigir procedimentos e aprimorar os serviços. A análise das interações permite que as empresas ajustem seus processos de acordo com as necessidades apresentadas pelos consumidores. “Uma conversa pode mostrar uma dificuldade que a empresa ainda não percebeu. Nosso papel é ajudar a transformar essa informação em melhoria: rever uma orientação, ajustar um processo ou preparar melhor a equipe. É assim que o atendimento evolui junto com o negócio”, diz Kelly. Com mais de dez anos de atuação, a IVOX atende organizações de diferentes segmentos, incluindo saúde, logística, comércio varejista, comércio eletrônico, indústria, finanças e serviços públicos e privados. A empresa aposta na combinação entre tecnologia e relacionamento humano para ampliar a capacidade de atendimento e melhorar a experiência dos clientes. Serviço Evento: Fórum IEL de Gestão 2026 Masterclass: IA que Atende, Entende e Escala: Case IVOX LeCard Palestrantes: Carlos Alessandro Silva e Kelly Völz Data: Quinta-feira, 29 de outubro de 2026 Horário: 10h50 Local: Centro de Convenções de Vitória Informações: www.ivoxcenter.com.br | Instagram: @ivoxcontactcenter
Obras contra alagamentos e deslizamentos avançam em seis municípios do ES
Investimentos do Governo do Estado, por meio do Fundo Cidades, incluem drenagem, contenção de encostas e pavimentação de vias para reduzir os impactos das chuvas intensas Seis municípios do Espírito Santo estão recebendo obras de infraestrutura para reduzir os riscos de alagamentos, enchentes e deslizamentos de terra. Os investimentos são realizados pelo Governo do Estado, por meio do Fundo Cidades, que transfere recursos diretamente às prefeituras para a execução de projetos de prevenção e adaptação às mudanças climáticas. As intervenções estão em estágio avançado em Cachoeiro de Itapemirim, Divino de São Lourenço, Domingos Martins, Ibitirama, Pinheiros e Vila Velha. Os projetos incluem construção de muros de contenção, implantação de sistemas de macrodrenagem, pavimentação e melhorias urbanísticas, de acordo com as necessidades de cada município. Em Vila Velha, uma das principais intervenções é a macrodrenagem do Canal da Costa, que contempla a instalação de galerias duplas de concreto e aço em um trecho de aproximadamente 800 metros. As estruturas, com 4,10 metros de largura e 3 metros de altura, vão ampliar o escoamento das águas da chuva até a Estação de Bombeamento Foz da Costa. O projeto também prevê um parque linear sobre as galerias, com áreas de lazer, espaços esportivos, equipamentos de ginástica e parquinho infantil. Em Cachoeiro de Itapemirim, no sul do Estado, a construção de um muro de contenção na Rua Olímpio Antônio de Souza, no bairro Alto Amarelo, pretende proteger aproximadamente 190 moradores de 70 residências. A estrutura terá 23 metros de comprimento e 8,2 metros de altura, acompanhada de sistema de drenagem, mureta de proteção e pavimentação de parte da via. Já em Divino de São Lourenço, as obras estão concentradas na Rua José Borges Filho, no bairro Santa Cruz, atrás do Centro de Referência de Assistência Social (Cras). A contenção da encosta, feita em concreto armado, busca evitar deslizamentos e processos erosivos em uma área que também abriga equipamentos públicos e espaços utilizados em eventos municipais. Na região serrana, Domingos Martins recebe obras de macrodrenagem e urbanização da Avenida Módolo, no distrito de Pedra Azul. O projeto contempla galerias de concreto, bueiros, caixas coletoras, pavimentação, calçadas e paisagismo. A intervenção beneficia diretamente mais de 500 pessoas e, indiretamente, outras 2,5 mil, em uma área de circulação de moradores, comerciantes e turistas, próxima ao centro de eventos Morangão. Em Ibitirama, a construção de um muro de contenção na Rua Anísio Ferreira da Silva, no Centro, busca reduzir o risco de deslizamentos de terra e rochas. A área é classificada pela Defesa Civil Municipal como de risco muito alto. A estrutura terá aproximadamente 87,7 metros de extensão e 25 metros de altura, além de um sistema de drenagem pluvial. A previsão é beneficiar diretamente mais de 200 pessoas e outras mil indiretamente. No município de Pinheiros, no norte capixaba, as intervenções abrangem ruas dos bairros Centro, Colina e Canário. Estão previstos cerca de dois quilômetros de galerias de macrodrenagem e a pavimentação de aproximadamente 16,6 mil metros quadrados de vias. As obras incluem ainda calçadas, meio-fio e estruturas para direcionar as águas pluviais ao Córrego Jundiá, reduzindo os transtornos provocados pelas chuvas fortes. Investimentos em prevenção O secretário de Estado do Governo, Pedro Caçador Neto, destaca que os investimentos são resultado da parceria entre o Estado e os municípios, permitindo que cada prefeitura execute projetos voltados às necessidades locais. “Além de contribuir para a prevenção de desastres, os investimentos promovem melhorias na mobilidade, na urbanização e na qualidade de vida da população”, afirma o secretário. O Fundo Cidades funciona por meio da transferência direta de recursos estaduais aos fundos municipais, mecanismo conhecido como transferência fundo a fundo. O modelo busca simplificar o financiamento de projetos e permitir que as administrações municipais realizem obras de infraestrutura, prevenção de desastres e desenvolvimento urbano. Além de enfrentar problemas históricos de alagamentos e instabilidade de encostas, as intervenções têm como objetivo preparar as cidades capixabas para eventos climáticos extremos, cada vez mais presentes no planejamento da infraestrutura urbana.
A menina que viu a mãe sobreviver à violência e hoje ajuda outras mulheres
A violência marcou a infância de Lídia Roque, mas também inspirou uma missão. Ao lado da mãe, ela transformou uma história de dor no Instituto Manancial Mãos Unidas, que hoje acolhe cerca de 250 famílias e mostra que autonomia financeira, rede de apoio e empreendedorismo podem ajudar mulheres a reconstruírem suas vidas. Por Rachel Martins Lídia Roque aprendeu muito cedo que a violência doméstica não termina quando a agressão acaba. Ela permanece no medo, no silêncio, na dependência financeira e nas marcas que atravessam toda uma família. Sua história começou antes mesmo que ela pudesse guardar lembranças. Quando tinha apenas um ano, sua mãe foi brutalmente espancada pelo marido e precisou ser internada em estado grave. Naquele tempo, porém, romper um casamento era quase impensável. Pressionada pelos próprios pais, por questões religiosas, culturais e sociais, voltou para casa. E o que parecia uma segunda chance transformou-se em décadas de sofrimento. Ao longo de mais de cinquenta anos de casamento, a mãe de Lídia enfrentou violência física, psicológica, sexual, patrimonial e financeira. Criou os quatro filhos convivendo diariamente com o medo e a esperança de que um dia a realidade pudesse ser diferente. “Lembro da violência dentro de casa. Cresci vendo minha mãe passar por tudo isso.” Em 1993, sua mãe tomou uma das decisões mais difíceis da vida. Deixou a zona rural de Colatina e mudou-se para Jacaraípe, na Serra, para trabalhar como trabalhadora doméstica. Foi o primeiro emprego que lhe deu coragem para tentar romper o ciclo. Mesmo assim, o agressor voltou a convencê-la de que mudaria. A família foi reunida novamente, mas a violência nunca desapareceu completamente. Somente, muitos anos depois, com a morte do marido, aquele relacionamento abusivo chegou ao fim. Para Lídia, essa trajetória deixou um aprendizado que hoje orienta todo o seu trabalho. “Minha mãe só conseguiu dar os primeiros passos quando teve uma renda. A autonomia financeira muda tudo. Ela devolve à mulher o direito de escolher.” Enquanto via a mãe reconstruir a vida, Lídia também fazia a sua própria caminhada. Trabalhou como babá, empregada doméstica, balconista de padaria e técnica de enfermagem até conseguir pagar a faculdade de Serviço Social. A escolha pela profissão, conta ela, parecia um chamado. Na igreja, desde criança, já participava de ações solidárias. Depois de formada, passou a trabalhar diretamente com mulheres em situação de violência doméstica. Foi ali que percebeu algo que mudaria completamente seu futuro. “As mulheres recebiam atendimento jurídico, psicológico e social. Mas muitas voltavam para o agressor porque não tinham dinheiro para recomeçar. Eu sempre me perguntava: ‘como proteger uma mulher que não consegue sustentar os próprios filhos?’”, conta. “Chegou a hora de tirar o projeto da gaveta” A resposta começou a nascer em 2020. Naquele período, Lídia havia interrompido temporariamente a carreira para cuidar da própria saúde. Durante um almoço, sua mãe fez uma oração e, logo depois, pronunciou uma frase que ela nunca mais esqueceria: “Filha, chegou a hora de tirar o projeto da gaveta.” As duas, então, pegaram um guardanapo de papel e começaram a desenhar o sonho que alimentavam havia anos. Ali, decidiram por onde começariam, quem poderiam convidar e o que seria necessário para transformar aquele desejo em realidade. Foi assim que nasceu o Instituto Manancial Mãos Unidas. No início, praticamente tudo funcionava graças ao trabalho voluntário. Psicólogos, assistentes sociais, advogados, terapeutas, artesãos e amigos abraçaram a causa. Cada um oferecia o que podia. Uns doavam tempo. Outros conhecimento. Além disso, empresas parceiras começaram a contribuir com materiais, recursos e oportunidades. “Ninguém faz nada sozinho. O Instituto nasceu porque muitas pessoas acreditaram nesse sonho junto conosco”, lembra, emocionada, Lídia. O atendimento, que começou com apenas 20 mulheres, cresceu rapidamente. Hoje, cerca de 250 famílias recebem acompanhamento da instituição. Além da assistência jurídica, psicológica e social, o Instituto oferece oficinas de artesanato, cursos profissionalizantes, capacitação, geração de renda, atividades culturais, lazer e turismo social. Para Lídia, tudo faz parte do mesmo processo de reconstrução. “Não basta tirar uma mulher da violência. Ela precisa voltar a sonhar”. Histórias que deixam marcas Ao longo dos anos, Lídia viu dezenas de mulheres reconstruírem a própria história depois de passarem pelo Instituto Manancial Mãos Unidas. Algumas conseguiram o primeiro emprego. Outras abriram pequenos negócios, recuperaram a autoestima e voltaram a sonhar. Mas há histórias que inevitavelmente a fazem recordar da própria mãe. Uma das mulheres acolhidas pelo Instituto permaneceu cerca de 50 anos em um relacionamento abusivo. Durante décadas suportou agressões físicas, psicológicas, morais e patrimoniais porque não tinha renda nem condições de recomeçar. Assim como aconteceu com a mãe de Lídia, o ciclo de violência só terminou com a morte do companheiro. Outra mulher chegou ao Instituto mergulhada em uma profunda depressão. Passava os dias trancada em um quarto, sem acreditar que ainda pudesse reconstruir a própria vida. Depois de receber acolhimento, atendimento psicológico, orientação e participar das ações de capacitação e geração de renda, recuperou a autoestima, voltou ao mercado de trabalho e hoje ajuda no sustento da família. Para Lídia, histórias como essas reforçam uma certeza construída desde a infância. “A violência pode atravessar gerações quando a mulher não encontra apoio. Mas quando existe uma rede de acolhimento e oportunidade, a história também pode mudar”, ressalta. Quando o empreendedorismo abre portas Ela faz questão de destacar que nenhuma dessas transformações acontece de forma isolada. O empreendedorismo abre portas, mas precisa caminhar junto com proteção jurídica, acompanhamento psicológico, assistência social, capacitação e uma rede de pessoas e instituições dispostas a estender a mão. Foi exatamente essa rede que sustentou o Instituto Manancial Mãos Unidas desde o início. Empresas também passaram a apoiar o projeto, enquanto parceiros como o Sebrae/ES, a Agência de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas e do Empreendedorismo (Aderes), a JL Construtora, a Top Six, a Nivea Brasil, a T4 Transportes, a Lear Transportes e o programa “Cuida de Quem Cuida”, coordenado por Priscila Gama, ajudaram a manter viva uma iniciativa que hoje transforma a vida de cerca de 250 famílias. Nesse processo, o Sebrae tornou-se um parceiro
João Batista Dallapiccola Sampaio – “28 de Outubro homenageia quem faz o Estado funcionar”
Nesta quarta-feira, 28 de outubro, o país celebra o Dia do Servidor Público. A data homenageia os profissionais que atuam em órgãos e repartições públicas nas esferas municipal, estadual e federal. São servidores que atendem nos hospitais, ensinam nas escolas, garantem a segurança, cuidam da arrecadação, da fiscalização e de uma infinidade de serviços essenciais que chegam diariamente à vida de cada cidadão. Ao contrário do que muitos imaginam, a data não é feriado. Na administração pública federal, trata-se de ponto facultativo. A Portaria MGI nº 11.460, de 29 de dezembro de 2025, publicada no Diário Oficial da União de 30 de dezembro, lista os feriados nacionais e os pontos facultativos de 2026 para a administração federal direta, autárquica e fundacional, e o dia 28 de outubro aparece como ponto facultativo pelo “Dia do Servidor Público federal”. A mesma portaria veda aos órgãos federais antecipar ou postergar ponto facultativo em discordância com o que ela dispõe, bem como adotar ponto facultativo estabelecido pela legislação estadual, municipal ou distrital. Estados, municípios e tribunais, por sua vez, seguem atos próprios. Em Rondônia e na capital paulista, por exemplo, a folga foi transferida para a sexta-feira, dia 30. Por isso, antes de procurar uma repartição, vale verificar a qual ente ela pertence. A origem da data remonta ao governo de Getúlio Vargas, período em que o Estado brasileiro passou por um amplo processo de organização e profissionalização da máquina administrativa. Em 1936, foi criado o Conselho Federal do Serviço Público Civil, órgão que surgiu para organizar a estrutura da administração estatal e propor normas unificadas para a seleção e atuação dos profissionais públicos. Três anos depois, em 28 de outubro de 1939, Vargas assinou o Decreto-Lei nº 1.713, responsável por instituir o primeiro Estatuto dos Funcionários Públicos Civis da União. É a publicação desse estatuto, que reuniu pela primeira vez os direitos e deveres do funcionalismo, que se celebra a cada 28 de outubro. A data foi consolidada no ordenamento jurídico atual pela Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990, o Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União. Seu artigo 236 estabelece que “o dia 28 de outubro será consagrado ao servidor público.” Mais do que uma data no calendário, o Dia do Servidor Público é um convite à reflexão sobre a importância de quem dedica sua vida profissional ao interesse coletivo. Em tempos em que o serviço público é frequentemente alvo de críticas generalizadas, é justo lembrar que por trás de cada atendimento, cada processo e cada política pública existe um profissional que, na maioria das vezes, cumpre sua missão com seriedade, compromisso e espírito público. Parabéns ao servidor público, que faça valer sua condição e seu valor. *João Batista Dallapiccola Sampaio é advogado especialista em Direitos Sociais.
Paralamas, Paulo Ricardo, CPM 22 e Detonautas fazem shows de 1h30 em Vila Velha
Festival Somos Rock acontece neste domingo (1º), no Shopping Vila Velha, com clássicos do rock nacional, atrações regionais e programação a partir das 14h Quatro bandas e artistas que marcaram diferentes gerações do rock brasileiro vão dividir o palco em Vila Velha neste domingo (1º). Os Paralamas do Sucesso, Paulo Ricardo, CPM 22 e Detonautas são as atrações principais da terceira edição do Festival Somos Rock, que será realizada no estacionamento do Shopping Vila Velha. Uma das novidades deste ano é a ampliação da duração dos shows, que passam de uma hora para 1h30 cada. O festival reúne sucessos que atravessaram décadas, desde a explosão do rock nacional nos anos 1980 até as bandas que conquistaram espaço nas rádios e na televisão nos anos 2000. A programação também contará com artistas capixabas, que terão seus nomes anunciados pela organização. Os Paralamas do Sucesso chegam ao Espírito Santo com a turnê Clássicos, que celebra quatro décadas de carreira. No repertório, músicas como “Meu Erro”, “Óculos”, “Alagados” e “Lanterna dos Afogados”, que ajudaram a consolidar o trio entre os principais nomes do rock brasileiro. Outro representante da geração dos anos 1980, Paulo Ricardo apresenta a turnê Reinventar, revisitando diferentes momentos de sua trajetória. O cantor, que ganhou projeção nacional como vocalista do RPM, traz sucessos como “Olhar 43”, “Rádio Pirata” e “A Vida é Assim”, além de novas interpretações de músicas de sua carreira. O CPM 22, por sua vez, representa a geração que ganhou força no rock brasileiro a partir dos anos 2000. Celebrando 30 anos de trajetória, a banda leva ao festival canções como “Um Minuto Para o Fim do Mundo”, “Dias Atrás” e “Regina Let’s Go”, que se tornaram conhecidas pela combinação de hardcore melódico e letras sobre relacionamentos e conflitos da juventude. Completando a programação nacional, os Detonautas apresentam a turnê Rádio Love Nacional. O show reúne músicas de diferentes fases do grupo, incluindo “Quando o Sol Se For”, “Olhos Certos” e “Você Me Faz Tão Bem”, sucessos que marcaram a presença da banda no cenário musical brasileiro. A ampliação dos shows para 1h30 permitirá que os artistas apresentem repertórios mais extensos, incluindo músicas que nem sempre encontram espaço em apresentações mais curtas. A proposta é oferecer ao público uma programação que percorra diferentes momentos da história do rock nacional. Além das apresentações musicais, o Somos Rock terá praça de alimentação, área kids, espaços de convivência e ativações. Os portões serão abertos a partir das 14h, com estrutura voltada para receber públicos de diferentes idades. Serviço Festival Somos Rock 2026 Data: Domingo, 1º de novembro de 2026 Horário: A partir das 14h Local: Estacionamento do Shopping Vila Velha Atrações: Os Paralamas do Sucesso, Paulo Ricardo, CPM 22, Detonautas e artistas regionais Ingressos: Plataforma TicketBolt Classificação e ingressos: Conforme as regras oficiais do evento, o ingresso é obrigatório a partir dos 12 anos.
Após dez anos do desastre de Mariana, pesca é liberada na foz do Rio Doce
Decisão do governo federal permite a retomada da atividade entre Aracruz e Linhares, com base em estudos sobre a segurança do pescado para consumo humano Dez anos depois do desastre de Mariana, o governo federal liberou a retomada da pesca na região da foz do Rio Doce, no litoral norte do Espírito Santo. A atividade estava proibida desde 2016, por decisão judicial, devido aos riscos de contaminação provocados pelos rejeitos da barragem de Fundão. A liberação abrange a faixa marítima entre Barra do Riacho, em Aracruz, e Degredo/Ipiranguinha, em Linhares, em águas com até 20 metros de profundidade. A decisão foi baseada em uma avaliação da Anvisa, que apontou segurança para o consumo do pescado a partir de estudos realizados pela Ufes. Com a nova portaria, voltam a valer as regras anteriores à proibição, incluindo as modalidades de pesca autorizadas, os equipamentos permitidos e os períodos de defeso. O governo federal informou que a atividade será acompanhada por monitoramento ambiental e científico. A medida não altera o pagamento do Programa de Transferência de Renda (PTR) nem as obrigações de reparação pelos danos causados pelo rompimento da barragem, ocorrido em novembro de 2015. A retomada da pesca marca uma nova etapa para as comunidades pesqueiras do litoral norte capixaba, que enfrentaram uma década de restrições à atividade. As condições ambientais continuarão sendo monitoradas, e a autorização poderá ser revista conforme os resultados dos estudos. Foto: ABr